<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886</id><updated>2012-02-16T17:14:51.942-02:00</updated><category term='Business'/><category term='fotografia'/><category term='TRADUCAO'/><category term='comunicação'/><category term='Internet'/><category term='Futebol'/><category term='homens'/><category term='reportagem'/><category term='redes sociais'/><category term='marketing'/><category term='Tech'/><category term='interatividade'/><category term='conquistas'/><category term='linguagem'/><category term='COMUNICACAO'/><category term='LIBRAS'/><category term='consumo'/><category term='mulheres'/><category term='comunicação transnacional; tradução; diferenças culturais'/><category term='investimentos'/><category term='Rock&apos;n Roll'/><title type='text'>TechnoComm</title><subtitle type='html'>Artigos sobre comunicação, tecnologia, tradução, globalização, entre outros assuntos legais.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>63</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7164611361095843174</id><published>2010-05-04T08:44:00.000-03:00</published><updated>2010-05-04T08:44:21.914-03:00</updated><title type='text'>A Sampling of Chinglish</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7164611361095843174?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.nytimes.com/slideshow/2010/05/03/world/asia/20100503_CHINGLISH.html' title='A Sampling of Chinglish'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7164611361095843174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7164611361095843174&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7164611361095843174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7164611361095843174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2010/05/sampling-of-chinglish.html' title='A Sampling of Chinglish'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-6576261074358889399</id><published>2010-05-04T08:39:00.002-03:00</published><updated>2010-05-04T08:39:51.597-03:00</updated><title type='text'>Shanghai Is Trying to Untangle the Mangled English of Chinglish</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-6576261074358889399?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.nytimes.com/2010/05/03/world/asia/03chinglish.html' title='Shanghai Is Trying to Untangle the Mangled English of Chinglish'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/6576261074358889399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=6576261074358889399&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6576261074358889399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6576261074358889399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2010/05/shanghai-is-trying-to-untangle-mangled_04.html' title='Shanghai Is Trying to Untangle the Mangled English of Chinglish'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8212248129374064767</id><published>2010-02-26T12:09:00.000-03:00</published><updated>2010-02-26T12:09:23.216-03:00</updated><title type='text'>Primeira obra de Galileu traduzida em Portugal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/S4fj_Or0I2I/AAAAAAAAAGk/9_Z9CP9qKDg/s1600-h/galileu2%5B1%5D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="307" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/S4fj_Or0I2I/AAAAAAAAAGk/9_Z9CP9qKDg/s320/galileu2%5B1%5D.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Escrito por CienciaPT &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;23-Feb-2010 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma das obras mais importantes da história do pensamento ocidental: "Sidereus Nuncius. O Mensageiro das Estrelas", publicado em Março de 1610, é o primeiro livro de Galileu Galilei a ser traduzido integralmente em Portugal e vai ser lançado na sessão de encerramento do Ano Internacional da Astronomia. "Galileu escreveu para causar sensação", admite o investigador e tradutor, Henrique Leitão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando foi lançada em Março de 1610, "Sidereus Nuncius" mudou a forma de vermos o mundo. Agora, 400 anos depois da sua publicação, "Sidereus Nuncius. O Mensageiro das Estrelas", com tradução e anotações de Henrique Leitão, é a primeira obra de Galileu Galilei a ser traduzida integralmente em Portugal. O lançamento terá lugar no dia 17 de Março às 18 horas, na Fundação Gulbenkian, por ocasião da sessão de encerramento do Ano Internacional da Astronomia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É um livro único na história da ciência e uma das obras mais importantes em toda a história do pensamento ocidental. Nunca na história da ciência uma obra provocou tanta comoção e deu origem a debates tão acesos como este", avança o investigador e tradutor, Henrique Leitão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O título, 'Mensageiro das Estrelas' (ou 'Mensagem das Estrelas', porque o latim permite as duas formas) tem o sentido de "Gazeta das Estrelas" ou "Mercúrio das Estrelas", isto é, tem uma clara conotação jornalística: relatar, em tom vivo e rápido acontecimentos e observações sensacionais", explica Henrique Leitão. Segundo o investigador do Centro de História das Ciências da Universidade de Lisboa, Galileu refere-se muitas vezes ao livro como um 'Aviso Astronómico', exactamente com o mesmo sentido. "Ou seja, Galileu escreveu para causar sensação", reconhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o comissário para o Ano Internacional em Portugal, João Fernandes, "O Mensageiro das Estrelas" é "um marco na astronomia e na ciência". No livro, Galileu revela e discute as primeiras observações astronómicas alguma vez feitas com o auxílio de um telescópio. Entre a Lua, as estrelas e as luas de Júpiter, "O Mensageiro das Estrelas" é "um verdadeiro livro exemplo da Ciência Moderna", sublinha João Fernandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, o Ano Internacional da Astronomia em Portugal escolheu despedir-se na Gulbenkian, a 17 de Março, com o lançamento do livro de Galileu Galilei. Mas não só. Para o mesmo dia está ainda prevista, entre outras iniciativas, a abertura da exposição "A Astronomia no Portugal de Hoje".&lt;br /&gt;E a quem se dirige este "Mensageiro das Estrelas", publicado pela Fundação Gulbenkian? "É dirigido para um público geral, mas instruído. Isto é, dirige-se exactamente ao mesmo tipo de pessoas a que Galileu tentou chegar quando publicou o seu livro em 1610", refere Henrique Leitão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com nota de abertura do investigador belga Sven Dupré, um dos maiores especialistas mundiais no telescópio de Galileu, o livro integra um estudo e a tradução de Henrique Leitão, uma cronologia e ainda um facsimile integral da edição original do "Sidereus Nuncius", de 1610.&lt;br /&gt;"É a primeira vez que se traduz esta obra em Portugal. Mas há uma tradução portuguesa feita há anos no Brasil. Aliás, é a primeira vez que se traduz integralmente uma obra de Galileu no nosso país. Antes desta só se haviam traduzido excertos de algumas obras", nota Henrique Leitão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investigador e professor na Universidade de Lisboa, Henrique Leitão é coordenador da comissão científica responsável pela publicação das "Obras de Pedro Nunes", pela Academia das Ciências de Lisboa e pela Fundação Calouste Gulbenkian. Colabora regularmente com a Biblioteca Nacional de Portugal, onde já comissariou quatro exposições e onde dirige o projecto de catalogação dos manuscritos científico. Henrique Leitão é membro de várias sociedades científicas portuguesas e estrangeiras, entre as quais a Academia das Ciências de Lisboa, a Academia de Marinha, a Académie Internationale d’Histoire des Sciences, a European Society for the History of Science (membro do «Scientific Board») e a History of Science Society.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ano Internacional de Astronomia (www.astronomia2009.org) é organizado em Portugal pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, da Agência Ciência Viva e da European Astronomical Society (EAS).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8212248129374064767?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8212248129374064767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8212248129374064767&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8212248129374064767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8212248129374064767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2010/02/primeira-obra-de-galileu-traduzida-em.html' title='Primeira obra de Galileu traduzida em Portugal'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/S4fj_Or0I2I/AAAAAAAAAGk/9_Z9CP9qKDg/s72-c/galileu2%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1568479969017352406</id><published>2010-01-13T13:16:00.000-02:00</published><updated>2010-01-13T13:16:40.112-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulheres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conquistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homens'/><title type='text'>Maravilha</title><content type='html'>Conviver de maneira próxima com adolescentes é sempre muito divertido. Eles são 'fresh', tendem a ser menos preconceituosos, mais abertos às novidades e nos fazem pensar e repensar muitas coisas. O tema dos últimos dias&amp;nbsp;foi conquista e namoro. Divertido, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com uma conversa entre minha filha e sua melhor amiga, ambas com catorze anos,&amp;nbsp;quando voltávamos de uma pizza na Lagoa (da Conceição, em&amp;nbsp;Florianópolis). Conversa vai, conversa vem, eis que uma diz: "depois daquela história de entrar no MSN dizendo 'bom dia maravilha!', surtei. Achei o cara tão ridículo, tão nada a ver, que decidi terminar tudo naquele momento mesmo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntei, intrigada, se o que o que a incomodava era o fato de ele ser ridículo mesmo ou se era o fato de&amp;nbsp; tê-la elogiado - de uma forma talvez um pouco exagerada, ou até mesmo cafoninha, mas, ainda assim, um elogio. Como conheço a personagem em questão, afirmo com certeza, de&amp;nbsp;que se trata de um menino doce, educado, daqueles que qualquer mãe acha uma graça; portanto, sei que não se trata de um babaquinha qualquer, do tipo conquistador de churrascaria. Ela não soube responder a minha pergunta de imediato e soltou um "sei lá, mãe! que pergunta!'. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei pensando, no quanto as pessoas, de um tempo pra cá, estão desaprendendo a conquistar,&amp;nbsp;e sempre prontas&amp;nbsp;a ridicularizar e&amp;nbsp;rejeitar qualquer tipo de elogio. No caso de uma aproximação afetiva, especificamente, seja de amizade ou aquela mais complexa que envolve uma conquista amorosa, tem-se,&amp;nbsp;de um lado,&amp;nbsp;as mulheres, sempre prontas a se fazerem de superiores, inalcansáveis,&amp;nbsp;e, de outro, os homens cada vez menos hábeis e grosseiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso feminino, esse comportamento não está associado à feminilidade,&amp;nbsp;ao charme, à delicadeza e ao mistério de outros tempos. Não. Em alguns casos, está muito mais próximo a um terrível problema de auto-estima que assola todas aquelas que não se sentem enquadradas exatamente no tipo sexy/ provocante - que podem ser de todos os tipos, é bom que se diga: altas, baixas, magras e gordas, inteligentes ou menos privilegiadas. Independe. Portanto, falo das mulheres comuns, daquelas que não chamam atenção necessariamente por sua aparência ou comportamento ruidoso e/ ou espalhafatoso. Quando um homem se aproxima com uma conversa um pouco mais envolvente, ou faz um elogio, opa! perigo, deve estar querendo me sacanear, se exibir para os amigos, ou, na&amp;nbsp;pior e mais sombria das hipóteses, vai&amp;nbsp;me conquistar e partir meu coração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado temos os homens...Ah, os homens...Estão se tornando tão grosseiros, tão utilitaristas em relação às mulheres...Morro de pena&amp;nbsp;de todos aqueles que ainda guardam em si uma alma romântica, dos cavalheiros, dos poetas, dos gentis homens...Acreditem, mulheres (e homens),&amp;nbsp;eles existem. Tenho um longo currículo de amigos de uma vida inteira,&amp;nbsp;além de um irmão canceriano,&amp;nbsp;um filho libriano, sem contar o marido aquariano. Tenho especial apreço pelas amizades masculinas. Homens amigos são fiéis, leais, nos amam sem restrições, são gentis, não se furtam a mostrar seu lado mais frágil e nos deixam cuidar deles. Isso mesmo, cuidar. Homens de verdade, com H,&amp;nbsp;adoram ser&amp;nbsp;cuidados. E uma mulher de verdade, com M, também gosta de cuidar. Não adianta dizer o contrário, a natureza sempre fala mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho&amp;nbsp;uma amizade masculina, em especial, que já completou 25 anos. Ou seja, já fiz bodas de prata com&amp;nbsp;este amigo&amp;nbsp;antes de fazer com o meu próprio marido!&amp;nbsp;Nos chamamos, carinhosamente, de meu &lt;em&gt;velho&lt;/em&gt; e minha &lt;em&gt;velha, &lt;/em&gt;pois temos a certeza de que envelheceremos juntos - aliás, sabíamos disso desde que éramos adolescentes. Já moramos perto e longe, já tivemos alegrias e decepções amorosas aos montes -&amp;nbsp;no caso dele, já casou e descasou - enfim, é a história de uma relação&amp;nbsp;homem e mulher de muito sucesso.&amp;nbsp;É bom que se diga que meu marido tornou-se amigo dele também e convive afetiva e respeitosamente com a nossa velha amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comento isso porque me lembro que somos de uma geração já bem menos romântica, bem menos gentil do que a de nossos pais e avós, mas, mesmo assim, também me lembro de ter tido uma adolescência muito feliz, cheia de paqueras românticas, festinhas, ensaios de banda de rock&amp;nbsp;na casa dos amigos, bilhetinhos fofos passados durante as aulas, essas coisas que valem a pena serem relembradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embalados pela Blitz, Paralamas, Capital, Legião, fora o pop (ainda)&amp;nbsp;romântico do The Cure, Lloyd Cole, entre outros tantos,&amp;nbsp;namorávamos, sofríamos e também éramos felizes.&amp;nbsp;O Paulo Ricardo (aquele mesmo do RPM) falava &lt;em&gt;princesa&lt;/em&gt; no meio de uma canção e as meninas deliravam, o achavam o máximo. Havia uma aura de conquista que ainda pairava no ar. Se fosse hoje, acho que as adolescentes jogariam ovo nele. &lt;em&gt;'Cara ridículo. Papo de pagode baixa renda'&lt;/em&gt;, diriam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah...os tempos definitivamente são outros e eu, definitivamente, estou ficando velha. Mas, ainda assim, uma velhinha romântica, com muito orgulho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1568479969017352406?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1568479969017352406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1568479969017352406&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1568479969017352406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1568479969017352406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2010/01/maravilha.html' title='Maravilha'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-9218199024614900578</id><published>2009-12-02T00:04:00.000-02:00</published><updated>2009-12-02T00:04:40.435-02:00</updated><title type='text'>AC/DC - SP, Dez 2009</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SxW4mS1ALHI/AAAAAAAAAGY/Hyb7ECqLUQo/s1600/DSCN0835_2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SxW4mS1ALHI/AAAAAAAAAGY/Hyb7ECqLUQo/s400/DSCN0835_2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Foto: Patrícia Fanaya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Eu fui - confesso que mais por causa da minha filha do que por mim mesma. Desconfio um pouco de velhinhos saltitando e berrando pra lá e pra cá. Gosto do som dos caras. Sempre gostei. A desconfiança é em relação `a idade mesmo. Shows em estádios lotados não combinam com senhores barrigudinhos, &amp;nbsp;carecas e, vamos lá, acabadinhos em função de uma vida cheia de excessos. Entretanto, essa é uma posição muito pessoal - minha filha, que está sendo devidamente iniciada nessa vida de shows, não compartilha dela.&lt;br /&gt;Bem, vamos aos pontos positivos: a pontualidade foi britânica - `as 21h e 30min o show começou, o que é bastante incomum em shows de rock, ainda mais em estádios. A multidão de chifrudos-vagalumes urrava em êxtase. O palco estava bem arrumado e a luz, impecável. O filme de animação que rolou nos telões foi muito bem produzido. A lista das músicas já havia sido motivo de muitos comentários em sites especializados e na blogosfera: alguns defenderam a seleção conservadora e repetitiva do grupo e outros se revoltaram de o repertório ser sempre o mesmo, por anos a fio. Pessoalmente, tendo a defender a posição conservadora: acho que a grande maioria das pessoas vai aos shows para ouvir (e, no Brasil, em especial, cantar muito!) os sucessos do passado; músicas novas e desconhecidas, em shows, costumam causar uma baixa de energia e uma certa dispersão na galera.&lt;br /&gt;Quanto aos pontos negativos...bem, para uma pessoa experiente e com um mínimo de ouvido, o som estava péssimo. Os instrumentos se embolavam com a voz de Brian Johnson, o que fez com que, em muitos momentos, se demorasse a entender que música estava sendo executada. Conforme o tempo ia passando, o som ia sendo ajustado. Imperdoável, na minha opinião, que uma banda desse calibre não tenha acertado o som antes do show. Achei uma vergonha e, disparado, o que houve de pior em todos os shows desse porte que eu já assisti - e olha que não foram poucos. Outra coisa que me incomodou foi constatar que, apesar dos esforços de Angus Young, a banda fez um show burocrático, 'by the book', sem entusiasmo e sem comunicação com o público. No final, o bis (que nem foi tão pedido assim) foi de duas músicas e pronto. A multidão foi se dispersando sem insistir nem um pouco para que a banda voltasse ao palco.&lt;br /&gt;Para minha surpresa, no dia seguinte, os jornais de maior circulação e os portais na internet foram só elogios e nada mais.&amp;nbsp;Sei lá, acho que estou ficando velha e exigente demais; ou será que não se pode mais fazer críticas por aqui?&lt;br /&gt;Ainda assim, acredito que uma banda como o AC/DC que&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;já vendeu cerca de 200 milhões de cópias em todo o mundo;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;que produziu um álbum como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Back_in_Black" style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: initial; background-image: none; background-repeat: initial; text-decoration: none;" title="Back in Black"&gt;Back in Black&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;que vendeu até hoje cerca de 43 milhões de cópias em nível mundial,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;fazendo dele o 2º álbum mais vendido de todos os tempos e o 5º mais vendido nos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;a class="mw-redirect" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica" style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: initial; background-image: none; background-repeat: initial; text-decoration: none;" title="Estados Unidos da América"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Estados Unidos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;; que&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;ficou em quarto lugar na lista da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/VH1" style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: initial; background-image: none; background-repeat: initial; text-decoration: none;" title="VH1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;VH1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;dos "100 Maiores Artistas de Hard Rock;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;e que foi considerada pela&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MTV" style="-webkit-background-clip: initial; -webkit-background-origin: initial; background-attachment: initial; background-color: initial; background-image: none; background-repeat: initial; text-decoration: none;" title="MTV"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;MTV&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;a 7ª "Maior Banda de Heavy Metal de Todos os Tempos", deve saber o que ainda pode fazer. Ou não.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-9218199024614900578?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/9218199024614900578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=9218199024614900578&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/9218199024614900578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/9218199024614900578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/12/acdc-sp-dez-2009.html' title='AC/DC - SP, Dez 2009'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SxW4mS1ALHI/AAAAAAAAAGY/Hyb7ECqLUQo/s72-c/DSCN0835_2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1279031387267329986</id><published>2009-10-25T22:38:00.000-02:00</published><updated>2009-10-25T22:38:57.095-02:00</updated><title type='text'>A vida das crianças de 3 culturas</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;www.estadao.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 4 anos, Ethienne decidiu: é palmeirense. O irmão mais velho, Christopher, de quase 6 anos, é são-paulino convicto. Consenso mesmo só na seleção. Eles respondem em um português claro que é o Brasil. Mudam de assunto e seguem a conversar em inglês com o pai, Paul Groom, sobre o desenho sensação do momento, Ben 10. E falam em francês para a mãe, Dominique, sobre o programa infantil Cocoricó. Essa mistura de culturas e idiomas é o que configura uma típica família com Third Culture Kids (TCKs, crianças de uma terceira cultura, na sigla em inglês). Nesse caso, pai inglês, mãe francesa e filhos brasileiros, mas trilíngues. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão TCK foi criada há 40 anos por Ruth Hill Useem, estudiosa de crianças americanas que viviam na Índia. "São pessoas que passaram a maior parte da infância e adolescência longe da cultura de seus pais. Um TCK constrói relações com várias culturas, embora não tenha ligação forte com nenhuma", diz a definição do site TCK World, um dos vários que reúnem jovens com esse perfil pela África, Ásia, Europa e América. Com o crescimento econômico, o Brasil entrou nessa rota de expatriados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul, consultor financeiro, conheceu a executiva Dominique no Rio, em 1999, quando visitavam o País a negócios. O inglês já era pai de outros três filhos, que moram nos Estados Unidos. Ele também tem cidadania americana. Por isso, os filhos com Dominique têm nada menos do que quatro nacionalidades. "O custo para manter tantos passaportes é altíssimo", diverte-se Paul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As despesas com a vida internacional vão além. Só neste ano, a família Groom já viajou para o exterior cinco vezes. Três para os EUA e duas para a França, onde os meninos passam o tempo com os avós maternos e primos, familiarizando-se com a cultura da mãe e treinando o francês, que ambos falam sem sotaque. "Temos obrigação de ensiná-los sobre as características de nossos países."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudiosos dizem que, por um lado, os TCKs têm a vantagem de falar vários idiomas, conhecer diversas culturas e se adaptar facilmente a novos ambientes, o que ajuda na carreira profissional. Por outro, sofrem com a falta de raiz, com as dificuldades de ter de fazer novos amigos sempre e de não ter um lugar que possam chamar de casa, dizem David Pollock e Ruth Van Reken (ela própria uma TCK), autores do livro Third Culture Kids: The Experience of Growing Up Among Worlds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para amenizar alguns efeitos negativos, muitos pais procuram escolas internacionais. A francesa Isabelle Stalker e seu marido americano, Jason Stalker, executivo de multinacional, fizeram essa opção. Matricularam Priscilla, de 8 anos, e Allan, de 5, ambos brasileiros, em uma escola americana, a Chapel School, que tem 700 alunos de 30 nacionalidades diferentes. "A escola internacional é um lugar de acolhimento para TCKs", diz Isabelle, professora de francês, que dá como certa uma nova mudança de país dentro de três anos. "Allan é um garoto mais internacional, por ser mais novo. Priscilla se sente brasileira acima de tudo." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os TCKs são as crianças do futuro, porque falam vários idiomas e entendem outras culturas", diz Isabelle. O diretor da Chapel School, John Ciallelo, concorda. "TCKs veem o mundo com uma perspectiva diferente, mais ampla. E, de certa forma, todas as crianças estão se tornando TCKs por conta dos avanços tecnológicos que as colocam em contato com o mundo inteiro." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kelly Piquet, filha do tricampeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet, e de uma holandesa, também é TCK. Ela cresceu entre Monte Carlo, Oxford e Brasília e hoje faz universidade em Nova York. "Eu me sinto em casa quando estou na Holanda. Mas também sinto falta do Brasil e de Mônaco", diz a estudante de Relações Internacionais, que foi alfabetizada em francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE LUGAR NENHUM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Departamento de Estado dos EUA, com funcionários deslocados para outros países e casados com pessoas de outras nacionalidades, criou uma página na internet sobre crianças de terceira cultura para orientar os pais a criar os filhos. "TCKs tendem a ter mais em comum com seus pares do que com os que não tiveram experiências internacionais", diz o Departamento de Estado, acrescentando que "eles demoram para estabelecer uma identidade". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filho de um diplomata americano, mantido anônimo pelo Departamento de Estado, escreveu em um artigo que se tornou uma espécie de "tratado dos TCKs", que eles cresceram "sem serem locais" de nenhum lugar. "Pertencemos a uma terceira cultura." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aiza Blinder, filha do jornalista brasileiro Caio Blinder com uma filipina, é outro exemplo. Em entrevista ao Estado, apesar de fluente em português, pediu para responder às perguntas em inglês porque se expressa melhor nessa língua. "Tenho a vantagem de viver em New Jersey, onde muitas pessoas são como eu", afirma ela, que viaja todas as férias para o Brasil. "Hoje, com o Facebook, consigo manter minhas amizades em outras partes do mundo." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando se é hóspede em um país, não há espaço para arrogância ou para achar que o seu país é melhor", diz Olivier Weber, alto executivo suíço casado com uma dominicana, e que mora no Brasil. Ele tem dois filhos, Alexander, dominicano, e Jessica, brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe de uma criança de terceira cultura, Paula Homor resolveu lançar um blog bilíngue para ajudar os pais estrangeiros que criam filhos em Nova York. Ela é brasileira, o marido austríaco e teme que a filha, hoje com 2 anos, não escreva bem em nenhum idioma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Ciallelo, da Chapel School, admite que o aprendizado de muitas línguas pode ser difícil e frustrante. Mas lembra que crianças assimilam novos idiomas rapidamente. "Além disso, um TCK tem outras facilidades, como sua sociabilidade." Para não haver dúvidas das habilidades de um TCK, basta lembrar que o presidente dos EUA, Barack Obama, é nascido no Havaí, filho de um queniano com uma americana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1279031387267329986?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1279031387267329986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1279031387267329986&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1279031387267329986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1279031387267329986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/10/vida-das-criancas-de-3-culturas.html' title='A vida das crianças de 3 culturas'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-420501448368208767</id><published>2009-09-12T19:01:00.000-03:00</published><updated>2009-09-12T19:01:01.469-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotografia'/><title type='text'>Fotógrafo andarilho de um planeta não revelado</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwaBCdNShI/AAAAAAAAAFE/jk8p5nDBsjY/s1600-h/Sebastiao+Salgado.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwaBCdNShI/AAAAAAAAAFE/jk8p5nDBsjY/s320/Sebastiao+Salgado.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sebastião Salgado finaliza o ambicioso projeto Gênesis e fala da arte que tem como ofício.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura Greenhalgh, de O Estado de S. Paulo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sebastião Salgado tem o mundo impresso na memória. E pode comprovar isso. Aos 65 anos de idade, 36 deles dedicados à fotografia, cruzou o planeta em todas as direções, inclusive emburacando-se pelos lugares mais recônditos, para compor este que já é certamente um dos maiores acervos autorais de imagens de que se tem notícia. Mas Sebastião Salgado, pasmem, garante na entrevista a seguir que está ficando velho. E que um dia pode parar de fotografar. A previsão surpreende na voz que ainda se exalta, e se transporta, ao explicar as andanças pelo mundo em busca de rostos, gestos, corpos, lugares. "Para fazer fotografia documental é preciso ter sempre a ‘vontade de ir’. E eu tenho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, este mineiro de Aimorés, famoso no mundo inteiro pelo que vê e dispara de sua Leica (depois pôs-se a fazer o mesmo da Pentax e agora da Canon) anunciou que passaria oito anos fotografando lugares prístinos, ou seja, paraísos terrestres habitados por agrupamentos humanos cujos laços com a natureza são ainda primordiais. E que o projeto receberia o batismo bíblico de Gênesis. Pois a empreitada vai chegando ao fim. Prestes a embarcar em um navio para a Geórgia do Sul, contornando as Malvinas, Sebastião Salgado - Tião para os próximos - está quase no fim da série de 32 reportagens fotográficas por cinco continentes, numa geografia estranha aos roteiros turísticos convencionais. Longe disso: o economista que se bandeou para a fotografia aos 29 anos, hoje admite escalar a antropologia visual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não o faz sozinho. Tem a seu lado a arquiteta Lélia Wanick Salgado, a Lelinha, para Tião, mulher, mãe de seus dois filhos e "minha sócia na vida". Isso diz tudo. Foi com a Leica de Lélia que começou a fotografar nos anos 70 (ambos estudavam e moravam em Paris). Foi com o apoio de Lélia que trocou de profissão (era economista da Organização Internacional do Café e decidiu procurar emprego em agências fotográficas como Gamma, Sigma e Magnum) e foi com Lélia que montou, nos anos 90, a Amazonas Images, especializada em Sebastião Salgado. É Lélia quem edita os livros de fotografia dessa grife consagrada - entre eles, Trabalhadores, Terra, Êxodos e tantos outros - assim como é Lélia quem arquiteta e controla a montagem de exposições do marido pelo mundo (dentro de alguns dias vai inaugurar uma em Tóquio). Por muito menos, Lelinha já seria "a mulher de verdade", como diz o samba famoso, só que tem mais: ela preside o Instituto Terra, um vasto e bem-sucedido projeto ambiental, concebido com o marido na região do Vale do Rio Doce. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da experiência direta com o ambientalismo veio a vontade de fotografar o planeta em lugares onde poucos pisaram, como explicará Sebastião. Gênesis estará concluído no ano que vem e, a partir daí, começam exposições de imagens do projeto que, a depender da vontade do casal Salgado, serão eventos ao ar livre, em grandes parques, por várias capitais do mundo. As fotografias também serão tema de um filme de Wim Wenders, com trilha do jovem compositor americano Jonathan Elias. Nestas páginas, quatro imagens dão apenas uma amostra do que vem por aí. Como o grupo de índios Zo’e, do Pará, povo que hoje não chega a 280 pessoas - vistos na mata, com seus cocares brancos, em fotografia jamais divulgada. Cenas de uma beleza desconcertante para ‘ocidentais’ tão domesticados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você tem dito que o Gênesis é seu último grande projeto fotográfico. Por que estabelecer o limite?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Digo que é o último projeto desse porte. Falo de projeto que leva anos para se concretizar, com viagens às vezes muito duras, desafios como o de andar 850 quilômetros até chegar a um determinado ponto. É preciso estar muito motivado e ter enorme disposição para encarar tudo isso. Não que eu vá parar de fotografar, mas encarar projetos nessa escala já pesa na minha idade. Tento me manter em forma, faço ginástica todos os dias, cruzo Paris de bicicleta, só que chega aquela hora em que o joelho começa a não querer obedecer. Como também vai chegar a hora em que vou preferir editar o meu material, talvez esse seja o trabalho mais importante que eu tenha pela frente. Sempre trabalhei muito, produzi um volume incrível de imagens. Tenho mais de 500 mil cópias de leitura, fora a imensidão de negativos que ainda não mexi. E uma imensidão de fotos paralelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como assim?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, Lélia e eu começamos a editar nossas fotografias de família, material feito ao longo das nossas vidas, com nossos meninos crescendo. Então, penso um dia trabalhar no meu acervo, considerando que a idade vem chegando, que eu posso vir a me repetir e que os novos fotógrafos estão aí, vamos deixar lugar para eles. Tenho pensado nisso tudo. Inclusive na pertinência dos meus trabalhos. Falo de pertinência histórica, ideológica, pessoal. Hoje só faço aquilo com o qual tenho profunda identificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De que suporte financeiro você dispõe ao fazer um projeto das dimensões do Gênesis?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Temos o suporte de várias publicações: Rolling Stone, Paris Match, Guardian, La Republica, entre outras. Temos o apoio financeiro de duas fundações americanas, como também da Vale, nossa parceira de longa data. Agora mesmo vou passar dois meses na Geórgia do Sul e vem sendo montado um barco para essa reportagem, partindo das Malvinas. São viagens caras desde a fase da preparação. Quando comecei a propor projetos de três, cinco anos, os parceiros não entendiam bem. Hoje creio que ganhamos credibilidade. Quando falo para esses veículos que passarei oito anos fotografando e que, de tempos em tempos, eles terão minhas reportagens, ninguém duvida de que isso aconteça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois de ter fotografado intensamente nestes últimos 36 anos, de propaganda de carro à vida dos garimpeiros, como é que você definiu o escopo do Gênesis? Por que buscar os lugares intocados do planeta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ideia do Gênesis nasce da experiência no Instituto Terra, uma reserva ambiental que começou a surgir no momento em recomprei as terras que foram da minha família, na região do Vale do Rio Doce. Ali passamos a lidar com o tema da biodiversidade, já optando pelo reflorestamento de uma área que estava bem degradada. As primeiras 500 mil mudas foram doadas pela Vale, com quem também nos associamos para fazer um programa de educação ambiental de longo alcance, o Terrinha. Lá na região, replantamos 1,5 milhão de árvores. Então, foi lidando com esse tipo de coisa que bateu a vontade de fotografar o planeta. Desenvolvemos um conceito, elaboramos o projeto fotográfico e fomos embora. Lélia e eu fizemos um sem-número de leituras, procuramos organizações ambientalistas pelo mundo. Por exemplo, grande parte da pesquisa foi feita nos arquivos da Conservation International, em Washington. Trabalhamos ainda com o Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, em Nairóbi, e com a Unesco. Quando iniciei o projeto por Galápagos, em 2004, estava tudo planejado para os anos seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E por que Galápagos? Tem a ver com Darwin?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Exatamente. Eu tinha vontade de entendê-lo. Já havia lido a teoria da evolução das espécies, sobre a viagem do Beagle, mas lá em Galápagos, hoje um patrimônio da humanidade, fica muito mais fácil compreender Darwin. Porque é possível conferir, visualmente, como uma determinada espécie se desenvolve de maneira diferente de uma ilha para outra. Em Galápagos você tem um microcosmos que retrata o universo. Acabei ficando por lá mais tempo do que o próprio Darwin. Ele passou 47 dias lá, eu passei 90. Tive autorização da Fundação Charles Darwin e do Parque Nacional de Galápagos para visitar todas as ilhas do arquipélago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que você privilegia no Gênesis: o homem, o bicho ou a natureza?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ainda é o homem. Se você imaginar que 30 a 40% do projeto são fotos de pessoas e que a natureza tem muito, muito mais espécies, então o humano prevalece. Fotografei agrupamentos que vivem, em relação ao planeta, naquele mesmo equilíbrio dos tempos primordiais. Este foi o meu critério, por isso desisti de fotografar comunidades esquimós no Alasca ao ver que vários grupos já caçam com rifle e há chefe esquimó que tem até avião particular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Afinal, encontrou esse humano 100% "in natura"?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há vários grupos assim. Os mentawai, que vivem na ilha de Sumatra, na Indonésia, ainda mantêm uma relação tão forte com a natureza a ponto de fazê-la "deus". É preciso pedir permissões à natureza o tempo todo. Quando fotografo essas pessoas, às vezes preciso isolá-las do contexto para fazer um bom retrato. Posso improvisar um estúdio na mata com folhas, ou tecidos, fundos relativamente neutros. Pois para fazer um estúdio precisei tirar algumas palhas das casas mentawai. Tivemos que pedir autorização "divina" e a resposta só veio depois que a comunidade leu o futuro nas tripas dos animais, como é a tradição. Daí uma cobra entrou na nossa casa e meu assistente teve que matá-la. Pronto, os mentawai não gostaram, porque seria um aviso de que as coisas não estavam indo bem. Eles atravessam hoje um estágio evolutivo interessantíssimo: estão agora domesticando plantas e animais. Trabalhei também com os chamados bushmen, de Botswana e da Namíbia, que vivem como há 50 mil anos. São coletores-caçadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sempre viaja com intérpretes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim. No caso dos Zo’e, no Pará, fui com uma estudiosa da língua deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existe um estranhamento quando você trava o primeiro contato com um humano que vive num estágio evolutivo tão remoto e diverso do seu?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não. Primeiro porque, mesmo que demore um certo tempo, acabo sendo aceito ali. Como com o grupo, durmo onde o grupo dorme, me desloco com ele, enfim, passo a fazer parte desse núcleo. As reações, a maior parte delas, são previsíveis, porque são humanas, ainda que não se entenda uma conversa feita na base de estalos de língua. Eu nunca vi relações tão amorosas com os filhos quanto em grupos coletores-caçadores. Nos Zo’e, por exemplo, não existe o conceito do "não" para pôr limites nas crianças. Um dia eu estava fotografando e o indiozinho não parava quieto, não me deixava em paz, pulava pra cá, pra lá, derrubava coisas... daí eu pedi à intérprete que falasse com a mãe dele. A intérprete hesitou, mas falou. E a mãe ficou desesperada, porque não sabia me atender naquilo que eu pedia. Entre estes índios, padrões de comportamento mais maduros e responsáveis se desenvolvem naturalmente, à medida que pessoas crescem e envelhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você mostra as fotos que faz dessas pessoas para elas próprias?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para os Zo’e cheguei a mostrar no visor da máquina digital. Para outros grupos, não, e nem terei como mandar as fotos, pois são nômades. Os índios adoraram, pois, como em todos os grupos visitados, sem exceção, demonstram grande preocupação com a estética. As mulheres, todas, andam com um espelho. E a todo momento arrumam o cocar de penas de urubu branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas são índias com espelho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Funai deu para eles quatro instrumentos de branco: o espelho, do qual as mulheres não desgrudam, lanterna, facão e faquinha. O caso da lanterna é interessante: porque ela já vem com pilhas e a Funai só dá outras mediante a entrega das velhas. A lanterna foi de grande ajuda, pois havia muita picada de cobra em caçada noturna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você se refere ao seu trabalho como reportagem e fala das fotos como documentos. Qual é o limite entre a foto documental e a foto artística?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que é artístico? Eis o problema. Recentemente vi uma exposição de arte africana em Barcelona, num belo museu. A maioria das obras era de uso cotidiano, cestas, jarros, ferramentas agrícolas, peças que são vendidas por milhares de euros. Vá conferir no Museu d’Orsay, em Paris, os salões dedicados à arte da África e da Oceania: 90% do que é exposto são utensílios de uso diário ou religioso. Hoje aumenta o número dos meus colecionadores, minhas fotos vêm ganhando preço no mercado de arte, mas não perco de vista o que faço. Como aquela foto da invasão do MST na Fazenda Giacometti, no Paraná, numa situação-limite, às 5 da madrugada, e eu ali, com um filme de 3200 ASA, quase sem luz para operar. Fiz um documento. Um dia o MST não terá mais força, ou desaparecerá, eu mesmo vou desaparecer, mas a fotografia permanecerá. Será referência da nossa sociedade, ganhando dimensão artística. Dizer que faço foto de arte, ah, isso não rola comigo. Porque sou repórter, tenho carteira de jornalista, nossa agência, a Amazonas Images, é de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como você mesmo diz, cresce o número dos seus colecionadores. Sebastião Salgado virou um clássico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estou me tornando. No Gênesis, pela primeira vez na vida admiti fazer fotografias com número limitado de reproduções. Porque sempre fotografei pessoas em suas situações de vida, jamais tive qualquer problema com direitos de uso de imagem e sempre distribuí minhas fotos em séries ilimitadas, o que reduz muito o preço delas. Agora quero lidar com número limitado de cópias, reproduções feitas em papel platinum, caras, porém maravilhosas. Creio que esse trabalho merece. Já fizemos algumas cópias e, no futuro, pretendemos lançar as séries limitadas. Aí, sim, será a estreia no mercado de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Especialmente nas fotos de paisagem do Gênesis você parece mais formal, preocupado em mostrar texturas, realçar formas, captar nuances tonais.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fui acusado de estetizar a miséria. E sabe por quê? Porque minhas fotografias sempre foram bem compostas. Sabe de onde vêm as texturas? Do filme de imprensa que sempre usei, o TRI-X, que dá grão. Quase só fotografo na contraluz e demorei a perceber isso. Um dia a Lélia montou uma exposição minha em Havana e um professor de uma escola de artes em Cuba veio visitá-la com os alunos. Eu o ouvi dizer a eles ‘este fotógrafo aqui só trabalha contra a luz’. Daí me toquei! Fazia aquilo instintivamente, sem me dar conta de que é na contraluz que se destacam os relevos, pois a zona de luz e sombra permite criar a noção de volume. Quando você me fala das paisagens que tenho feito, não significa que esteja procurando um estetismo na natureza. É que a natureza é profundamente estética. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dê exemplos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fotografei os dois vulcões mais altos da placa euro-asiática, na península da Kamchatka, na Rússia, com mais de 4 mil metros de altura. Acordo de manhã, com aquelas nuvens fantásticas no céu, aquilo me deu a impressão de estar no fundo do mar enxergando o topo de uma montanha. Vi chuva de luz em Kamchatka, tal a beleza dos raios solares atravessando aquelas nuvens. Ora, não preciso ser esteta diante desse espetáculo. Procuro registrar os prístinos, locais no mundo onde poucos pisaram, então é natural que essas imagens nos provoquem sensações fortes. Como a foto que fiz de um iceberg na Antártica, que mais parecia um castelo medieval na Escócia, no entanto, trata-se de uma escultura mutante da natureza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas você concorda que algumas dessas imagens beiram o abstrato?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pode ser. A rigor, sou um esteta desde o início, porque não se esqueça de que a fotografia é uma linguagem formal: você tem um plano, tem um fundo, tem um sistema de linhas, é preciso organizar esse negócio. O bom fotógrafo é aquele que domina as suas variáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é que você ‘ataca’ a cena? Porque as variáveis também são externas: por exemplo, nuvens dançam no céu. As patas dos animais movem-se pelas matas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São tempos internos distintos. Dou como exemplo a foto que fiz da mão da iguana. Eu vi aquela pata, que é uma mão na verdade, com cinco dedos e tudo. E quis fotografá-la, mas teria de ser com uma lente macro, bem de perto, para captar o detalhe. A iguana como que autorizou a foto, porque, normalmente, é bicho que não aceita aproximação a menos de 2 metros. Tive que ir me chegando, de joelhos, com delicadeza: ela me observava, eu a observava; eu avançava um pouco mais, ela sabia que alguma coisa estranha iria acontecer, mas aceitava; daí finalmente fiquei bem perto daquela mão e fiz a foto. Aí fui recuando, rastejando para trás, bem devagar. E ela me observava. Quando uma foto como esta é finalmente feita, o cansaço que bate é total. Porque, ali, o fotógrafo sabe que tem a possibilidade de fazer uma fotografia incrível, mas, numa fração de segundos, poderá perdê-la. Ou não. São extenuantes essas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É o "momento decisivo" de Cartier-Bresson?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim e não. Esse conceito é parcialmente válido para mim, porque trabalho noutra realidade. O conceito de "momento decisivo" em Cartier-Bresson é de corte representativo: só existe aquele momento, o antes não é bom, e o depois, também não. Para mim isso não é verdade. Penso num fenômeno fotográfico feito de aproximações e ajustes, um fenômeno em evolução, com envolvimento das pessoas, dos lugares, com muitas conexões, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando você olha suas fotos de publicidade reconhece nelas o mesmo Sebastião Salgado do Gênesis?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Claro. Nunca fiz foto de publicidade que eu não me sentisse realmente motivado a fazê-la. Isso vale também para meus tempos nas agências Gamma, Sigma, Magnum. Quando inauguraram o aeroporto de Malpensa, em Milão, fui contratado para fazer fotos de promoção do lugar, mal aceito pela população do norte da Itália. Seriam fotos para estampar pôsteres distribuídos pelo país. Adorei a encomenda, não só porque me pagaram uma fortuna, mas porque eu tive a oportunidade de conhecer o que cerca e envolve um aeroporto. E saí fotografando. Descobri uma "cidade" que emprega 15 mil pessoas. Tem de tudo lá: do pessoal da limpeza bruta ao pessoal dos ajustes mais finos. Vi as famílias desembarcando, o encontro dos parentes, fabulosas histórias de vida. Descobri um grupo de aposentados, fanáticos por avião, que passa os dias controlando o tráfego aéreo das cercas de arame que circundam Malpensa. Propus aos meus clientes que fizessem um livro com aquele material. E toparam. Foi uma experiência genial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como você se sente quando dizem que só faz fotografia engajada?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Isso é um comentário limitador. Não sou um fotógrafo militante, embora me engaje profundamente naquilo que eu faço, quase como forma de vida. O que é muito diferente. Tenho minha ideologia, que pode ou não ser aceita, e fotografo tudo, da natureza ao carro da montadora, com a mesma doação pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é fotografar gente célebre?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fiz e ainda faço isso. São momentos especiais. Porque peço sempre um tempo maior para fazer portraits, não aceito correrias. Como no caso do retrato do Bill Clinton para a Vogue americana. Pedi uma semana com ele, se não fosse assim, nada feito. Muitas vezes fiquei amigo dos fotografados. Como no caso do Italo Calvino. O New York Times pediu um retrato dele, viajei até Roma, me instalei num hotel e fui para a casa do escritor. Apertei a campainha, Italo veio até a porta e perguntou se eu era o fotógrafo do Times. Daí indagou quanto tempo eu precisaria para o serviço, já dizendo que uma hora estaria de bom tamanho. Eu expliquei: "Não, preciso de três dias." Ele reagiu de pronto, disse que jamais daria três dias da vida dele para mim ou para o Times. E eu rebati, então não dá para fazer. Estávamos nessa discussão quando chegou a mulher dele, uma argentina decidida, e botou ordem no pedaço. Não só ordenou ao Italo que ficasse à minha disposição o tempo que fosse preciso, como ordenou que eu me mudasse para a casa deles. Fotografei-o em casa, pelas ruas de Roma, fui para a casa deles em Paris, assim nasceu uma amizade que durou a vida inteira do Italo. Retrato precisa de tempo. E quem me pede para fazer um já sabe disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E a sua fidelidade ao preto e branco? Justamente por andar pelo mundo fotografando paraísos, muita gente lhe cobra a foto em cor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Preto e branco é o que sei fazer. E não sou o único. Tem uma porção de fotógrafos que continuam fiéis a isso. Vou citar apenas um: o Cristiano Mascaro, que é um megafotógrafo, só produz em preto e branco. Não sei fazer o que ele faz, mas tanto ele quanto eu nos identificamos com essa abstração. No P&amp;amp;B aprendi a lidar com densidade, a controlar a revelação, a fazer minhas reproduções e mesmo hoje, já inteiramente adaptado à tecnologia digital, sigo no mesmo caminho. Tanto que programo a máquina digital de tal forma que, através dela, só vejo em preto e branco. O descarte da cor se dá logo no início. Passei a minha vida aperfeiçoando, não vou abandonar isso agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No entanto, você fez a passagem da máquina analógica para a digital com tranquilidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Só mudei o suporte, porque o processo continua rigorosamente o mesmo. Trabalhei quase toda a minha vida com Leica, depois, como precisava de negativos maiores, passei para Pentax. E agora fotografo com Canon. Mas, digitais ou analógicas, as máquinas são as mesmas, como as lentes também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que diz que o processo não mudou?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Explico: fotografo em digital, daí tenho dois assistentes que descarregam os cartões lá em Paris e preparam para mim os contatos. Só então começo a seleção de imagens, porque não sei vê-las em computador, necessito ter os contatos e os meus, sinceramente, são lindos. Bom, edito os contatos, tenho um assistente só para fazer as cópias de leitura, e daí entram outros dois assistentes, responsáveis pelas cópias finais. Sobre essas cópias fazemos negativos, pois se por acaso perder imagens no armazenamento digital, tenho lá meus negativos muito bem guardados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A tecnologia da imagem poderá um dia subjugar o olhar do fotógrafo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não creio, principalmente num trabalho como o meu, que é jornalístico e depende da iniciativa pessoal. Só faz fotografia documental quem tem aquela "vontade de ir". Isso é fundamental. O resto são as tais variáveis que devemos aprender a dominar. Muitas vezes acordo de pesadelos em minha casa, em Paris, sem saber onde estou. Isso me dá aflição. Mas quando me encontro num canto remoto do mundo, a sensação que tenho é a de saber exatamente onde estou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E a manipulação de imagem, hoje tão mais fácil, tão mais imperceptível e tão mais incontrolável no mundo digital? Isso é um pesadelo para você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos grosseiras, manipulações de imagem sempre existiram, por que vou me preocupar com isso? A verdade do fotógrafo é aquela fração de segundo. Se fizerem manipulação sobre isso, então não estaremos mais falando de fotografia. Daí nem me compete opinar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-420501448368208767?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/420501448368208767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=420501448368208767&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/420501448368208767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/420501448368208767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/09/fotografo-andarilho-de-um-planeta-nao.html' title='Fotógrafo andarilho de um planeta não revelado'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwaBCdNShI/AAAAAAAAAFE/jk8p5nDBsjY/s72-c/Sebastiao+Salgado.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-5503253006945171128</id><published>2009-09-09T14:49:00.001-03:00</published><updated>2009-09-09T14:49:23.633-03:00</updated><title type='text'>Evolucao tecnologica e revoluÃ§ao editorial</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&amp;id=1766&amp;language=portuguese"&gt;EvoluÃÂ§ÃÂ£o tecnolÃÂ³gica e revoluÃÂ§ÃÂ£o editorial&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shared via 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href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/09/evolucao-tecnologica-e-revoluaao.html' title='Evolucao tecnologica e revoluÃ§ao editorial'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-2449488403904759267</id><published>2009-09-09T14:44:00.001-03:00</published><updated>2009-09-09T14:44:40.843-03:00</updated><title type='text'>Google por toda parte: ate onde pode crescer a gigante do segmento de busca?</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&amp;id=1768&amp;language=portuguese"&gt;Google por toda parte: atÃÂ© onde pode crescer a gigante do segmento de busca?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shared via &lt;a 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href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/09/google-por-toda-parte-ate-onde-pode.html' title='Google por toda parte: ate onde pode crescer a gigante do segmento de busca?'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-6711583516137487782</id><published>2009-08-08T17:20:00.001-03:00</published><updated>2009-08-08T17:20:59.585-03:00</updated><title type='text'>Empresas brasileiras investem mais em expansÃÂ£o dos negÃÂ³cios no exterior</title><content type='html'>&lt;a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI86150-16355,00.html"&gt;Empresas brasileiras investem mais em expansÃÂ£o dos negÃÂ³cios no exterior&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shared via &lt;a 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href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/08/empresas-brasileiras-investem-mais-em.html' title='Empresas brasileiras investem mais em expansÃÂ£o dos negÃÂ³cios no exterior'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-146123192147945661</id><published>2009-08-06T17:26:00.001-03:00</published><updated>2009-08-06T17:26:08.707-03:00</updated><title type='text'>Can't wait to see</title><content type='html'>&lt;embed src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1564552387" bgcolor="#FFFFFF" 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src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-6223790157572950165</id><published>2009-07-20T20:51:00.009-03:00</published><updated>2009-07-20T23:02:52.038-03:00</updated><title type='text'>No Mundo da Lua</title><content type='html'>No dia 24 de agosto de 2006, me encontrava em Flagstaff, Arizona, visitando o Observatório Lowell. Por uma dessas razões, que a própria razão desconhece, quis o destino que esse fosse o dia no qual a União Astronômica Internacional decidira pela exclusão de Plutão da lista de planetas do Sistema Solar. Justamente, naquela noite limpa e estrelada, cerca de 2.500 especialistas estavam reunidos em Praga, do outro lado do mundo, para decidir o destino de Plutão; e eu, ali, olhando pelo mesmo telescópio que, em 1930, auxiliara na descoberta do, então, 9º planeta do Sistema Solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de continuar essa história, é necessário explicar algumas coisas a meu respeito. Amo o céu e as estrelas. Cresci em Brasília, no meio do Planalto Central. Garanto ao leitor que, no Brasil, céu mais lindo não há. O manto negro da noite, salpicado de luzinhas brilhantes, embalou meus sonhos de menina, meus desejos adolescentes e meus anseios de mulher. O mistério do infinito sempre exerceu especial fascínio sobre mim. Quando pequena, um de meus programas favoritos era ir ao Planetário de Brasília, nos fins de semana, e viajar ao espaço sideral - mesmo que fosse de mentirinha. Já vi até lançamento de foguete, ao vivo, pela janela do hotel, em Cabo Kennedy, hoje, Canaveral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando morei  nos Estados Unidos, acompanhei, com muito interesse, o lançamento do ônibus espacial Challenger, que se desintegrou 73 segundos após o lançamento, matando toda a tripulação, inclusive a primeira professora a participar de uma missão espacial, Christa MacAuliffe, fato que muito me chocou à época. E, adivinhem qual era o meu programa favorito de fins de semana e feriados... visitar o mais espetacular, o mais incrível museu dentre todos os museus maravilhosos que Washington acolhe: o National Air and Space Museum. Naves espaciais de verdade, fragmentos da lua (!!!), comidinhas de astronauta, planetário, toda a história das loucas tentativas do homem viajar pelo espaço, as descobertas científicas, o desenvolvimento da engenharia, da astronomia, isso sem contar toda a história da aviação, dos homens incríveis e suas maravilhosas máquinas de voar. A esta altura, acredito não espantar mais ninguém o fato de eu ter querido ser astronauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano de 2009, além de comemorarmos 40 anos da chegada do homem à lua, a UNESCO e a União Astronômica Internacional decidiram dedicar o ano à Astronomia, em homenagem a Galileu, que há 400 anos atrás apontou um telescópio para os céus e mudou a história da humanidade, afirmando e defendendo que a Terra não era o centro do univesrso. Por causa de suas descobertas, quase morreu queimado nas fogueiras da inquisição. Ah, essa Igreja, sempre fazenda das suas...Pois bem, chegamos ao ponto principal deste artigo: a negação da ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há exatos dois anos precisei ir tomar satisfações no ( hoje antigo) colégio da minha filha, por que o professor de ciências (?!) havia dito, em sala de aula, para aquelas crianças de sexta série, que o homem não havia ido à lua - que essa história era uma invenção americana da época da Guerra Fria. Caso de polícia. Se fosse em outro país, esse cidadão teria sido demitido sumariamente do colégio. Aqui, não: continua lá prestando um péssimo serviço à sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiantando um pouco o filme, acompanhei, na semana passada, a cobertura medíocre que a imprensa brasileira conseguiu dar aos 40 anos da chegada do homem à lua, em meio a escândalos de SirNey e seus comparsas. Fiquei chocada com o pouco caso e também com as 'opiniões' dos 'entendidos' que escreveram para as 'cartas dos leitores' do jornal local e sites da internet. Inacreditável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando melhor, não sei o motivo de ter ficado tão chocada com a negação da ciência. Um país que trata a educação e a ciência do jeito que o Brasil trata, só merece mesmo essa qualidade inferior de cidadãos. É próprio das sociedades atrasadas, que nada produzem, que não fazem nunca a diferença, um alto grau de obscurantismo. É mais fácil um brasileiro acreditar no Saci Pererê e na Mula-Sem-Cabeça do que em um homem ter pisado na lua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-6223790157572950165?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/6223790157572950165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=6223790157572950165&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6223790157572950165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6223790157572950165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/07/no-mundo-da-lua.html' title='No Mundo da Lua'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-2548333389972938380</id><published>2009-07-16T18:43:00.004-03:00</published><updated>2009-07-16T19:30:14.189-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação transnacional; tradução; diferenças culturais'/><title type='text'>O Valor da Comunicação em Tempos de Negócios Globais</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-a73d95792d0d8e3d" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v4.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Da73d95792d0d8e3d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331854488%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DE4498D52FBFC7B5E11FC77431240F70F5247E02.26EF228FC2062AA8EF396D62400E0B16509A06AE%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da73d95792d0d8e3d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7kuW6PBLqbSIHoisyk66WyEEfuU&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v4.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Da73d95792d0d8e3d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331854488%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DE4498D52FBFC7B5E11FC77431240F70F5247E02.26EF228FC2062AA8EF396D62400E0B16509A06AE%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da73d95792d0d8e3d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7kuW6PBLqbSIHoisyk66WyEEfuU&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A palestra &lt;em&gt;O Valor da Comunicação em Tempos de Negócios Globais&lt;/em&gt; aconteceu no dia 02 de julho último, no café do Expo Unimed, na Universidade Positivo. O foco principal do evento foi colocar o tema da comunicação transnacional, mediada pela língua e pela tradução, em pauta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abordei alguns temas relacionados às mudanças culturais, sociais e políticas relacionados à globalização dos mercados, à Internet e à interconectividade, a partir de comentários sobre o trailer do filme Babel. Meu objetivo foi contextualizar os impactos que essas mudanças acarretaram na nossa maneira de interagir, a partir da necessidade de as pessoas se comunicarem com culturas diferentes. Além disso, enfatizei as dificuldades do processo de comunicação transnacional e tentei trazer à tona o estranhamento e a diferença por meio de outros exemplos, como a apresentação de Jay Walker e o filme educativo da Australian Screen.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Falei sobre a comunicação empresarial transnacional e sobre como as empresas, no geral, estão pouco preparadas para lidar com os problemas de adaptação e adequação linguístico-cultural nos seus mercados-alvo. Apresentei o conceito de 'localização' seguido de alguns dados de pesquisa realizada pela Wordbank, empresa especializada neste tipo de serviço.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Encerrei a palestra fazendo um apanhado geral dos assuntos tratados e comentando a eterna busca do homem pelo entendimento através dos séculos. O eterno retorno a Babel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abrimos para comentários, trocas de experiências e perguntas e essa foi, sem dúvida, a melhor parte da noite. O público participou ativa e inteligentemente, superando todas as expectativas de participação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento contou com a presença de aproximadamente 100 profissionais de áreas como marketing, comunicação e tradução, além de advogados, arquitetos e outros interessados no assunto. Todas essas pessoas tiveram a oportunidade de parar para pensar um pouco em como a tradução tem contribuído com a comunicação no mundo globalizado.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-2548333389972938380?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=a73d95792d0d8e3d&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/2548333389972938380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=2548333389972938380&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2548333389972938380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2548333389972938380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/07/o-valor-da-comunicacao-em-tempos-de.html' title='O Valor da Comunicação em Tempos de Negócios Globais'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4592393017599587311</id><published>2009-07-15T18:11:00.002-03:00</published><updated>2009-07-15T22:15:27.810-03:00</updated><title type='text'>Spanglish - motivo de piadas do passado, nova língua ganha status de assunto sério</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;In un placete de La Mancha of which nombre no quiero remembrearme, vivía, not so long ago, uno de esos gentlemen who always tienen una lanza in the rack, una buckler antigua, a skinny caballo y un grayhound para el chase.&lt;/em&gt; Quem é familiarizado com os livros sabe tratar-se de um trecho de um dos maiores clássicos da literatura mundial: Don Quijote de La Mancha. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Êpa, espera aí, mas em que raios de língua está traduzido Cervantes? Um insulto a língua espanhola? Ou uma maneira rápida e eficiente de comunicação? E é aqui que começa a confusão.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;As raízes do que hoje se conhece como Spanglish pode ser tão antiga quanto o Tratado de Guadalupe Hidalgo, em 1848, quando o México perdeu quase 2/3 de seu território para os Estados Unidos - detalhe importante: a população se foi com as terras. Quem conta essa história, baseada em pesquisas a respeito do assunto, é o professor Ilán Stavans em seu livro &lt;em&gt;Spanglish: The Making of a New American Language, &lt;/em&gt;ainda sem tradução no Brasil. Stavans é professor do primeiro curso universitário de Spanglish na Amhearst University, em Massachusetts.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O Spanglish é uma mistura do espanhol com o inglês, como já se deve ter percebido. Entretanto, o mais curioso da história é que o que parece uma combinação aleatória de palavras escolhidas ao acaso, nos dois idiomas, é, na verdade, uma estratégia de comunicação. Quando um latino, morador do Bronx, diz: &lt;em&gt;'Te llamo para atrás'&lt;/em&gt; no lugar de &lt;em&gt;'I call you back'&lt;/em&gt; (numa tradução literal!) tem certeza de que será compreendido e isso, por si só, já é um grande indício de que a comunicação ocorreu sem ruído. Ou seja, para os participantes do processo de comunicação não há o estranhamento por conta da mistura de palavras em espanhol e inglês. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Em comunicação, chamamos esse processo de &lt;em&gt;code-switch&lt;/em&gt;, ou troca de códigos. A troca de códigos, nesse caso, ocorre entre dois idiomas distintos, mas que fazem parte da mesma 'família', ou seja, a dos códigos linguísticos. É importante frisar que fazemos o &lt;em&gt;code-switch&lt;/em&gt; constantemente e esse é um dos motivos que fazem com que a comunicação seja um processo fundamentalmente semiótico. Explico. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A capacidade humana de significar, de dar um sentido às coisas não é limitada pelos códigos, mas, sim, influenciada por eles - já que códigos são meios de transporte nos quais as mensagens vão e vem. A mensagem, que viaja para lá e para cá, seja em forma de palavras ou de imagens ou de fenômenos, não importa sua natureza, é transportada e transformada pelos códigos, mas o passo definitivo para sua compreensão é a interpretação e posterior significação que o receptor conferirá a ela. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;No caso do Spanglish, quando um falante mistura os códigos linguísticos e tem certeza de que será entendido, ele conta com um outro fator que é o prévio conhecimento (ou será reconhecimento?) do código cultural que o aproxima do receptor da mensagem. Ser latino nos Estados Unidos significa muitas coisas que esses dois interlocutores simplesmente &lt;em&gt;sabem&lt;/em&gt;. É o tal código não-escrito. A partir daí surgem mil e uma possibilidades não só de criação de novos símbolos (palavras incluídas!), como de novas significações.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Aliás, outra estratégia dos falantes do Spanglish é justamente criar novas palavras, como: &lt;em&gt;rufo&lt;/em&gt; (que vem de &lt;em&gt;roof, &lt;/em&gt;teto, em inglês&lt;em&gt;), carpeta&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;carpet,&lt;/em&gt; em inglês e &lt;em&gt;folder&lt;/em&gt;, em espanhol), ou &lt;em&gt;parquear&lt;/em&gt; ( de &lt;em&gt;to park,&lt;/em&gt; em inglês, quando o correto, em espanhol é &lt;em&gt;estacionar&lt;/em&gt;). A lista de palavras é imensa e muito curiosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Tenho muito a dizer ainda sobre o Spanglish e também sobre novas línguas que têm surgido nesses tempos de globalização e internet, mas, hoje, fico por aqui. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4592393017599587311?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4592393017599587311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4592393017599587311&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4592393017599587311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4592393017599587311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/07/spanglish.html' title='Spanglish - motivo de piadas do passado, nova língua ganha status de assunto sério'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-298691576225082697</id><published>2009-07-14T19:39:00.008-03:00</published><updated>2009-07-14T22:04:35.704-03:00</updated><title type='text'>A importância de um nome</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Huá Mei nasceu em San Diego, Califórnia, em 21 de agosto de 1999. Sua chegada foi muito festejada por seus pais, Bai Yun e Shi Shi, além de outras centenas de pessoas envolvidas direta e indiretamente com seu nascimento - afinal, de tantas outras tentativas anteriores sem sucesso, ela havia superado todas as adversidades e, finalmente, provado que a persistência da ciência não fora em vão. A imprensa do mundo inteiro noticiou a chegada do bebê e filas e mais filas de curiosos e entusiastas se formaram, semana após semana, do lado de fora da maternidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conheci Huá Mei pessoalmente há quatro anos e posso afirmar que se trata de uma chinesinha gordinha, muito simpática e brincalhona. Comprei até um boneco de pelúcia feito especialmente para representá-la e o trouxe comigo para o Brasil. Assim como eu e minha família, várias outras famílias, do mundo inteiro, visitam-na todos os anos e também levam para suas casas Huá Mei de pelúcia e espalham sua história pelos quatro continentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que Huá Mei tem de especial que desperta tanto interesse em pessoas de diferentes culturas e línguas se sua história é apenas mais uma, entre tantas, numa época na qual a ciência já venceu tantas batalhas referentes à reprodução assistida? A minha explicação: um nome que carrega sua história. Se esse filhote fêmea de urso panda não tivesse recebido um nome e junto com ele não fosse contada uma história, por mais simples que ela pareça, aposto que não haveria destaque nas manchetes dos jornais e revistas e que os visitantes do zoológico passariam com cara de paisagem pelo viveiro e não gastariam seus dólares comprando mais um bicho de pelúcia para ficar empoeirado no baú de brinquedos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O  nome distingue os seres de mesma espécie, carrega histórias e permite a perpetuação no tempo. Isso vale não só para seres e lugares, mas também para coisas e sentimentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dar nome às coisas faz parte da cultura americana. As florestas têm nome, assim como as árvores nos parques, as montanhas, os vales, os picos, as cavernas, as trilhas, etc. No Parque Nacional das Sequóias Gigantes, na Califórnia, cada árvore tem seu nome: General Grant, General Lee, General Sherman...As crianças (e os adultos também!), quando visitam o parque, aprendem várias coisas sobre geografia, geologia, plantas e animais, conservação do meio ambiente, e, claro, história americana. Vivendo as histórias e as emoções que os nomes carregam, americaninhos e americanões se apossam de seu passado, presente e futuro e gravam em seus corações a grandeza e exuberância de seu país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, tudo parece muito diferente. Não sabemos o nome das coisas e isso não nos faz falta. Desafio você, que está lendo esse texto,  a dizer o nome de um bicho qualquer do zoológico da sua cidade (se é que você já foi lá); ou de alguma árvore do parque que você frequenta; ou, talvez do teatro mais antigo do Brasil. Esqueceu, ou nunca soube? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra coisa comum para nós brasileiros é polarizar os estados da alma entre 'felicidade' e 'tristeza', como se nada houvesse entre esses dois pólos: decepção, angústia, frustração, solidão, espanto, expectativa,  são sentimentos riscados de nosso vocabulário - cada vez mais restrito a mesma meia dúzia de palavras vazias, repetidas à exaustão. O perigo é que, por falta de um nome apropriado, os sentimentos, eles próprios, deixem de existir também.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De uns tempos para cá, além de não darmos a mínima importância para a denominação de seres, lugares e objetos, estamos desenvolvendo um estranho hábito de tentar mudar, inclusive, o nome genérico das coisas. Outro dia ouvi uma conhecida dizer que mudara a denominação de seu negócio de 'padaria' para 'confeitaria' porque achava que a palavra 'padaria' depreciava seu estabelecimento. Já ouvi também que era melhor encontrar outra denominação para 'museu' porque a palavra por si só já poderia espantar as pessoas (ahn?! como assim?). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um espanto!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-298691576225082697?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/298691576225082697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=298691576225082697&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/298691576225082697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/298691576225082697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/07/importancia-de-um-nome.html' title='A importância de um nome'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-2150612704494216780</id><published>2009-05-27T22:19:00.001-03:00</published><updated>2009-05-27T22:19:03.851-03:00</updated><title type='text'>B2B Marketers Turn to Digital Tactics - eMarketer</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.emarketer.com/Article.aspx?R=1007108"&gt;B2B Marketers Turn to Digital Tactics - eMarketer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shared via &lt;a href="http://addthis.com"&gt;AddThis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-2150612704494216780?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/2150612704494216780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=2150612704494216780&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2150612704494216780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2150612704494216780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/05/b2b-marketers-turn-to-digital-tactics.html' title='B2B Marketers Turn to Digital Tactics - eMarketer'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7441974305098357913</id><published>2009-05-14T15:06:00.001-03:00</published><updated>2009-05-14T15:06:15.525-03:00</updated><title type='text'>twtpoll :: How do you translate your marketing materials? #localization #translation #marketing #b2b #b2c (via @lionbridge)</title><content type='html'>&lt;a href=http://twtpoll.com/lnvjjj&gt;twtpoll :: How do you translate your marketing materials? #localization #translation #marketing #b2b #b2c (via @lionbridge)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posted using &lt;a href="http://sharethis.com"&gt;ShareThis&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7441974305098357913?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7441974305098357913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7441974305098357913&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7441974305098357913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7441974305098357913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/05/twtpoll-how-do-you-translate-your.html' title='twtpoll :: How do you translate your marketing materials? #localization #translation #marketing #b2b #b2c (via @lionbridge)'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8341699976017029844</id><published>2009-05-10T10:01:00.003-03:00</published><updated>2009-05-10T10:47:10.250-03:00</updated><title type='text'>Feliz Dia das Mães!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;Como mãe de duas crianças, não poderia deixar passar em branco o dia das mães. Independentemente de algumas pessoas serem contra essas datas comemorativas por considererá-las comerciais demais, acredito que seja saudável ter data marcada para todas as coisas da vida. O motivo é simples: se não temos a data certa, relaxamos o compromisso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;Vamos aproveitar este dia para beijar nossas mães e avós, para lhes dizer o quanto as amamos, o quanto elas são importantes em nossas vidas e o quanto devemos a elas muito do que somos. Para quem não tem mais sua mãe por perto, ofereça uma oração a ela, lh dedique um pensamento. Mães são para serem amadas, todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;Feliz dia das mães a todas essas maravilhosas mulheres que criam a vida!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 204, 204); -webkit-border-horizontal-spacing: 5px; -webkit-border-vertical-spacing: 5px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;O Cântico da Terra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(204, 204, 204); font-family: Times; -webkit-border-horizontal-spacing: 5px; -webkit-border-vertical-spacing: 5px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;Cora Coralina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'courier new';"&gt;&lt;br /&gt;Eu sou a terra, eu sou a vida.&lt;br /&gt;Do meu barro primeiro veio o homem.&lt;br /&gt;De mim veio a mulher e veio o amor.&lt;br /&gt;Veio a árvore, veio a fonte.&lt;br /&gt;Vem o fruto e vem a flor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou a fonte original de toda vida.&lt;br /&gt;Sou o chão que se prende à tua casa.&lt;br /&gt;Sou a telha da coberta de teu lar.&lt;br /&gt;A mina constante de teu poço.&lt;br /&gt;Sou a espiga generosa de teu gado&lt;br /&gt;e certeza tranqüila ao teu esforço.&lt;br /&gt;Sou a razão de tua vida.&lt;br /&gt;De mim vieste pela mão do Criador,&lt;br /&gt;e a mim tu voltarás no fim da lida.&lt;br /&gt;Só em mim acharás descanso e Paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou a grande Mãe Universal.&lt;br /&gt;Tua filha, tua noiva e desposada.&lt;br /&gt;A mulher e o ventre que fecundas.&lt;br /&gt;Sou a gleba, a gestação, eu sou o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu.&lt;br /&gt;Teu arado, tua foice, teu machado.&lt;br /&gt;O berço pequenino de teu filho.&lt;br /&gt;O algodão de tua veste&lt;br /&gt;e o pão de tua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um dia bem distante&lt;br /&gt;a mim tu voltarás.&lt;br /&gt;E no canteiro materno de meu seio&lt;br /&gt;tranqüilo dormirás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantemos a roça.&lt;br /&gt;Lavremos a gleba.&lt;br /&gt;Cuidemos do ninho,&lt;br /&gt;do gado e da tulha.&lt;br /&gt;Fartura teremos&lt;br /&gt;e donos de sítio&lt;br /&gt;felizes seremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8341699976017029844?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8341699976017029844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8341699976017029844&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8341699976017029844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8341699976017029844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/05/feliz-dia-das-maes.html' title='Feliz Dia das Mães!'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7168567249505503701</id><published>2009-04-29T11:18:00.016-03:00</published><updated>2009-04-29T17:05:09.090-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='investimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='redes sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>O impressionante crescimento das redes sociais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Sou uma entusiasta das tecnologias da comunicação, em geral, e da Internet, em particular. Como uma profissional de comunicação, não poderia ser diferente - apesar de conhecer diversas pessoas da área que se vangloriam de não gostar de tecnologia e preferir, por exemplo, escrever textos em máquinas Olivetti. Particularmente, não acredito nisso. Acho que essas pessoas só querem mesmo é fazer charme. Duvido que ainda achem para comprar aquelas fitas vermelho e preta, cheias de tinta. E, outra coisa, quem é que gosta de ter que datilografar (isto mesmo, datilografar!) um texto todo por ter errado no final? Alguém pode me dizer?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Pois bem, voltando ao assunto, quero dizer que ando algo intrigada e também surpresa com alguns dados divulgados recentemente na WWW sobre o crescimento exponencial das redes sociais. &lt;em&gt;Mamma mia!&lt;/em&gt; Nunca imaginei que as pessoas tivessem tanto interesse umas nas outras! Eu que sempre fui um tanto quanto cética em relação a esses papos de 'comunidades unidas por uma causa em comum', acho melhor começar a rever meus conceitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para começarmos certo, acho melhor explicar o que são as redes socias. As redes sociais ou &lt;em&gt;social networks &lt;/em&gt;são redes de comunicação criadas a partir de &lt;em&gt;sites&lt;/em&gt; de relacionamento, que permitem que pessoas e empresas troquem informações, partilhem conhecimento, idéias, valores, interesses e objetivos comuns. Ou seja, são 'espaços' na Internet que permitem que usuários de toda e qualquer parte do planeta interajam com outros usuários em qualquer outra parte deste mesmo planeta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A idéia por si só já é fascinante - não somente pelo fato de se alcançar uma outra pessoa a quilômetros de distância, pois o telefone, o fax e o e-mail já fazem isso há décadas - mas sim porque podemos &lt;strong&gt;interagir&lt;/strong&gt;, em tempo real, com quem quer que seja. São exemplos de redes sociais: Orkut, Facebook, Twitter, MySpace, entre outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Pois bem, as redes sociais também são mídias sociais, com poderes de &lt;em&gt;broadcast&lt;/em&gt; e de 'contaminação viral'. A grande questão em pauta é o poder que passou das mãos dos veículos das chamadas mídias tradicionais para as mãos dos usuários e redes por eles criadas nas mídias digitais - são eles, os usuários, que definem com quem querem se 'associar' para compartilhar o que quer que seja. A conseqüência disso é a perda de visibilidade e importância, aos olhos dos internautas, das empresas que mantenham uma mera presença na Internet com sites cheios de informações, fotos e fatos. Isso porque não adianta manter uma página na WWW se ela não é visitada. E, para que as visitas aconteçam, tem-se que alimentar a página todos os dias com novidades. Mas, alimentar com o quê, se o internauta das redes só vê e ouve o que lhe interessa? E, afinal, quem é esse internauta? Do que gosta? O que está procurando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Percebe-se que as respostas para as perguntas acima passam, necessariamente, por mais tecnologia e novas e sofisticadas estratégias. Tarefa nada fácil para a grande maioria das empresas que não tem condições financeiras de investir grandes quantias $$ em tecnologias sofisticadas de bancos de dados e CRMs que conversem com as redes sociais. Além disso, falar em estratégia para empresas brasileiras é sempre um perigo. Por aqui é comum se gerenciar os negócios com o foco apenas no jantar, ou seja, no curtíssimo prazo. Outro ponto negativo que afeta as empresas brasileiras é que, em pleno século XXI, o país mantém os impostos sobre os produtos tecnológicos na estratosfera. Mas, deixemos as nossas agruras de lado...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Hoje, a realidade é que se as empresas não enxergarem que precisam de estratégias robustas e consistentes para atuarem nas redes sociais, com públicos altamente segmentados, com interesses e objetivos dos mais diversos, correm o risco de tornarem-se invisíveis mesmo investindo quantias consideráveis $$ dentro e fora da WWW. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As empresas mais 'antenadas' e ágeis estão correndo para reformular suas estratégias de marketing e comunicação, bem como seus sistemas de informação. Está havendo uma corrida alucinante de empresas para as redes sociais, que se tornaram uma verdadeira mina de oportunidades para aqueles que já entenderam sua importância, e as utilizam como canal de comunicação direta com clientes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Abaixo, alguns números divulgados recentemente pelo site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mashable.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;www.mashable.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; em relação ao crescimento das redes sociais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Facebook – É atualmente o 1º do ranking dos &lt;em&gt;sites&lt;/em&gt; de relacionamento e continua a crescer. Ultrapassou o MySpace - só em março foram 69,1 milhões de visitantes. Em menos de 8 meses, pulou de 100 para 200 milhões de usuários. Se fosse um país, seria maior do que o Brasil;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;MySpace – já foi o primeiro site de relacionamento do &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt;, mas perdeu a posição para o Facebook. Atualmente está em 2º lugar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;LinkedIn – uma das redes sociais que mais cresce. Dobrou de tamanho no último ano - são mais de 15,8 milhões de pessoas só nos USA. É o terceiro maior site de relacionamento no &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt;, atrás apenas do Facebook e do MySpace. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Twitter - teve crescimento de 2.565 %. Alcança, atualmente, mais de 13 milhões de pessoas/mês nos USA– apenas o &lt;em&gt;website&lt;/em&gt; (sem contar usuários do TweetDeck ou do Seesmic Desktop). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em relação aos investimentos que as empresas fizeram nas redes sociais (Mudanças nos Investimentos em Mídia Social 2009, de acordo com a &lt;strong&gt;Best in-class Companies Worldwide -&lt;/strong&gt; % de entrevistados) os números são os seguintes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;21% dos entrevistados responderam que aumentaram seus orçamentos em 25% ou mais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;16% responderam que aumentaram entre 11% e 25%;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;26% responderam que aumentaram entre 1% e 10%;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;34% responderam que mantiveram seus orçamentos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;3% disseram que diminuiram seus orçamentos entre 1% e 10%;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;0% diminuiram entre 11% e 25% e,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;0% diminuíram mais de 25%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não é mesmo de assustar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7168567249505503701?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7168567249505503701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7168567249505503701&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7168567249505503701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7168567249505503701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/04/o-impressionante-crescimento-das-redes.html' title='O impressionante crescimento das redes sociais'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-985605713248507397</id><published>2009-04-18T16:56:00.027-03:00</published><updated>2009-04-21T09:42:48.180-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TRADUCAO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LIBRAS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COMUNICACAO'/><title type='text'>Libras - A Língua Brasileira de Sinais</title><content type='html'>&lt;a href="http://libras.files.wordpress.com/2008/07/alfabeto-em-libras.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 410px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://libras.files.wordpress.com/2008/07/alfabeto-em-libras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Gosto da idéia de aprender alguma coisa nova todos os dias. Aumentar o repertório é muito importante para alguém que,como eu, se dedica a pensar sobre comunicação. Além disso, é muito divertido e faz com que qualquer um se torne uma pessoa mais interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Sempre me intrigou observar a conversa dos deficientes auditivos*. Costumo encontrar alguns grupos muito animados na porta dos cinemas ou passeando pelos shoppings. Muitos gestos e expressões incríveis pontuam as conversas, e, mesmo para quem não é versado em língua de sinais, algumas mensagens podem ser facilmente entendidas com um pouco de atenção e perspicácia. Várias vezes me peguei 'encarando' as pessoas para tentar entender um pouco seus gestos e, com isso, traduzi-los para a linguagem 'falada' - mas logo batia aquele constrangimento em pensar que poderia ser mal compreendida e passar por indelicada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:medium;"&gt;Ano passado, em uma das disciplinas do mestrado, conheci um colega na UFSC que pretendia fazer sua dissertação justamente sobre tradução de língua de sinais. Ficamos amigos e logo aprendi muitas coisas novas sobre o assunto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Uma das primeiras coisas que aprendi foi que existe uma língua de sinais brasileira - a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;LIBRAS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; (Língua Brasileira de Sinais). Até então, eu não sabia que cada país possui sua própria língua de sinais. Por exemplo, na Inglaterra tem-se a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;BSL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; (British Sign Language), nos Estados Unidos a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;ASL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; (American Sign Language), e assim por diante. E, como em toda língua viva, cada região de um mesmo país tem sua maneira de falar, suas gírias, seus ditados, etc. e tal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Atribui-se às Línguas de Sinais o status de 'língua' porque elas também são compostas pelos níveis lingüísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A comunicação por meio da língua de sinaisnão é feita com palavras, mas por meio de conceitos, e não há uma correlação direta desses conceitos com a língua falada&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. Embora seja possível para um profissional treinado em &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;interpretar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; a linguagem dos sinais traduzi-la para uma língua falada qualquer, tal interpretação não seria uma tradução &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-WEIGHT: normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;direta, pois o jeito como uma pessoa sinaliza um conceito pode significar mais do que o sinal em si. O processo transcorre como na língua falada: a maneira como você vocaliza uma palavra e as expressões facias e o gestual que a acompanham podem transformar seu significado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;A história da LIBRAS começou ainda no Império, em 1856, com o conde francês Ernest Huet, que era surdo, e desembarcou no Rio de Janeiro com o alfabeto manual francês e alguns sinais. O material trazido pelo conde foi adaptado e deu origem à LIBRAS, cujo sistema foi amplamente difundido e assimilado no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Por incrível que pareça, a LIBRAS só foi oficializada no país um século e meio depois, em abril de 2002. Nesse período, o Brasil trocou a monarquia pela república, teve seis Constituições e viveu momentos difíceis com a ditadura militar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Em 1951, ocorreu o Congresso Mundial da Federação Mundial dos Surdos, no qual foi proposta a criação de uma linguagem unificada de sinais para facilitar a comunicação dos surdos no mundo todo. Em 1973, houve a tentativa de se criar um vocabulário de sinais padronizados. Esse vocabulário foi batizado de &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Gestuno&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, palavra de origem italiana que significa 'linguagem de sinal unificado'. A Gestuno contava, na época, com mais de mais de 1.500 sinais. Atualmente, a Gestuno é conhecida como a Linguagem Internacional de Sinais (ISL) e, apesar de usar um vocabulário padronizado, não há padronização gramatical ou de uso. Assim como o Esperanto, a ISL não 'pegou' e ficou longe de revolucionar a comunicação internacional, como se pretendia. A ISL não obedece o ritmo evolutivo das línguas naturais de sinais simplesmente porque foi uma língua criada artificialmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Somente em agosto de 2001, por meio do Programa Nacional de Apoio à Educação do Surdo, foram formados no Brasil os primeiros 80 professores preparados para lecionar a língua brasileira de sinais. A regulamentação da Libras em âmbito federal só se deu em 24 de abril de 2002, com a lei n° &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;0.436.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:medium;"&gt;Caso você tenha gostado do artigo, não deixe de comentar. caso queira saber mais sobre o assunto, acesse: www.libras.org.br .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;* O meu amigo, especialista em LIBRAS, me disse que os surdos gostam de ser chamados de surdos. Mas, por precaução, achei melhor optar pela expressão 'deficientes auditivos' antes que me acusem de preconceituosa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;PS: Não sei o que está acontecendo, mas não consigo formatar esse texto de forma alguma. Desisto!&lt;/span&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-985605713248507397?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/985605713248507397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=985605713248507397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/985605713248507397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/985605713248507397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/04/libras-lingua-brasileira-de-sinais.html' title='Libras - A Língua Brasileira de Sinais'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8282173923814449881</id><published>2009-04-06T14:07:00.007-03:00</published><updated>2009-04-06T14:48:00.639-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Novos Códigos, Novas Línguas, Nova Comunicação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/Sdo9gPo3TRI/AAAAAAAAADw/pAQF8VO_kEA/s1600-h/AddEmoticons08027.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321633533854698770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 59px; CURSOR: hand; HEIGHT: 59px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/Sdo9gPo3TRI/AAAAAAAAADw/pAQF8VO_kEA/s320/AddEmoticons08027.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A popularização da Internet, os hipertextos [1], os e-mails, as mensagens instantâneas, as redes sociais [2], entre outras ferramentas da era da comunicação interativa, trouxeram à tona questões complexas relativas à codificação, recepção, interpretação e significação de textos e/ou mensagens. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Cada vez mais os indivíduos precisam ser “iniciados” em códigos e “línguas” específicos, para que possam fazer parte de determinadas redes sociais e ser capazes de se comunicar com outros indivíduos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Esses códigos e línguas, não compartilhados nem mesmo num ambiente que poderia constituir uma única cultura, fazem parte de um arsenal de novas habilidades necessárias para que os indivíduos sejam capazes de se comunicar com os grupos sociais aos quais pretendam pertencer. Sem a aquisição dessas novas habilidades, a capacidade de comunicação torna-se cada vez mais limitada, assim como a capacidade interpretação, de significação e de leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um exemplo que se pode dar é o da “língua” denominada MIGUXÊS, socialeto do português, utilizado comumente por adolescentes lusófonos para mandar mensagens na Internet e em outros meios eletrônicos, tais como os telefones celulares. O nome miguxês deriva de miguxo, corruptela de amiguxo, por sua vez um termo utilizado para “amiguinho”. O miguxês vem sofrendo transformações (ou serão evoluções?) desde quando surgiu: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;- Português: Amiga, vou dormir. Um abraço para você!&lt;br /&gt;- Dialeto (ICQ) [3] &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;ou Miguxês Arcaico: &lt;span style="color:#009900;"&gt;amiga, vou dormir. 1 abraco pra vc!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Dialeto (MSN)[4] &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;ou Miguxês Moderno: &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;miga... vo dormi... 1 abrassu p vc!!!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Dialeto (ORKUT) ou Neo-Miguxês: &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;mIguxXxaH... vow MiMi......1 AbraXXU PRah VUxXxE!!!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O miguxês conta atualmente com um tradutor automático on-line português/ miguxês para ajudar os não-iniciados a aprender um pouco mais sobre a “língua” [5]&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Entretanto, o miguxês não anda sozinho quando o assunto é comunicação on-line. As línguas que circulam na Internet contam com ícones (emoticons)[6]&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;a fim de representar, por exemplo, emoções, atitudes, características fisionômicas, peças do vestuário, entre outras coisas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMOTICON TEXTUAL/ SIGNIFICADO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:D&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Risada &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;B)&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Óc&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;ulos escuros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:)&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Fel&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;iz.Sorriso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:(&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Triste&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;;)&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Piscadela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:B&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Mostrando os dentes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:x&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Boca fechada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:*&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Beijo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:o)                &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Nariz de palhaço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:T&lt;/span&gt;                 &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Mascando chicletes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;:~~&lt;/span&gt;                &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Lágrimas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Note-se que, nos emoticons, elementos do código escrito são completamente ressignificados. Os sinais de pontuação adquirem “vida própria” e, com isso, função e significação diversa daquelas que lhes eram originais - são signos “mutantes”, que só podem ser lidos, significados e interpretados por aqueles que dominam e compartilham deste código no ato da comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Um internauta utiliza-se de vários códigos e signos ao mesmo tempo para se comunicar virtualmente com seus pares: é a mistura de códigos orais, sonoros, escritos, pictóricos e icônicos que possibilita a criação e troca de mensagens no mundo virtual. Essas misturas espontâneas de códigos não seguem um padrão regular e dependem intrinsecamente das pessoas que estão “conversando”, do momento em que essa conversa ocorre e da comunidade na qual o “papo” está se desenrolando. Ou seja, mais do que nunca, a comunicação é resultante de uma combinação única de fatores que determinam não só suas características, mas toda a sua estrutura.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A Internet e as mensagens que circulam em internetês [7] &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;trazem novamente à tona a fundamental importância do código na comunicação, porque resgatam o dialogismo da oralidade, a conversa cara-a-cara e a informalidade do diálogo que estimula a imaginação dos que compartilham o momento da comunicação; elas resgatam a espontaneidade da comunicação livre, a cumplicidade entre aqueles que “dialogam”, e, por isso, causam a impressão de ajudar a formar vínculos emocionais entre as pessoas – mesmo que essas sejam apenas falsas sensações do jogo de representação da realidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Isso tudo, combinado, dá aos indivíduos uma sensação de liberdade de expressão inigualável e nunca alcançada pelas pessoas comuns submetidas às regras formais das línguas já estabelecidas e aceitas como “reais”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;E você, já parou para pensar sobre essa nova forma de comunicação?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt; Hipertexto: um texto digital ao qual se agregam outros conjuntos de informações (outros textos, imagens, sons), cujo acesso se dá através de referências específicas chamadas de hiperlinks.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt; As chamadas redes sociais são responsáveis pelo compartilhamento de valores, idéias e objetivos entre pessoas que se identificam umas com as outras. As redes já existiam antes da Internet, porém, dada a sua capacidade de acelerar a comunicação, tornando-a ampla e veloz, as redes sociais se tornaram muito populares no mundo virtual. Alguns exemplos de redes sociais: ORKUT, LinkedIn, Hi-5, Plaxo, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;ICQ: programa pioneiro de comunicação instantânea pela Internet, lançado em 1997. ICQ é um acrônimo, em português, da pronúncia de I seek you, em inglês.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt; MSN Messenger: programa de mensagens instantâneas (em tempo real) lançado pela Microsoft Corporation em 2000.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt; O tradutor português/miguxês está disponível no endereço: http://www.coisinha.com.br/miguxeitor/&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt; Emoticons: Forma de comunicação paralingüística, derivada da junção dos termos em inglês: emotion (emoção) + icon (ícone).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt; Internetês: neologismo que designa as línguas e/ou linguagens que circulam nos meios virtuais de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8282173923814449881?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8282173923814449881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8282173923814449881&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8282173923814449881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8282173923814449881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/04/novos-codigos-novas-linguas-nova.html' title='Novos Códigos, Novas Línguas, Nova Comunicação'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/Sdo9gPo3TRI/AAAAAAAAADw/pAQF8VO_kEA/s72-c/AddEmoticons08027.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-9112711183472687385</id><published>2009-04-01T12:17:00.008-03:00</published><updated>2009-04-06T14:02:56.579-03:00</updated><title type='text'>Nas Nuvens</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SdOtbwago2I/AAAAAAAAADo/ds9ZscxC4dk/s1600-h/computing.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319786277218853730" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 282px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SdOtbwago2I/AAAAAAAAADo/ds9ZscxC4dk/s320/computing.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se você é dono de uma empresa - e não importa o tamanho -, ou um executivo de uma grande empresa, e seu trabalho é proporcionar o ambiente adequado para que os funcionários desempenhem bem suas funções, sabe o quanto é dispendioso e um tanto quanto complicado agregar um novo profissional à sua equipe. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não falo nem das questões relativas à seleção da pessoa certa - coisa cada vez mais difícil, haja vista o nível de educação e treinamento que andam dando por aí -; nem tampouco da burocracia trabalhista que infesta os ambientes corporativos no Brasil. Me refiro a algo mais prosaico, como a aquisição de computadores, licenças de software e novos aplicativos, que são imprescindíveis para que se possa oferecer as condições necessárias para que o novo profissional desempenhe suas funções satisfatoriamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Pois bem,seus problemas acabaram! A boa notícia é que já existe uma tecnologia disponível e muito interessante para ajudá-lo a solucionar esses problemas, e a única coisa que precisará ser feita é carregar uma aplicação. Isso mesmo, uma única aplicação! Essa aplicação permitirá que os funcionários acessem um serviço baseado na Web, que hospeda todos os programas necessários para que ele faça seu trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;A coisa funciona assim: servidores remotos, de propriedade de outras empresas, farão todo o trabalho de fornecer os programas, administrar os serviços e os espaços de armazenagem de informações e atualizar o que for preciso. Esses serviços vão desde e-mails ou processadores de texto, até programas complexos de análise de dados. A essa nova tecnologia, deram o nome de 'clouding computing', e muito tem se falado que esse pode vir a ser o grande salto revolucionário de toda a indústria da tecnologia para os próximos anos. Mas, como?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;As vantagens são muitas, mas posso enumerar as duas principais:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Os computadores locais não precisarão mais rodar aplicações, o que faz com que possam ter configurações de &lt;em&gt;hardware&lt;/em&gt; mais simples. Isso, em tese, os tornaria mais baratos para as empresas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;A demanda por &lt;em&gt;hardware&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; tende a diminuir, pois a única necessidade real seria um &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; de interface com o sistema, o qual é tão simples quanto um &lt;em&gt;web browser&lt;/em&gt; (vide o seu próprio Internet Explorer ou similar).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;É bem provável que você já tenha tido contato com alguma tecnologia de 'cloud computing' e ainda não tenha se dado conta disso. Por exemplo, o Hotmail e o GMail são bons exemplos de como a coisa toda funciona: ao invés de você rodar um programa de e-mail no seu computador, você faz o &lt;em&gt;log in &lt;/em&gt;no sistema dessas empresas e acessa suas mensagens remotamente. Em consequencia, o software, o espaço necessário para o armazenamento das informações sobre a sua conta e as suas mensagens não estão na sua máquina, mas nos servidores desses prestadores de serviço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Por essas e outras é que eu amo todos os &lt;em&gt;nerds&lt;/em&gt; e loucos que ficam horas e horas a fio maquinando como tornar nossas vidas mais fáceis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-9112711183472687385?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/9112711183472687385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=9112711183472687385&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/9112711183472687385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/9112711183472687385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/04/nas-nuvens.html' title='Nas Nuvens'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SdOtbwago2I/AAAAAAAAADo/ds9ZscxC4dk/s72-c/computing.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4115256671696232455</id><published>2009-03-30T09:53:00.015-03:00</published><updated>2009-03-30T12:57:41.690-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marketing'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='interatividade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumo'/><title type='text'>Tryvertising - uma experiência e tanto para os consumidores e um grande retorno para as empresas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SdDqhUAomlI/AAAAAAAAADg/4YTev8i4TBY/s1600-h/people+talking.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319009017952508498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 256px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SdDqhUAomlI/AAAAAAAAADg/4YTev8i4TBY/s320/people+talking.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se você é um daqueles gerentes de produtos cansados de utilizar as mesmas técnicas de pesquisa de mercado e &lt;em&gt;testing&lt;/em&gt; de novos produtos, ou daqueles consumidores que adoram experimentar produtos em lojas ou ganhar amostras grátis, este artigo é para você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Já imaginou poder testar, antes de qualquer ser humano do planeta, aquela banheira de hidromassagem &lt;em&gt;enooormee&lt;/em&gt; cheia de aparatos tecnológicos de última geração, ou aquele iogurte cheio de propriedades rejuvenecedoras que a fará a mais linda e jovem das criaturas com apenas algumas semanas de uso? E, ainda por cima, se você desejar,tudo isso no mesmo lugar? Tipo assim, enquanto você toma seu banho tecnológico, experimenta o iogurte rejuvenecedor. Ou vice versa, você que manda. Os seus desejos acabaram de ser atendidos pela Alliant International University com o Sample-U, em San Diego, na Califórnia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;A idéia de um centro de experiências e 'experimentação' dedicado aos consumidores foi concebida a partir da constatação de que os resultados obtidos por meio de técnicas de &lt;em&gt;focus group &lt;/em&gt;e/ou de ações de amostragem de produtos em pontos de venda já não geravam as respostas necessárias às empresas em relação à aceitação de novos produtos ou melhorias naqueles já existentes - do ponto de vista dos consumidores, claro, que é quem realmente importa, em marketing.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;O Sample-U é um centro de experiências e experimentações, disponível aos Gerentes de Produtos que desejem utilizá-lo como parte de suas estratégias de pesquisa para desenvolvimento e testes de novos produtos e/ou melhorias e avanços em produtos existentes. Os consumidores são selecionados e/ou convidados a irem ao centro experimentar coisas novas, responder a algumas perguntas, dar suas opiniões, primeiras impressões e sugestões de melhoria às empresas, além de poderem, em alguns casos, levar os produtos para casa para continuar com os testes e discutir e compartilhar a experiência com amigos e família. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;O conceito por trás desta nova modalidade interativa na concepção de novos produtos, que mistura pesquisa em tempo real com promoção é relativamente novo; e parece ter chegado para ficar. Os gerentes de produtos, há muito, perceberam que precisavam ganhar tempo e serem mais ágeis entre P&amp;amp;D, as pesquisas de marketing para lançamento dos produtos e a comercialização propriamente dita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Essa nova modalidade interativa de marketing permite que elementos do marketing mix sejam modificados ou adequados às necesidades e desejos do consumidor, em tempo real, enquanto o produto ainda está em processo de desenvolvimento. Além disso, a empresa já inicia a divulgação entre os grupos de consumidores que participam interativamente do processo, gerando grupos de discussão em seu site, em redes sociais e onde mais a imaginação permitir. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Um detalhe muito importante é que o centro de experimentações, por fazer parte de uma universidade, utiliza-se da &lt;em&gt;expertise&lt;/em&gt; de professores e alunos pesquisadores que conduzem os estudos, os analisam e devolvem às empresas. Isso traz benefícios indiscutíveis às universidades, aos pesquisadores e ainda mais benefícios às empresas que têm os custos de pesquisa e desenvolvimento sensivelmente reduzidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Outra qualidade inovadora do &lt;em&gt;tryvertising&lt;/em&gt; - como vem sendo chamada essa nova modalidade de marketing interativo - é fazer com que o consumidor-testador inicie o processo de fidelização às marcas e aos produtos antes mesmo deles existirem efetivamente para o restante do mercado. Os &lt;em&gt;tryvertisers&lt;/em&gt; têm o potencial de transformarem-se em um exército de multiplicadores muito eficientes da imagem de uma empresa ou produto. Afinal, quem não vira fã de algo que ajudou a conceber? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4115256671696232455?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4115256671696232455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4115256671696232455&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4115256671696232455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4115256671696232455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/03/tryvertising-uma-experiencia-e-tanto.html' title='Tryvertising - uma experiência e tanto para os consumidores e um grande retorno para as empresas'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SdDqhUAomlI/AAAAAAAAADg/4YTev8i4TBY/s72-c/people+talking.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-6572836723762950520</id><published>2009-03-16T09:53:00.016-03:00</published><updated>2009-03-18T10:48:16.613-03:00</updated><title type='text'>Ao vencedor, nadica de nada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Culturalmente, não somos um povo adepto ao mérito. Temos verdadeira paúra a ter que competir para merecer o que quer que seja: uma vaga na universidade, uma posição melhor na empresa que trabalhamos ou até mesmo um aumento no salário do fim do mês. Competir, para nós, tornou-se a raiz de todo o mal, e, merecer, virou direito adquirido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Afinal, competir para quê? Fazemos parte de "um povo sofrido, alegre e boa gente", que faz samba sobre suas desgraças, ri das próprias contravenções, zomba dos honestos, protege bandidos e reelege, seguidamente, corruptos, em troca de pequenos favores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um povo assim, tão especial, não merece ter que se submeter a uma prova de conhecimentos para entrar na universidade, um concurso eliminatório para assumir uma vaga em instituições públicas ou ser avaliado em sua produtividade para subir na carreira. Não... Merecemos mesmo é ser indicados ou nomeados, por decreto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Temos até uma expressão, que se tornou bem popular nos últimos anos, aquela mesma, "ninguém merece", que é usada para expressar o nosso sentimento de insatisfação ou de injustiça quando algo nos é exigido além daquilo que estamos dispostos a oferecer de bom grado - tempo, paciência, ou o que quer que seja. Note-se que a expressão é politicamente corretíssima: não sou eu (o egoísta) quem não merece, mas sim, &lt;strong&gt;ninguém&lt;/strong&gt; merece. Até nisso somos generosos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Merecimento, aqui, também é sinônimo de punição - como naquela nossa velha e bem conhecida outra expressão, vingativa, mesquinha e invejosa- "bem que mereceu" - geralmente vociferada quando alguém bem-sucedido se dá mal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nas escolas não se pode reconhecer que um professor seja melhor do que outro - isso não é justo com o coitado que ganha pouco, mora mal e que, por isso, dizem, é mau profissional, adepto da lei do menor esforço e não cumpre sua obrigação de ensinar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Uma criança não pode se destacar e ser melhor do que outras, nem em sala de aula, nem nos esportes, nem em nada. Logo surge o exército de guardiões da mediocridade, sempre de prontidão, para reprimir os talentos e as inteligências. Não é aceitável termos uma sociedade competitiva. Os nossos "educadores", politicamente corretos, em seu próprio favor, são os guardiões contra qualquer tipo de competição - não seria saudável emocionalmente para uma criança ter que competir para se destacar. Nossos "educadores" preferem perpetuar o jogo do ninguém é melhor que ninguém, porque, assim, estão sempre protegidos pelo manto da mediocridade. Aliás, esse também é o discurso preferido de outros "segmentos da sociedade".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em nome da "justiça social", nivelamos todos e tudo sempre por baixo. Exigimos cada vez menos; protegemos e premiamos o incapaz, o ineficiente e o pouco esforçado, e deixamos de reconhecer os verdadeiros talentos, aqueles que fazem a diferença por onde quer que passem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;As conquistas individuais - na maioria das vezes patrocinadas unicamente por esforço e dinheiro próprios daqueles que nunca foram reconhecidos pela sua pátria amada, Brasil - são imediatamente tomadas do vencedor como sendo de todos, do povo brasileiro (tão sofrido, blá,blá,blá). Depois do momento de glória, mais uma vez o esquecimento. Os exemplos são tantos e tão tristes que me pouparei de apontá-los.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não somos todos iguais. Alguns de nós são e sempre serão melhores e mais capazes do que outros. Ainda bem! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-6572836723762950520?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/6572836723762950520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=6572836723762950520&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6572836723762950520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6572836723762950520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/03/ao-vencedor-nadica-de-nada.html' title='Ao vencedor, nadica de nada'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7772920984370710317</id><published>2009-03-10T23:05:00.013-03:00</published><updated>2009-03-11T00:37:38.107-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futebol'/><title type='text'>O Museu do Futebol na Pátria das Chuteiras</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SbcxhUHNxHI/AAAAAAAAADY/fZ0b_pa2Jns/s1600-h/pele2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311768733911204978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SbcxhUHNxHI/AAAAAAAAADY/fZ0b_pa2Jns/s320/pele2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SbcwJ7mxCMI/AAAAAAAAADQ/iajqRtR1x9c/s1600-h/brasil_campeao.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era mesmo de se espantar que no País do Futebol não houvesse um Museu do Futebol. Mas o Brasil é cheio de paradoxos complexos e esse era só mais um deles. Felizmente, para a alegria de tantos fanáticos pelo esporte bretão, em terras tropicais, esse probleminha foi resolvido, há alguns meses, com a inauguração do museu dedicado aos nossos heróis da bola e seus momentos de glória. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Confesso que sou uma convertida. Tendo sido criada na Brasília dos candangos, não posso dizer que cresci &lt;em&gt;amaaando&lt;/em&gt; futebol.Estádio, decente, não havia (pelo menos, que me lembre); times com alguma projeção nacional, muito menos. No máximo uma domingueira entre Gama e Taguatinga...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Meu pai, vascaíno, saudoso de seu Rio de Janeiro natal, terra de Maracanã lotado aos domingos, nos submetia à tortura de ouvir pelo rádio do Maverick (sem ar-condicionado, com as janelas semi-cerradas para não entrar o poeirão, num calor infernal do meio do cerrado), as partidas do Vasco enquanto voltávamos da fazenda de meu avô, nos fins de tardes de domingo (oh, céus!). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;No interior de Goiás, como bem podem imaginar, não se conseguia sintonizar nenhuma rádio - o que tornava a experiência um tanto quanto instável, por assim dizer, cheia de ruídos, interrupções nas narrações e muita reclamação por parte dos passageiros. Enfim, uma verdadeira visão do inferno, uma tortura psicológica da qual até hoje não me recuperei. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Voltando à minha conversão, após ter casado com um Atleticano doente (Atlético Paranaense, que fique bem claro), que veio de uma família de doentes, e depois de ter um filho também doente por futebol, nada mais natural do que se entregar por bem às delícias do esporte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Hoje em dia, já posso dizer que sou veterana dos campos, daquelas que têm carteira de sócia e camisa; que canta o hino do Clube e aquelas musiquinhas infames que se aproveitam da melodia de grupos famosos; xinga a mãe dos outros, o juiz e, claro, sua mãe também. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Por essas e outras, no último fim-de-semana, aquele mesmo do último &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; sobre o &lt;em&gt;Deep Purple&lt;/em&gt;, aproveitamos a viagem a São Paulo para conhecer o Museu do Futebol. No início tive um pouco de receio de ir ao Pacaembú na véspera de Corínthians e Palmeiras, mas, obviamente, fui voto vencido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Tenho que recomendar: mesmo que você não seja um entusiasta do esporte, se tiver uma oportunidade de conhecer o museu, não a deixe passar. É um programa super legal para fazer com a namorada, com o maridão e, claro, com as crianças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;O museu é &lt;em&gt;high-tech e&lt;/em&gt; também interativo&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;Todos os craques brasileiros, de todos os tempos, estão representados ali. Imagens de todos os tipos, em profusão; arquivos de áudio desde o início do século passado - imagine, tem até o Ari Barroso narrando, pelo rádio, uma partida de futebol! Aliás, nas reproduções das cabines de rádio, com &lt;em&gt;dial&lt;/em&gt; e tudo, você pode escolher o narrador entre tantos famosos, como Osmar Santos, José Carlos Araújo, etc. e ouvir as mais emocionantes ou criativas narrações - muitas das quais entraram para a história do futebol brasileiro e enriqueceram o nosso idioma com palavras ou expressões singulares. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Me diverti muito com a origem de palavras como 'gandula' ou 'domingada', ou com o significado de expressões como 'deu zebra' ou 'folha seca'. Espetacular!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Podem imaginar a emoção que é poder ver 1.000.000 de vezes (se quiser, claro)as jogadas extraordinárias do Pelé; reviver as emoções de Copas passadas, quando, com os olhos grudados na TV, sofremos de tristeza com lances perdidos e pênaltis fatais ou vibramos de alegria com gols perfeitos e jogadas de mestres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Depois de uma experiência como essa, já não se pode mais negar o quanto o futebol faz parte da história do Brasil e da história de cada brasileiro. Somos mesmo uma pátria das chuteiras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para saber mais: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.museudofutebol.org.br/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;www.museudofutebol.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7772920984370710317?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7772920984370710317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7772920984370710317&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7772920984370710317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7772920984370710317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/03/o-museu-do-futebol-na-patria-das.html' title='O Museu do Futebol na Pátria das Chuteiras'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SbcxhUHNxHI/AAAAAAAAADY/fZ0b_pa2Jns/s72-c/pele2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-5434181680704380155</id><published>2009-03-09T12:47:00.002-03:00</published><updated>2009-03-09T14:39:41.188-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rock&apos;n Roll'/><title type='text'>Deep Purple comemora 40 anos de carreira</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SbU6ql7aeZI/AAAAAAAAADA/-wlDKJoFUOw/s1600-h/052.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311215838963595666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SbU6ql7aeZI/AAAAAAAAADA/-wlDKJoFUOw/s320/052.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;IAN GILLAN &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;Foto: Patrícia Fanaya&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:85%;"&gt;07 de março 2009/ Via Funchal-SP&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os fãs brasileiros do Deep Purple tiveram uma oportunidade de ouro, na última semana, de conferir de perto que os velhinhos ainda batem um bolão quando o assunto é Rock'n Roll. A turnê brasileira do grupo incluiu as cidades de Porto Alegre, Florianópolis e São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A banda deliciou os fãs, que se esbaldaram na festa de pouco mais de duas horas, embalados por sucessos como Highway Star, Smoke on the Water, Perfect Strangers, entre tantos outros hinos do Hard Rock mundial. Garanto que ninguém saiu decepcionado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ian Gillan não estava em sua melhor forma, é verdade. Tinha-se a impressão de que estava resfriado e não podia arriscar muito com seus agudos antológicos; &lt;em&gt;but&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;who cares&lt;/em&gt;? Os fãs estavam ali para comemorar os 40 anos de carreira  de uma das bandas mais importantes da história do hard rock mundial. Além disso, há bem pouco tempo, Gillan alcançou o 4º lugar numa lista importante das 40 melhores vozes do Rock'n Roll de todos os tempos, compilada a partir das listas de DJ's, apresentadores e ouvintes de rádios, músicos, críticos de rock e experts como Tony Iommi do BLACK SABBATH, Phil Manzanera do ROXY MUSIC, Ian Anderson do YES e o biógrafo do LED ZEPPELIN, Mick Wall.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Roger Glover, percebe-se, continua sendo a alma do Purple. Sem dúvidas, é ele o responsável por manter a união, a harmonia e a alegria do grupo. Sou louca por ele, que é, simplesmente, o máximo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Obviamente, para os fãs incondicionais do John Lord, qualquer outro tecladista que não ele quebra o galho mas não satisfaz. Don Airey é bom, cumpre bem seu papel e não decepciona, mas Deep Purple sem Lord faz os mais xiitas, como eu, torcerem um pouco o nariz e dizerem apenas: OK.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Steve Morse estava bem no show. É um ótimo guitarrista e o mais jovem entre os velhinhos. Gostei bastante. Mas, vamos combinar, ele também não é o Rich Blackmore e precisa de muitos anos de estrada ainda para merecer destaque no Panteão do Rock. Afinal, não é para qualquer um alcançar o prestígio do autor do &lt;em&gt;riff&lt;/em&gt; mais espetacular e famoso da história do rock. Para quem não sabe, o &lt;em&gt;riff&lt;/em&gt; de Smoke on the Water foi eleito, em abril do ano passado, pelos alunos da &lt;em&gt;London Tech Music School&lt;/em&gt;, o maior de todos os tempos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ian Paice está lá: um monumento ao rock'n roll, com seu estilo objetivo e rápido. Um dos fundadores da banda, permanece firme, discreto, como o pilar que realmente é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Deep Purple é  tudo de bom. Palavra de mulher roqueira!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-5434181680704380155?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/5434181680704380155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=5434181680704380155&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5434181680704380155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5434181680704380155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/03/deep-purple-comemora-40-anos-de.html' title='Deep Purple comemora 40 anos de carreira'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SbU6ql7aeZI/AAAAAAAAADA/-wlDKJoFUOw/s72-c/052.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8779672887334864198</id><published>2009-02-05T20:56:00.002-02:00</published><updated>2009-03-09T22:28:48.780-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Business'/><title type='text'>Jokes can make profitable business</title><content type='html'>&lt;embed name="flashObj" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9/1813626064?isVid=" width="404" height="436" type="application/x-shockwave-flash" publisherid="1564549380" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="videoId=1813637598&amp;amp;linkBaseURL=http://www.wired.com/video/business/industry-insider-interviews/1741215544/wired-biz-passion/1813637598&amp;amp;playerID=1813626064&amp;amp;domain=embed&amp;amp;" base="http://admin.brightcove.com" seamlesstabbing="false" allowfullscreen="true" swliveconnect="true"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8779672887334864198?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8779672887334864198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8779672887334864198&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8779672887334864198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8779672887334864198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/02/jokes-can-make-profitable-business.html' title='Jokes can make profitable business'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8953248883892778143</id><published>2009-02-05T19:40:00.002-02:00</published><updated>2009-03-09T22:29:21.125-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Business'/><title type='text'>The Future of Business</title><content type='html'>&lt;embed name="flashObj" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9/1813626064?isVid=" width="404" height="436" type="application/x-shockwave-flash" publisherid="1564549380" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="videoId=1813637601&amp;amp;linkBaseURL=http://www.wired.com/video/business/industry-insider-interviews/1741215544/free-the-future-of-business/1813637601&amp;amp;playerID=1813626064&amp;amp;domain=embed&amp;amp;" base="http://admin.brightcove.com" seamlesstabbing="false" allowfullscreen="true" swliveconnect="true"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8953248883892778143?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8953248883892778143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8953248883892778143&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8953248883892778143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8953248883892778143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/02/future-of-business.html' title='The Future of Business'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-5894849782382773960</id><published>2009-02-05T19:29:00.002-02:00</published><updated>2009-03-09T22:29:57.739-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tech'/><title type='text'>Voce sabe o que e 'crowdsourcing'?</title><content type='html'>&lt;embed name="flashObj" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9/1813626064?isVid=" width="300" height="225" type="application/x-shockwave-flash" publisherid="1564549380" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="videoId=1813637597&amp;amp;linkBaseURL=http://www.wired.com/video/business/industry-insider-interviews/1741215544/wired-biz-crowdsourcing/1813637597&amp;amp;playerID=1813626064&amp;amp;domain=embed&amp;amp;" base="http://admin.brightcove.com" seamlesstabbing="false" allowfullscreen="true" swliveconnect="true"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-5894849782382773960?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/5894849782382773960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=5894849782382773960&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5894849782382773960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5894849782382773960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/02/voce-sabe-o-que-e.html' title='Voce sabe o que e &amp;#39;crowdsourcing&amp;#39;?'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8383440892671036928</id><published>2009-01-30T19:03:00.004-02:00</published><updated>2009-01-30T19:30:12.240-02:00</updated><title type='text'>Floripa 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SYNxXOL3yYI/AAAAAAAAACw/KtE56myIzbk/s1600-h/100_0963.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297202230476654978" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SYNxXOL3yYI/AAAAAAAAACw/KtE56myIzbk/s320/100_0963.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SYNw6PyKx0I/AAAAAAAAACo/AF1gAfNV5yw/s1600-h/100_0963.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Florianópolis é uma paixão! Me apaixonei pela terrinha há muitos anos, mais precisamente há 18 anos, quando me mudei para Curitiba. Gosto de Curitiba, mas amor declarado mesmo é por Floripa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Aliás, Santa Catarina é um estado encantador: cidades bonitinhas, bem cuidadas, gente trabalhadora e m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a!Os temporais e as enchentes dos últimos meses do ano foram um choque tão grande pra mim, que não consegui escrever uma linha sequer sobre o assunto. Fiquei arrasada! Graças a Deus, os amigos não chegaram a ser afetados pela tragédia. Mas, como nem tudo é desgraça...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;O sol voltou a brilhar naquelas bandas e se você não conhece a Lagoa da Conceição, a Joaquina, a Praia Mole, Ingleses e Solidão, nunca comeu uma pizza no Basílico, tomou um sorvete da Gelatta e nem badalou em Jurerê,não perca a oportunidade este ano. Prometa a você mesmo que planejará uma viagem à Ilha da Magia. Garanto que não se arrependerá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8383440892671036928?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8383440892671036928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8383440892671036928&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8383440892671036928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8383440892671036928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/01/floripa-2009.html' title='Floripa 2009'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SYNxXOL3yYI/AAAAAAAAACw/KtE56myIzbk/s72-c/100_0963.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-9142214968783535891</id><published>2009-01-30T18:27:00.002-02:00</published><updated>2009-01-30T18:49:12.113-02:00</updated><title type='text'>Deep Purple em São Paulo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quem gosta de hard rock não pode perder o show do Deep Purple que acontecerá, nos próximos dias 06 e 07 de março,no Via Funchal, em São Paulo. Para quem não conhece muito do gênero, mas gosta de rock, minha sugestão é: não perca!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;O Deep Purple é, sem dúvida, uma das melhores bandas de todos os tempos.Juntamente com o Led Zeppelin e o Black Sabbath, transformaram a história do rock ao apresentar ao mundo o gênero que ficaria conhecido, mais tarde, como heavy metal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;O grupo mantém a formação desde 2001:Ian Gillan (vocal), Roger Glover (baixo), Steve Morse (guitarra), Don Airey (teclados) e Ian Paice (bateria), sendo que este último é o único a se manter desde o início, em 1968, quando foi lançado o álbum Shades Of Deep Purple.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;O que sinto, de verdade, é que o John Lord tenha resolvido sair do grupo em 2001. Na minha opinião, ele é o maior.O solo de Highway Star é alucinante!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Os sucessos são inúmeros: Smoke on the Water, Highway Star,Black Night, Strange Kind of Woman,Lazy,Speed King, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Quem viver verá!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-9142214968783535891?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/9142214968783535891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=9142214968783535891&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/9142214968783535891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/9142214968783535891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2009/01/deep-purple-em-sao-paulo.html' title='Deep Purple em São Paulo'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-3076661168192627936</id><published>2008-12-17T18:34:00.004-02:00</published><updated>2008-12-17T21:12:47.312-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Recebi, há pouco, um email muito especial de uns amigos americanos que moram em Baton Rouge, Louisiana. Conheci Rich há alguns anos por motivos profissionais, mas, por razões que não nos cabe entender ou explicar, nos tornamos amigos. Uma amizade serena, com troca de alguns emails ao ano, sem muita conversa jogada fora ou grandes efusividades. O tempo foi trazendo para perto de mim sua mulher Denese, seus filhos, sogra, e, mais recentemente, Kellan - uma linda criança, neto de Rich e Denese, que vem a ser &lt;em&gt;half American and half Korean&lt;/em&gt;, como gostam de enfatizar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Todos os anos, pela ocasião do Natal, Rich e Denese enviam a seus amigos e família uma longa carta contando, resumidamente, como passaram o ano: as conquistas - deles e dos filhos -, os percalços, as novidades... Ah, claro, com pitadas de humor e com fotos, muitas fotos. Todos os anos, também, me pego lendo a mensagem com um nó na garganta e lágrimas nos olhos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A vida que Rich e Denese me contam é cotidiana, de acontecimentos corriqueiros, como um aniversário, um mal-estar, a nota de uma prova ou uma viagem de fim-de-semana; enfim, aquela vida que a maioria das pessoas não gastaria parágrafos e parágrafos só para manter os outros informados - aliás, tenho a impressão que mal e mal escreveriam uma notinha de rodapé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Parei para pensar por uns instantes por que sempre me emociono quando recebo a tradicional carta/ email de Rich e Denese. Me dei conta de que minhas lágrimas não são lágrimas bobas - bem próprias desta época de festas de fim-de-ano. Não. São, sim, lágrimas de gratidão. Sou grata por ser escolhida a compartilhar, com eles, a vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nas palavras de Vinícius de Morais, em Poema de Natal*:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para isso fomos feitos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para lembrar e ser lembrados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para chorar e fazer chorar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para enterrar os nossos mortos —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Por isso temos braços longos para os adeuses&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mãos para colher o que foi dado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Dedos para cavar a terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Assim será nossa vida:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Uma tarde sempre a esquecer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Uma estrela a se apagar na treva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um caminho entre dois túmulos —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Por isso precisamos velar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Falar baixo, pisar leve, ver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A noite dormir em silêncio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não há muito o que dizer:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Uma canção sobre um berço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um verso, talvez de amor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Uma prece por quem se vai —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mas que essa hora não esqueça&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;E por ela os nossos corações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se deixem, graves e simples.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Pois para isso fomos feitos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para a esperança no milagre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para a participação da poesia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para ver a face da morte —&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;De repente nunca mais esperaremos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Hoje a noite é jovem; da morte, apenas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nascemos, imensamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:78%;"&gt;* Poema extraído do livro "Antologia Poética", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 147.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-3076661168192627936?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/3076661168192627936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=3076661168192627936&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/3076661168192627936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/3076661168192627936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/recebi-h-pouco-um-email-muito-especial.html' title=''/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8776873938630093551</id><published>2008-12-15T15:06:00.003-02:00</published><updated>2008-12-15T15:09:20.931-02:00</updated><title type='text'>Cibercrime está cada vez mais sofisticado, diz estudo.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A Cisco Systems divulgou nesta segunda-feira um relatório que identifica as principais ameaças de segurança na Internet do ano. Segundo a análise, ataques pela web estão se tornando cada vez mais sofisticados e especializados, com estratégias elaboradas para o roubo de dados, em uma economia de cibercrime cada vez mais inteligente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Segundo o Relatório de Segurança Anual Cisco 2008, os invasores exploram falhas tecnológicas e humanas. Os ataques se espalham mais rapidamente e são cada vez mais difíceis de detectar. O número geral de vulnerabilidades cresceu 11,5% em relação a 2007. O estudo da Cisco também observou um crescimento de 90% de ameaças com origem em domínios legítimos, quase o dobro do que no ano anterior. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O volume de spam vem aumentando com grande rapidez e seu volume hoje passa de 200 bilhões de mensagens diárias em todo o mundo - aproximadamente 90% do volume total de mensagens. Por outro lado, o volume de malware disseminado por e-mail está diminuindo. Ao longo dos últimos dois anos, os ataques baseados em anexos de e-mail caíram 50% em relação a 2005 e 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os pesquisadores identificaram também as principais tendências na área de segurança online. Ameaças internas em empresas podem acontecer por meio de funcionários descuidados, que devem ser orientados para agir dentro de normas de segurança. A perda de dados, por falta de cuidado ou invasão hacker, é apontado como um problema crescente. Outro grande desafio para os profissionais de segurança na rede será a tendência do "cloud computing" e o uso de ferramentas baseadas na web.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As recomendações do relatório para que o usuário se proteja desses ataques são, principalmente, atualização constante de aplicativos e equipamento de rede. "As organizações podem reduzir seu risco de perda de dados através do ajuste fino de controles de acesso e a correção de vulnerabilidades conhecidas, eliminando a capacidade de criminosos em explorar falhas nas infra-estruturas", aconselha Ghassan Dreibi Jr, da Cisco do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;Redação Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;Leia esta notícia no original em:Terra - Tecnologia  http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3393955-EI4805,00.html&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8776873938630093551?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8776873938630093551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8776873938630093551&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8776873938630093551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8776873938630093551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/cibercrime-est-cada-vez-mais.html' title='Cibercrime está cada vez mais sofisticado, diz estudo.'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-6372486456566120153</id><published>2008-12-13T09:31:00.001-02:00</published><updated>2008-12-13T09:32:26.718-02:00</updated><title type='text'>Revistas antigas podem ser consultadas na web</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em seu esforço para oferecer ao usuário mais conteúdo fora da rede, o Google anunciou hoje que publicará mais de um milhão de artigos de edições passadas de revistas, que poderão ser acessadas através do Google Book Search.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os artigos de publicações americanas como "New York Magazine", "Popular Mechanics" ou "Popular Science" estão disponíveis só no serviço para buscar textos de livros, mas o Google espera poder oferecê-los no futuro dentro de seu site de buscas geral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;O serviço faz parte de um acordo entre o Google e dúzias de editoras que decidiram abrir seus arquivos site de buscas em troca de parte da receita pela publicidade que o buscador insere junto aos artigos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Além de cópias digitais de algumas das principais bibliotecas do mundo e, agora, artigos de edições passadas de revistas, o Google oferece também há algumas semanas parte dos arquivos fotográficos da revista "Life Magazine".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Trata-se de dez milhões de fotografias que documentam os momentos-chave da história do século XX e que podem ser acessadas através do serviço de busca de imagens Google Image Search. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;EFE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;Leia esta notícia no original em:Terra - Tecnologia  http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3385492-EI4802,00.html&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-6372486456566120153?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/6372486456566120153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=6372486456566120153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6372486456566120153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6372486456566120153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/revistas-antigas-podem-ser-consultadas.html' title='Revistas antigas podem ser consultadas na web'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-5844056464865907663</id><published>2008-12-13T09:21:00.003-02:00</published><updated>2008-12-13T09:28:26.410-02:00</updated><title type='text'>Mundo online vende US$ 1 milhão ao mês em produtos virtuais</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Até o momento, a recessão crescente não desacelerou as vendas de produtos virtuais, o que os executivos atribuem ao fato das pessoas passarem mais tempo em casa. O Gaia Online, mundo juvenil com sete milhões de visitantes por mês, vende mais de US$ 1 milhão em produtos virtuais mensalmente e espera um recorde de vendas em dezembro, disse o chefe-executivo da empresa, Craig Sherman. Um de seus concorrentes, o IMVU, também tem tido aumento de 15 a 20% nas vendas desde setembro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quer andar com os sapatos de camurça azul de Elvis Presley? Custa 50 centavos de dólar. Em uma economia em crise, um adolescente ou jovem de 20 anos poderia se dar esse luxo num mundo virtual como o Gaia Online, que vende uma série de acessórios digitais com o estilo da lenda do rock, incluindo seus sapatos de camurça azul, seu macacão branco com brilhantes (US$ 4) e seu topete (US$ 1,50). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os mais jovens não familiarizados com Elvis podem preferir desembolsar US$ 2 pelo chapéu inconfundível de Justin Timberlake, ou US$ 3 pelos dois dobermans de Snoop Dogg para aumentar o coeficiente "descolado" de seus personagens, conhecidos como avatares.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Essa é a premissa por trás da Virtual Greats, uma empresa iniciante de Huntington Beach, Califórnia, que representa celebridades e grifes no florescente negócio americano de produtos virtuais. A empresa de um ano de idade atua como corretora entre Hollywood e os tecnólogos que administram mundos virtuais como Gaia, Whyville e WeeWorld, orientados ao público jovem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;O Facebook, rede social líder do setor, permite que os membros gastem dinheiro de verdade com o envio de presentes virtuais, e tem parcerias com corporações como Ben &amp;amp; Jerry's Homemade, que distribuiu 500 mil casquinhas de sorvete virtuais em abril como parte da promoção Dia da Casquinha Gratuita nas lojas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os consumidores estão apertando os cintos, mas ainda desejam se expressar e socializar com os colegas, dizem os executivos do setor. Produtos virtuais, como o Chihuahua de Paris Hilton ou a jaqueta de Timberlake, são uma maneira barata de chamar atenção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"As pessoas pensam que estão sacrificando outras áreas e por isso se dão o luxo de gastar um dólar aqui," disse Charlene Li, analista de mídia social que já trabalhou para a Forrester Research. "Vale a pena? Depende delas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Segundo a maioria das estimativas, os consumidores gastaram cerca de US$ 1,5 bilhão por ano em produtos virtuais ao redor do mundo. Tencent Holdings, uma empresa de capital aberto de mídia de Internet, com sede na China, é a líder do setor, com centenas de milhões em receita anual de produtos virtuais em jogos online e outros aplicativos. Empresas de Internet nos Estados Unidos estão ficando para trás.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para as celebridades, o licenciamento de produtos virtuais é uma maneira nova de ganhar dinheiro e manter a popularidade entre o público jovem. A empresária de Snoop Dogg, Constance Schwartz, disse que não tinha idéia do que eram mundos virtuais quando a Virtual Greats a abordou neste ano, pedindo para que ela e sua equipe passassem uma semana explorando o Gaia Online. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Após ver tantos adolescentes gastando seu tempo e suas mesadas online, Schwartz explicou o conceito a Snoop Dogg. Ela disse que os produtos venderiam facilmente, pois Snoop Dogg havia sido um dos primeiros rappers a licenciar seu trabalho para toques de celular. A única exigência do cantor foi a de que todos os produtos fossem "fiéis a ele", das tranças de cabelo e pantufas caseiras aos pratos de frango e waffles do restaurante Roscoe, que ele freqüenta regularmente em Los Angeles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para a Elvis Presley Enterprises, os produtos virtuais são apenas mais uma gota no oceano - 250 empresas licenciadas ao redor do mundo vendem 5 mil produtos e promoções de Elvis, incluindo bonecos falantes, porta-balas e uma página do Facebook. "Elvis está em toda parte," disse Kevin Kern, porta-voz da empresa, que controla o nome, imagem e artigos relacionados à estrela do rock. "Por que não nos mundos virtuais?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A Virtual Greats atrai parceiros como Snoop Dogg e Elvis Presley porque faz o trabalho de campo que nenhuma das partes - o detentor de direitos autorais ou o operador do mundo virtual - deseja ou tem tempo de fazer. De um lado, a empresa entra em contato com celebridades e grifes, negocia licenças e agrega talento; do outro, une o mercado normalmente fragmentado dos mundos virtuais sedentos por fontes de receita. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Dan Jansen, ex-chefe de mídia global e prática de entretenimento do Boston Consulting Group, lançou a Virtual Greats em parceria com a Millions of Us, uma agência de marketing de Sausalito, Califórnia, que constrói mundos virtuais. As duas empresas compartilhavam a idéia de que os mundos virtuais necessitavam de fontes de receita diversificadas e não tinham presença no mercado de produtos de celebridades e grifes. O Omnicom Group, firma de marketing e propaganda, e o banco Allen &amp;amp; Company, investiram um valor não divulgado na Virtual Greats.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Produtos virtuais têm margens de lucro de 70 a 90% porque seus custos com estocagem, reprodução e distribuição são baixos. Contudo, para lucrar é preciso um grande volume de vendas. No ano que vem, a Virtual Greats espera representar 30 mundos virtuais e mais de 50 artistas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A empresa negocia o licenciamento de personagens como Ferris Bueller com um estúdio cinematográfico e os direitos sobre camisetas de times com ligas esportivas. Grifes de luxo como Gucci, Prada e Chanel também estão sendo abordadas para terem seus produtos representados online.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um desafio para a Virtual Greats e seus parceiros é criar legitimidade para grifes online e ao mesmo tempo assegurar que a oferta dos produtos não seja excessivamente ampla. Sherman disse que o Gaia usa "formas de raridade forçada" ou edições limitadas dos itens. Com o tempo, esses itens podem comandar um nicho especial no mercado secundário, em que os membros comercializam seus produtos com moeda virtual. Por exemplo, uma auréola dourada do Gaia que não é mais produzida foi vendida por US$6 mil no eBay, ele disse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;De forma similar, a Virtual Greats percebeu que estipulou preços muito baixos para alguns itens, como a cratera de impacto do Hulk, que era originalmente vendida por 50 centavos de dólar e passou a custar seis vezes mais no mercado de usados do Gaia. Em seus meses de teste, a Virtual Greats se deu conta de que as pessoas preferiam itens de grife mais caros a itens mais baratos e genéricos. Além disso, os itens maiores, e mais fáceis de se ver, são mais populares que os pequenos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Produtos virtuais licenciados provavelmente serão apenas um pequeno nicho dos negócios. Itens genéricos representam uma porção enorme do mercado de produtos virtuais e promoções patrocinadas pelas companhias, como as casquinhas da Ben &amp;amp; Jerry no Facebook, que provavelmente se tornarão mais importantes à medida que os negociantes tentarem estender suas grifes às redes sociais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A crise econômica pode fazer com que as pessoas repensem sua noção de gastar dinheiro de verdade para que suas personas ficcionais tenham um topete do Elvis ou um agasalho do Snoop Dogg.&lt;br /&gt;Contudo, Jansen afirma que as pessoas sempre desejarão um pouco do glamour das grifes. "Talvez você não possa comprar uma bolsa da Louis Vuitton, mas pode ter a versão virtual," ele disse. "São luxos acessíveis nessa economia em dificuldade."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;Tradução: Amy Traduções&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;The New York Times&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Leia esta notícia no original em:Terra - Tecnologia&lt;/span&gt;  http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3386584-EI4803,00.html&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-5844056464865907663?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/5844056464865907663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=5844056464865907663&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5844056464865907663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5844056464865907663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/mundo-online-vende-us-1-milho-ao-ms-em.html' title='Mundo online vende US$ 1 milhão ao mês em produtos virtuais'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-8652142182950531916</id><published>2008-12-13T09:05:00.004-02:00</published><updated>2008-12-13T09:08:49.064-02:00</updated><title type='text'>Internet supera televisão na Espanha, afirma estudo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Levantamento afirma que internauta espanhol passa mais tempo conectado do que vendo TV&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Areila Navarro - Reuters &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;MADRI - A Internet superou a televisão como o meio de comunicação mais consumido na Espanha em 2008, afirma levantamento divulgado nesta sexta-feira pela empresa de pesquisa Mediascope.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo afirma que na Europa 60 por cento da população se conectam à Internet por uma média de 12 horas por semana e que na Espanha o tempo de acesso aumentou em 16 por cento desde 2007. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Segundo a pesquisa, o internauta espanhol fica conectado por uma média semanal de 12,1 horas, enquanto o tempo em que passa diante da televisão é de 11,7 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo em que a população espanhola fica na frente de um computador aumento em 20 por cento desde 2004 e a quantidade de internautas que se conecta diariamente à Web, cerca de 56 por cento, cresceu cinco por cento desde o ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade que os espanhóis mais fazem na Internet é envio de e-mails, seguida por buscas e redes sociais. Enquanto isso, na Europa, as buscas ocupam o primeiro lugar, seguidas por e-mail e sites de conteúdo gerado pelos próprios internautas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento, porém, afirma que existe um consumo simultâneo de mídias, já que cerca de 23 por cento dos internautas vê televisão enquanto está navegando pela Web e cerca de 21 por cento faz isso enquanto ouve rádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos dispositivos, cerca de 32 por cento dos espanhóis utiliza o celular para se comunicar via mensagens curtas (SMS), email ou redes sociais, sem necessariamente recorrer a uma conversa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;www.estadao.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-8652142182950531916?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/8652142182950531916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=8652142182950531916&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8652142182950531916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/8652142182950531916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/internet-supera-televiso-na-espanha.html' title='Internet supera televisão na Espanha, afirma estudo'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7495984229334186649</id><published>2008-12-12T14:51:00.005-02:00</published><updated>2008-12-12T14:56:21.264-02:00</updated><title type='text'>Ex-catadora de papel monta biblioteca com mais de 22 mil livros</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Essa notícia é um tanto quanto antiga (nov 2008), mas achei muito importante dar um pouco mais de quilometragem a uma iniciativa assim tão rara e inesperada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fonte: Portal G1 - 26/11/2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fernanda Calgaro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A ex-catadora de papel Vanilda de Jesus Pereira, 45 anos, que cursou só até a 6ª série do ensino fundamental, nunca imaginou que um dia chegaria tão longe. No início, há 20 anos, os livros cabiam em poucas caixas embaixo da cama. Hoje, ela coordena a Biblioteca Comunitária Graça Rios, na entrada da favela Paquetá, em Belo Horizonte (MG), que tem um acervo de cerca de 22 mil livros. "Nada foi planejado. Fui fazendo o que era possível", diz Vanilda.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O projeto foi um dos 15 finalistas do Prêmio Vivaleitura 2008, uma iniciativa do Ministério da Educação, do Ministério da Cultura e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A premiação ocorreu em São Paulo há duas semanas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;"Acabamos não recebendo o prêmio de R$ 30 mil, mas, só com o troféu de reconhecimento, já fiquei muito feliz." Porém, perguntada sobre o que faria se o dinheiro tivesse vindo, ela não hesita: "Iria rebocar as paredes da biblioteca, que ainda estão no tijolo, trocar os cinco computadores, que são bem antigos, e consertar a máquina de xerox".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na biblioteca, que funciona num galpão, também são dadas aulas de reforço escolar para as crianças mais novas e de preparação para os jovens que vão prestar vestibular. O local funciona ainda como uma espécie de creche. Diariamente, umas 30 crianças são deixadas de manhã pelas mães, que retornam no final do dia para buscá-las. O projeto conta com a ajuda de voluntários e o apoio de diversas empresas locais, além de eventos promovidos para arrecadar fundos.&lt;br /&gt;Filha de pais analfabetos, Vanilda conta que sempre gostou de ler, mas não tinha acesso a livros. Aos 14 anos, quando trabalhava como babá para uma família, a patroa a demitiu após ver que ela lia um livro sem autorização. O título da obra? "A Escrava Isaura".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fiquei chateada, mas aquela situação foi um empurrão para mim." Vanilda, então, comprou, claro, "A Escrava Isaura" e "Éramos Seis". "Eu comprei porque queria terminar de ler o livro!" E não parou mais. No final dos anos 80, ela passou a ajudar crianças da região onde morava com o dever de casa. "Muita gente começou a fazer doações. E o acervo foi crescendo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da experiência amarga, Vanilda não guarda nenhum rancor da ex-patroa. "Hoje, ela vem retirar livros aqui e a neta dela é voluntária da biblioteca. O acontecido foi uma lição de vida para mim e para ela."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solteira e mãe de seis filhos, Vanilda diz que simplesmente faz a sua parte. "Se a gente for esperar pelo outro, as coisas nunca acontecem", afirma. "Se você não consegue sair do lugar, mas consegue dar um empurrão para que outro consiga sair, então já está valendo a pena", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biblioteca Graça Rios fica localizada na rua Glauber Rocha, 334, Paquetá, Belo Horizonte. O telefone é (31) 3498-1547..&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7495984229334186649?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7495984229334186649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7495984229334186649&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7495984229334186649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7495984229334186649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/ex-catadora-de-papel-monta-biblioteca.html' title='Ex-catadora de papel monta biblioteca com mais de 22 mil livros'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-3095486569081814194</id><published>2008-12-12T10:27:00.005-02:00</published><updated>2008-12-12T14:50:54.354-02:00</updated><title type='text'>Duet Marketing vence Top de Marketing pela 6a. vez</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SUKG5jBPtKI/AAAAAAAAACI/b1Zxms3f0GI/s1600-h/Top+de+marketing+2008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278930036442772642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SUKG5jBPtKI/AAAAAAAAACI/b1Zxms3f0GI/s320/Top+de+marketing+2008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A Duet Marketing, empresa do Grupo Duet, recebeu, na última quarta-feira, o 6o. Top de Marketing de seus pouco mais de 9 anos de existência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O prêmio é oferecido pela ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil - Paraná), às empresas que realizam trabalhos consistentes e inovadores envolvendo suas marcas, produtos e/ou serviços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O &lt;em&gt;case&lt;/em&gt; vencedor do Top de Marketing 2008 foi o da Araucária TC, na categoria &lt;em&gt;Veículos e Mercado&lt;/em&gt; Automobilístico. A Araucária TC é cliente da Duet Marketing desde 2006.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-3095486569081814194?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/3095486569081814194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=3095486569081814194&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/3095486569081814194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/3095486569081814194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/duet-marketing-vence-top-de-marketing.html' title='Duet Marketing vence Top de Marketing pela 6a. vez'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SUKG5jBPtKI/AAAAAAAAACI/b1Zxms3f0GI/s72-c/Top+de+marketing+2008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7116538713219555397</id><published>2008-12-11T09:58:00.002-02:00</published><updated>2008-12-11T10:52:45.580-02:00</updated><title type='text'>Brasil entra para lista dos 10 maiores em banda larga</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;"&gt;http://www.estadao.com.br/tecnologia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;SÃO PAULO - O Brasil entrou para o ranking dos dez maiores países em número de usuários de banda larga no terceiro trimestre deste ano, segundo estudo do instituto Point Topic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa de pesquisas mostrou que, no período entre julho e setembro, a China ultrapassou os Estados Unidos pela primeira vez, com 80,9 milhões de clientes ante os 78,7 milhões dos Estados Unidos, enquanto o Brasil, que ocupava a 11a posição, avançou um degrau, com 9,1 milhões de assinantes (eram 8,49 milhões no trimestre anterior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estimativas para 2013, o Point Topic acredita que a China se distancie ainda mais da segunda colocada em 2013, com 153 milhões de clientes ante os 117 milhões dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa prevê que a recessão econômica afete os índices de crescimento da Internet nos países mais industrializados, mas tenha menos efeito nas economias emergentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"China, Brasil, Rússia e Vietnã devem ser pouco afetados, enquanto a Índia deve elevar seu relativamente baixo índice de penetração de banda larga, mesmo na recessão", disse relatório da Point Topic divulgado à imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil, de acordo com a expectativa, poderá ultrapassar países como Coréia do Sul, Itália e Rússia até 2013 e se manter entre os 10 maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os índices de crescimento da banda larga em todo o mundo, entretanto, sofrerão os efeitos da crise e serão menores que os registrados entre 2004 e 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O instituto projeta que o mundo adicione 273 milhões de conexões de alta velocidade até 2013, chegando naquele ano a um total de 683 milhões de assinaturas de banda larga, ante os 410 milhões deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal salto equivale a uma taxa anual média de crescimento de 10,8 por cento, enquanto no período de 2004 a 2008 ela foi de 27,7 por cento ao ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;(Texto de Taís Fuoco)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7116538713219555397?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7116538713219555397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7116538713219555397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7116538713219555397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7116538713219555397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/brasil-entra-para-lista-dos-10-maiores.html' title='Brasil entra para lista dos 10 maiores em banda larga'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-808028905102581110</id><published>2008-12-09T11:26:00.006-02:00</published><updated>2008-12-09T12:10:24.478-02:00</updated><title type='text'>Tangerine-Girl - Um dos cem melhores contos brasileiros do século XX</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Considerado um dos cem melhores contos brasileiros do século, o texto de Rachel de Queiroz, abaixo transcrito, foi extraído do livro “O melhor da crônica brasileira”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1997, pág. 47. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;De princípio a interessou o nome da aeronave: não "zepelim" nem dirigível, ou qualquer outra coisa antiquada; o grande fuso de metal brilhante chamava-se modernissimamente blimp. Pequeno como um brinquedo, independente, amável. A algumas centenas de metros da sua casa ficava a base aérea dos soldados americanos e o poste de amarração dos dirigíveis. E de vez em quando eles deixavam o poste e davam uma volta, como pássaros mansos que abandonassem o poleiro num ensaio de vôo. Assim, de começo, aos olhos da menina, o blimp existia como uma coisa em si — como um animal de vida própria; fascinava-a como prodígio mecânico que era, e principalmente ela o achava lindo, todo feito de prata, igual a uma jóia, librando-se majestosamente pouco abaixo das nuvens. Tinha coisas de ídolo, evocava-lhe um pouco o gênio escravo de Aladim. Não pensara nunca em entrar nele; não pensara sequer que pudesse alguém andar dentro dele. Ninguém pensa em cavalgar uma águia, nadar nas costas de um golfinho; e, no entanto, o olhar fascinado acompanha tanto quanto pode águia e golfinho, numa admiração gratuita — pois parece que é mesmo uma das virtudes da beleza essa renúncia de nós próprios que nos impõe, em troca de sua contemplação pura e simples.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Os olhos da menina prendiam-se, portanto, ao blimp sem nenhum desejo particular, sem a sombra de uma reivindicação. Verdade que via lá dentro umas cabecinhas espiando, mas tão minúsculas que não davam impressão de realidade — faziam parte da pintura, eram elemento decorativo, obrigatório como as grandes letras negras U. S. Navy gravadas no bojo de prata. Ou talvez lembrassem aqueles perfis recortados em folha que fazem de chofer nos automóveis de brinquedo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;O seu primeiro contato com a tripulação do dirigível começou de maneira puramente ocasional. Acabara o café da manhã; a menina tirara a mesa e fora à porta que dá para o laranjal, sacudir da toalha as migalhas de pão. Lá de cima um tripulante avistou aquele pano branco tremulando entre as árvores espalhadas e a areia, e o seu coração solitário comoveu-se. Vivia naquela base como um frade no seu convento — sozinho entre soldados e exortações patrióticas. E ali estava, juntinho ao oitão da casa de telhado vermelho, sacudindo um pano entre a mancha verde das laranjeiras, uma mocinha de cabelo ruivo. O marinheiro agitou-se todo com aquele adeus. Várias vezes já sobrevoara aquela casa, vira gente embaixo entrando e saindo; e pensara quão distantes uns dos outros vivem os homens, quão indiferentes passam entre si, cada um trancado na sua vida. Ele estava voando por cima das pessoas, vendo-as, espiando-as, e, se algumas erguiam os olhos, nenhuma pensava no navegador que ia dentro; queriam só ver a beleza prateada vogando pelo céu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Mas agora aquela menina tinha para ele um pensamento, agitava no ar um pano, como uma bandeira; decerto era bonita — o sol lhe tirava fulgurações de fogo do cabelo, e a silhueta esguia se recortava claramente no fundo verde-e-areia. Seu coração atirou-se para a menina num grande impulso agradecido; debruçou-se à janela, agitou os braços, gritou: "Amigo!, amigo!"— embora soubesse que o vento, a distância, o ruído do motor não deixariam ouvir-se nada. Ficou incerto se ela lhe vira os gestos e quis lhe corresponder de modo mais tangível. Gostaria de lhe atirar uma flor, uma oferenda. Mas que podia haver dentro de um dirigível da Marinha que servisse para ser oferecido a uma pequena? O objeto mais delicado que encontrou foi uma grande caneca de louça branca, pesada como uma bala de canhão, na qual em breve lhe iriam servir o café. E foi aquela caneca que o navegante atirou; atirou, não: deixou cair a uma distância prudente da figurinha iluminada, lá embaixo; deixou-a cair num gesto delicado, procurando abrandar a força da gravidade, a fim de que o objeto não chegasse sibilante como um projétil, mas suavemente, como uma dádiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A menina que sacudia a toalha erguera realmente os olhos ao ouvir o motor do blimp. Viu os braços do rapaz se agitarem lá em cima. Depois viu aquela coisa branca fender o ar e cair na areia; teve um susto, pensou numa brincadeira de mau gosto — uma pilhéria rude de soldado estrangeiro.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mas quando viu a caneca branca pousada no chão, intacta, teve uma confusa intuição do impulso que a mandara; apanhou-a, leu gravadas no fundo as mesmas letras que havia no corpo do dirigível: U. S. Navy. Enquanto isso, o blimp, em lugar de ir para longe, dava mais uma volta lenta sobre a casa e o pomar. Então a mocinha tornou a erguer os olhos e, deliberadamente dessa vez, acenou com a toalha, sorrindo e agitando a cabeça. O blimp fez mais duas voltas e lentamente se afastou — e a menina teve a impressão de que ele levava saudades. Lá de cima, o tripulante pensava também — não em saudades, que ele não sabia português, mas em qualquer coisa pungente e doce, porque, apesar de não falar nossa língua, soldado americano também tem coração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Foi assim que se estabeleceu aquele rito matinal. Diariamente passava o blimp e diariamente a menina o esperava; não mais levou a toalha branca, e às vezes nem sequer agitava os braços: deixava-se estar imóvel, mancha clara na terra banhada de sol. Era uma espécie de namoro de gavião com gazela: ele, fero soldado cortando os ares; ela, pequena, medrosa, lá embaixo, vendo-o passar com os olhos fascinados. Já agora, os presentes, trazidos de propósito da base, não eram mais a grosseira caneca improvisada; caíam do céu números da Life e da Time, um gorro de marinheiro e, certo dia, o tripulante tirou do bolso o seu lenço de seda vegetal perfumado com essência sintética de violetas. O lenço abriu-se no ar e veio voando como um papagaio de papel; ficou preso afinal nos ramos de um cajueiro, e muito trabalho custou à pequena arrancá-lo de lá com a vara de apanhar cajus; assim mesmo ainda o rasgou um pouco, bem no meio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Mas de todos os presentes o que mais lhe agradava era ainda o primeiro: a pesada caneca de pó de pedra. Pusera-a no seu quarto, em cima da banca de escrever. A princípio cuidara em usá-la na mesa, às refeições, mas se arreceou da zombaria dos irmãos. Ficou guardando nela os lápis e canetas. Um dia teve idéia melhor e a caneca de louça passou a servir de vaso de flores. Um galho de manacá, um bogari, um jasmim-do-cabo, uma rosa menina, pois no jardim rústico da casa de campo não havia rosas importantes nem flores caras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Pôs-se a estudar com mais afinco o seu livro de conversação inglesa; quando ia ao cinema, prestava uma atenção intensa aos diálogos, a fim de lhes apanhar não só o sentido, mas a pronúncia. Emprestava ao seu marinheiro as figuras de todos os galãs que via na tela, e sucessivamente ele era Clark Gable, Robert Taylor ou Cary Grant. Ou era louro feito um mocinho que morria numa batalha naval do Pacífico, cujo nome a fita não dava; chegava até a ser, às vezes, careteiro e risonho como Red Skelton. Porque ela era um pouco míope, mal o vislumbrava, olhando-o do chão: via um recorte de cabeça, uns braços se agitando; e, conforme a direção dos raios do sol, parecia-lhe que ele tinha o cabelo louro ou escuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Não lhe ocorria que não pudesse ser sempre o mesmo marinheiro. E, na verdade, os tripulantes se revezariam diariamente: uns ficavam de folga e iam passear na cidade com as pequenas que por lá arranjavam; outros iam embora de vez para a África, para a Itália. No posto de dirigíveis criava-se aquela tradição da menina do laranjal. Os marinheiros puseram-lhe o apelido de "Tangerine-Girl". Talvez por causa do filme de Dorothy Lamour, pois Dorothy Lamour é, para todas as forças armadas norte-americanas, o modelo do que devem ser as moças morenas da América do Sul e das ilhas do Pacífico. Talvez porque ela os esperava sempre entre as laranjeiras. E talvez porque o cabelo ruivo da pequena, quando brilhava á luz da manhã, tinha um brilho acobreadao de tangerina madura. Um a um, sucessivamente, como um bem de todos, partilhavam eles o namoro com a garota Tangerine. O piloto da aeronave dava voltas, obediente, voando o mais baixo que lhe permitiam os regulamentos, enquanto 0 outro, da janelinha, olhava e dava adeus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Não sei por que custou tanto a ocorrer aos rapazes a idéia de atirar um bilhete. Talvez pensassem que ela não os entenderia. Já fazia mais de um mês que sobrevoavam a casa, quando afinal o primeiro bilhete caiu; fora escrito sobre uma cara rosada de rapariga na capa de uma revista: laboriosamente, em letras de imprensa, com os rudimentos de português que haviam aprendido da boca das pequenas, na cidade: "Dear Tangeríne-Gírl. Please você vem hoje (today) base X. Dancing, show. Oito horas P.M." E no outro ângulo da revista, em enormes letras, o "Amigo", que é a palavra de passe dos americanos entre nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;A pequena não atinou bem com aquele "Tangerine-Girl". Seria ela? Sim, decerto... e aceitou o apelido, como uma lisonja. Depois pensou que as duas letras, do fim: "P.M.", seriam uma assinatura. Peter, Paul, ou Patsy, como o ajudante de Nick Carter? Mas uma lembrança de estudo lhe ocorreu: consultou as páginas finais do dicionário, que tratam de abreviaturas, e verificou, levemente decepcionada, que aquelas letras queriam dizer "a hora depois do meio-dia".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Não pudera acenar uma resposta porque só vira o bilhete ao abrir a revista, depois que o blimp se afastou. E estimou que assim o fosse: sentia-se tremendamente assustada e tímida ante aquela primeira aproximação com o seu aeronauta. Hoje veria se ele era alto e belo, louro ou moreno. Pensou em se esconder por trás das colunas do portão, para o ver chegar - e não lhe falar nada. Ou talvez tivesse coragem maior e desse a ele a sua mão; juntos caminhariam até a base, depois dançariam um fox langoroso, ele lhe faria ao ouvido declarações de amor em inglês, encostando a face queimada de sol ao seu cabelo. Não pensou se o pessoal de casa lhe deixaria aceitar o convite. Tudo se ia passando como num sonho — e como num sonho se resolveria, sem lutas nem empecilhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Muito antes do escurecer, já estava penteada, vestida. Seu coração batia, batia inseguro, a cabeça doía um pouco, o rosto estava em brasas. Resolveu não mostrar o convite a ninguém; não iria ao show; não dançaria, conversaria um pouco com ele no portão. Ensaiava frases em inglês e preparava o ouvido para as doces palavras na língua estranha. Às sete horas ligou o rádio e ficou escutando languidamente o programa de swings. Um irmão passou, fez troça do vestido bonito, naquela hora, e ela nem o ouviu. Às sete e meia já estava na varanda, com o olho no portão e na estrada. Às dez para as oito, noite fechada já há muito, acendeu a pequena lâmpada que alumiava o portão e saiu para o jardim. E às oito em ponto ouviu risadas e tropel de passos na estrada, aproximando-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Com um recuo assustado verificou que não vinha apenas o seu marinheiro enamorado, mas um bando ruidoso deles. Viu-os aproximarem-se, trêmula. Eles a avistaram, cercaram o portão — até parecia manobra militar —, tiraram os gorros e foram se apresentando numa algazarra jovial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;E, de repente, mal lhes foi ouvindo os nomes, correndo os olhos pelas caras imberbes, pelo sorriso esportivo e juvenil dos rapazes, fitando-os de um em um, procurando entre eles o seu príncipe sonhado — ela compreendeu tudo. Não existia o seu marinheiro apaixonado — nunca fora ele mais do que um mito do seu coração. Jamais houvera um único, jamais "ele" fora o mesmo. Talvez nem sequer o próprio blimp fosse o mesmo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Que vergonha, meu Deus! Dera adeus a tanta gente; traída por uma aparência enganosa, mandara diariamente a tantos rapazes diversos as mais doces mensagens do seu coração, e no sorriso deles, nas palavras cordiais que dirigiam à namorada coletiva, à pequena Tangerine-Girl, que já era uma instituição da base — só viu escárnio, familiaridade insolente... Decerto pensavam que ela era também uma dessas pequenas que namoram os marinheiros de passagem, quem quer que seja... decerto pensavam... Meu Deus do Céu!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Os moços, por causa da meia-escuridão, ou porque não cuidavam naquelas nuanças psicológicas, não atentaram na expressão de mágoa e susto que confrangia o rostinho redondo da amiguinha. E, quando um deles, curvando-se, lhe ofereceu o braço, viu-a com surpresa recuar, balbuciando timidamente:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;— Desculpem... houve engano... um engano...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;E os rapazes compreenderam ainda menos quando a viram fugir, a princípio lentamente, depois numa carreira cega. Nem desconfiaram que ela fugira a trancar-se no quarto e, mordendo o travesseiro, chorou as lágrimas mais amargas e mais quentes que tinha nos olhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;Nunca mais a viram no laranjal; embora insistissem em atirar presentes, viam que eles ficavam no chão, esquecidos — ou às vezes eram apanhados pelos moleques do sítio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;Rachel de Queiroz,uma das mais importantes escritoras brasileiras, nasceu em Fortaleza - CE, no dia 17 de novembro de 1910. Entre muitas de suas obras podem-se citar: O Quinze,Caminhos de Pedra;A Donzela e a Moura Torta;As Três Marias;O Menino Mágico; Dôra, Doralina; Memorial de Maria Moura. Faleceu, dormindo em sua rede, no dia 04-11-2003, na cidade do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-808028905102581110?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/808028905102581110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=808028905102581110&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/808028905102581110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/808028905102581110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/tangerine-girl-um-dos-cem-melhores.html' title='Tangerine-Girl - Um dos cem melhores contos brasileiros do século XX'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4284094342892824061</id><published>2008-12-06T20:39:00.005-02:00</published><updated>2008-12-06T21:03:49.651-02:00</updated><title type='text'>A delicadeza de uma rara flor carioca</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Escreveria mais tarde&lt;em&gt;: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;em&gt;(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano.'&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Cecília Meireles, rara flor carioca, é elegante, delicada e contundente. Poeta, escritora e tradutora, publicou mais de 50 obras entre prosa, poesia e teatro, além de ter traduzido peças teatrais de Federico Garcia Lorca, Rabindranath Tagore, Rainer Rilke e Virginia Wolf.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;A seguir, um texto do qual especialmente gosto:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;"&gt;O Fim do Mundo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Cecília Meireles&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste - mas que importância tem a tristeza das crianças?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos e tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos - além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus - dono de todos os mundos - que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos - segundo leio - que, na Índia, lançam flores ao fogo, num rito de adoração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos - insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ainda há uns dias a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Texto extraído do livro "Quatro Vozes", Distribuidora Record de Serviços de Imprensa - Rio de Janeiro, 1998, pág. 73.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4284094342892824061?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4284094342892824061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4284094342892824061&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4284094342892824061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4284094342892824061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/delicadeza-de-uma-rara-flor-carioca.html' title='A delicadeza de uma rara flor carioca'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-3166657099252856959</id><published>2008-12-01T14:34:00.001-02:00</published><updated>2008-12-01T14:37:54.578-02:00</updated><title type='text'>De Gutenberg à Mona Lisa - Europa lança site cultural gratuito com 2 milhões de itens</title><content type='html'>A União Européia lançou um arquivo digital na internet com mais de dois milhões de itens da cultura européia que estão expostos em mais de mil museus, bibliotecas, galerias de arte e arquivos do continente.&lt;br /&gt;O site Europeana - no endereço dev.europeana.eu - inclui filmes, fotos, pinturas, mapas, arquivos sonoros e textos, todos disponíveis gratuitamente.&lt;br /&gt;Até 2010, quando o projeto estiver totalmente concluído, os organizadores do site prometem oferecer mais de 10 milhões de obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os internautas podem navegar pelo site em mais de 20 línguas – entre elas, o português.&lt;br /&gt;O arquivo já conta com itens tão diversos como receitas da culinária francesa, textos de Homero ou imagens digitalizadas de manuscritos de Beethoven.&lt;br /&gt;Segundo a comissária da União Européia para Informação e Mídia, Viviane Reding, o site permite que internautas vejam a Bíblia de Gutenberg ou a Mona Lisa sem precisar ir ao British Museum, em Londres, ou ao Museu do Louvre, em Paris.&lt;br /&gt;"O Europeana dá acesso digital à história da Europa, seja a que está nas bibliotecas, nos arquivos ou nos museus, tanto de imagens, sons como filmes", disse o diretor de coleções européias e americanas do British Museum, Stephen Bury.&lt;br /&gt;Centenas de instituições contribuíram para o site. O Instituto Nacional de Audiovisual da França contribuiu com mais de 80 mil gravações de áudio e vídeo do século 20, inclusive de imagens das primeiras batalhas da Primeira Guerra Mundial, em 1914.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081120_europeana_dg.shtml"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081120_europeana_dg.shtml&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-3166657099252856959?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/3166657099252856959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=3166657099252856959&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/3166657099252856959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/3166657099252856959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/de-gutenberg-mona-lisaeuropa-lana-site.html' title='De Gutenberg à Mona Lisa - Europa lança site cultural gratuito com 2 milhões de itens'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4023622448273161290</id><published>2008-12-01T14:07:00.003-02:00</published><updated>2008-12-01T14:21:49.882-02:00</updated><title type='text'>Lojas de luxo de São Paulo atendem melhor que as de Paris, diz estudo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Daniela Fernandes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;De Paris para a BBC Brasil &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um estudo realizado por uma empresa de marketing francesa sobre os serviços de lojas de luxo nas mais renomadas ruas e avenidas de comércio do mundo coloca São Paulo em melhor posição do que Paris, Milão e Mônaco.&lt;br /&gt;As ruas Oscar Freire e Bela Cintra e a avenida Faria Lima, em São Paulo, ficaram em oitavo lugar no ranking de 16 cidades analisadas pela Présence, que realiza estudos internacionais sobre a qualidade dos serviços de empresas utilizando auditores “disfarçados” de clientes normais.&lt;br /&gt;A classificação das ruas paulistanas é melhor do que as de outros tradicionais centros de luxo do mundo.&lt;br /&gt;A área da Praça do Cassino, em Mônaco, obteve o 12º lugar, seguida pela renomada Via Montenapoleone, em Milão, que ficou na 13ª colocação.&lt;br /&gt;A célebre avenida Champs-Elysées, em Paris, foi a última colocada, em 16º lugar, com seis pontos a menos do que as ruas avaliadas de São Paulo.&lt;br /&gt;Atendimento glacial&lt;br /&gt;Segundo o estudo da Présence, o atendimento dos lojistas da Champs-Elysées é “glacial”.&lt;br /&gt;De acordo com a empresa, nessa avenida “os vendedores não se interessam pelos clientes e não pedem desculpas por deixá-los esperando”.&lt;br /&gt;A primeira colocada no ranking foi a avenida Rodeo Drive, em Beverly Hills, Los Angeles, EUA, com 11 pontos a mais do que as ruas de São Paulo.&lt;br /&gt;O estudo, que analisou 500 lojas de luxo e restaurantes em 16 cidades, levou em conta outros critérios além do atendimento dos lojistas: a rapidez para pagar no caixa, a fachada das butiques, a limpeza das ruas e até a maneira como os pedestres respondem a pedidos de informação.&lt;br /&gt;Apresentação&lt;br /&gt;“As lojas de São Paulo ficaram bem posicionadas no quesito atendimento e serviços. Mas há falta de mão-de-obra qualificada em restaurantes para atender um público mais exigente”, disse à BBC Brasil Cristiane Sand, responsável pela visita aos pontos de venda em São Paulo.&lt;br /&gt;“Algumas lojas estão mal conservadas e não inovam muito na apresentação de seus produtos nas vitrines. A parte externa das butiques não é convidativa, sendo um dos critérios que afetou a pontuação de São Paulo”, afirma Sand, coordenadora de projetos da Market Analysis Brasil.&lt;br /&gt;Ela diz que a rua Oscar Freire, por exemplo, apesar da recente melhoria das calçadas, ainda precisaria criar um ambiente mais charmoso e atrativo em termos de estilo e moda para acolher lojas conceituadas internacionalmente.&lt;br /&gt;O estudo revela também que a Via Montenapoleone, em Milão, foi o local em que os pedestres foram menos cooperativos em dar informações em geral.&lt;br /&gt;Já na Champs-Elysées, apesar do último lugar no ranking, as pessoas foram mais solícitas em fornecer informações. A limpeza da avenida parisiense também teve uma avaliação positiva no estudo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/12/081129_ruasdeluxo_df_cq.shtml"&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/12/081129_ruasdeluxo_df_cq.shtml&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4023622448273161290?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4023622448273161290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4023622448273161290&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4023622448273161290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4023622448273161290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/lojas-de-luxo-de-so-paulo-atendem.html' title='Lojas de luxo de São Paulo atendem melhor que as de Paris, diz estudo'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-2922766308454039821</id><published>2008-12-01T10:18:00.001-02:00</published><updated>2008-12-01T10:36:07.299-02:00</updated><title type='text'>Rolling Stones faz parceria com Youtube</title><content type='html'>&lt;div id="fotoDestaque"&gt;&lt;img alt="" src="http://img.estadao.com.br/fotos/89/E6/B5/G89E6B5ADB7534122AF98CDE490989C05.jpg" width="290" height="290" /&gt;&lt;div style="font-family: courier new;" id="linhaFina"&gt;Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones, promoverão um canal de música lançado pela banda, em parceria com o site  YouTube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:www.estadao.com.br/interatividade/multimidia&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-2922766308454039821?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/2922766308454039821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=2922766308454039821&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2922766308454039821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2922766308454039821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/12/rolling-stones-faz-parceria-com-youtube.html' title='Rolling Stones faz parceria com Youtube'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-5814624000590482064</id><published>2008-09-19T17:52:00.002-03:00</published><updated>2008-09-19T17:53:43.838-03:00</updated><title type='text'>Desestatizar a cultura</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/piza/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;http://blog.estadao.com.br/blog/piza/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Ainda paira sobre a cultura brasileira um espírito estatizante. Historicamente o intelectual brasileiro é funcionário público e isso se refletiu em sua visão de mundo. Mesmo que alguns tenham artisticamente transcendido essa condição, como Machado de Assis (funcionário de ministérios por toda a vida), Carlos Drummond de Andrade (que trabalhou com Gustavo Capanema nos anos Getúlio) e Guimarães Rosa (diplomata), não conseguiam disfarçar suas aversões à modernidade capitalista. Hoje em dia isso mudou, mas ainda é fato que na maioria os intelectuais são professores de universidades públicas. É rara no Brasil – ao contrário dos EUA e Inglaterra, por exemplo – a figura do intelectual público independente, sem ligação com instituição alguma, e que Edward Said julgava tão fundamental para a vida cultural de uma nação.&lt;br /&gt;Mas não é só isso; o mais importante é notar que sem as grandes estatais brasileiras não haveria grande parte da produção cultural hoje. Banco do Brasil, Petrobrás e Caixa, além das secretarias estaduais e outros órgãos oficiais, sustentam o grosso do cinema, do teatro e da música erudita brasileira, para não falar da imprensa do setor. O que cria uma situação irônica: como essas estatais se beneficiam das leis de incentivo, que permitem abatimento fiscal dos patrocínios, o dinheiro do contribuinte financia duplamente cada evento (ao custeá-lo e ao ser abatido). Sim, há empresas privadas que apóiam a cultura, em especial os bancos, mas observe os letreiros da grande maioria dos filmes nacionais. Se o filme se passa na Bahia, invariavelmente terá apoio da Secretaria de Turismo da Bahia.&lt;br /&gt;Há um problema de gênero nisso? Claro que não. Em todos os países, inclusive nos “liberais” EUA, há dinheiro público para a cultura, sobretudo quando se trata de ajudar a pagar as contas de instituições que nem sempre o mercado sustenta, como orquestras sinfônicas. O caso brasileiro exemplar foi o do Grupo Corpo, que apesar de todo o sucesso e prestígio perdeu o patrocínio da Shell, mas terminou sobrevivendo graças à Petrobrás. O problema é de grau: aqui não existe a contrapartida suficiente da parte da iniciativa privada, como existe, para dar mais um exemplo, nos museus do Hemisfério Norte, todos apoiados por grandes doações empresariais. Nossos museus, como se sabe, vivem à míngua – enquanto nossos intelectuais não se cansam de demonizar o lucro (dos outros, claro).&lt;br /&gt;Aqui também há abusos que não fazem sentido para um país em desenvolvimento. Maestros que ganham melhor do que seus correspondentes estrangeiros, exclusivamente com verba pública, eis um caso escandaloso. Outro é a participação de recursos do contribuinte em empreendimentos que não precisam deles para ter lucrativas bilheterias, como o Cirque du Soleil. E nunca é demais lembrar a contaminação política do esquema de incentivos: verifique como algumas poucas famílias dominam as verbas para o cinema brasileiro. É preciso mexer nas leis e, principalmente, nos costumes para que a arte nacional não seja tão dependente do erário e para que as empresas percam os preconceitos. Precisamos decretar o iluminismo na vida cultural brasileira. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-5814624000590482064?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/5814624000590482064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=5814624000590482064&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5814624000590482064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5814624000590482064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/09/desestatizar-cultura.html' title='Desestatizar a cultura'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-2424372241113574062</id><published>2008-09-18T14:50:00.003-03:00</published><updated>2008-09-18T14:53:56.953-03:00</updated><title type='text'>Brasil sofre com distância entre universidade e empresa</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://wharton.universia.net/"&gt;http://wharton.universia.net&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A distância entre universidade e empresa está custando caro ao Brasil. Ao mesmo tempo em que comemora o crescimento constante de sua produção científica, que hoje corresponde a 2,02% do índice global, o Brasil ainda responde apenas por 0,06% do número de patentes registrados no mundo, segundo a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). De um lado, o desenvolvimento do conhecimento parece funcionar a todo vapor, ganhando destaque entre os países da América Latina e assemelhando-se a países europeus, como Suíça (1,89%), Suécia (1,81%), Holanda (2,55%) e Rússia (2,66%). Do outro, uma produção tecnológica que ainda parece deixar muito a desejar se comparada à de países como Coréia do Sul (0,79%), Itália (1,31%), França (2,96%) e Japão (22,67%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta disparidade também foi comprovada por um estudo desenvolvido pelo Bird (Banco Mundial) e divulgado na última quinta-feira, 11 de setembro, intitulado “Conhecimento e inovação para a competição”. De acordo com o documento, o Brasil está ficando para trás na comparação com outros países em desenvolvimento quando se trata de converter conhecimentos em resultados práticos. Um dos motivos é o baixo investimento do País em pesquisa e desenvolvimento. Enquanto o setor brasileiro recebe apenas 0,98% do PIB (Produto Interno Bruto), a China aplica 1,22% do seu PIB em inovação. Não à toa, o Brasil fica atrás de seus principais concorrentes no mercado internacional: Coréia do Sul, China, Índia e Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que há uma conscientização das universidades e das empresas a respeito da situação? Qual é o papel de cada uma delas nesse processo? Existe uma integração entre esses dois mundos que durante anos viveram separados? São essas as respostas que precisam ser encontradas para que se possa traçar um panorama e uma estratégia para estreitar as relações entre o setor produtivo e acadêmico no Brasil. Uma das saídas que, na visão dos especialistas, pode ajudar o país a eqüalizar e impulsionar sua produção científica e tecnológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a gerente de comunicação e planejamento estratégico da Inova Unicamp (Agência de Inovação da Universidade de Campinas), Patrícia Magalhães de Toledo, basta analisar o cenário da relação universidade e empresa nos países desenvolvidos para justificar a força que essa união pode representar para a criação de tecnologias. "Nos Estados Unidos e na Alemanha, por exemplo, há uma igualdade entre os índices de produção científica e tecnológica, graças a essa interação. E não é à toa, portanto, que eles disparam na frente e ocupam o topo do ranking mundial científico", cita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator que também diferencia a produção tecnológica brasileira desses países é sua dinâmica. "Há uma inversão dos papéis no sistema brasileiro", acredita Patrícia. De acordo com ela, enquanto as empresas são as maiores detentoras de patentes no mundo, no país quem ganha destaque nesse quesito são as universidades. O presidente da Capes, Jorge Guimarães, também partilha da mesma idéia da gerente da Inova Unicamp. "No mundo desenvolvido, as patentes produzidas no segmento acadêmico não passam de 3%. No Brasil, o setor detém 27% dos registros", aponta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último estudo do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) sobre o setor, inclusive, quem assume a liderança no registro de patentes é uma universidade. No ranking, a Unicamp ultrapassa empresas de grande potencial tecnológico, entre elas Petrobras, Multibras e a Embraer, e ocupa a primeira colocação. UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), USP (Universidade de São Paulo), UFRJ (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Unesp (Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho), UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e UFV (Universidade Federal de Viçosa) também aparecem com destaque na lista dos maiores depositantes do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número de pesquisadores no setor industrial também pode comprovar a baixa participação do setor empresarial no desenvolvimento tecnológico. "Mais de 70% desses profissionais brasileiros estão alocados nas universidades, apenas 10% deles estão na indústria e 15%, no governo. Nos Estados Unidos, por exemplo, 80% dos pesquisadores estão na indústria, 12% nas universidades e 18% no governo. Na Alemanha há uma situação equivalente à americana", compara Patrícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor científico da FAPESP (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo), Carlos Henrique de Brito Cruz, os dados apontados só comprovam que os grandes responsáveis pela produção de patentes investem pouco em pesquisas. "É um erro acreditar que as patentes devam ser geradas pelas universidades. As instituições de ensino produzem artigos e formam estudantes. Já as empresas produzem riqueza e patentes. Isso, porém, não quer dizer que universidades não possam registrar inovações e que uma não possa colaborar com a outra. Pelo contrário, suas funções se complementam", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a coordenadora da academia de Propriedade Intelectual e Inovação do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), Rita Pinheiro Machado, acredita que não é só a tímida participação das empresas, principalmente das privadas, na produção tecnológica que justifica a baixa colocação brasileira nas pesquisas mundiais. "Falta também disseminar no país a cultura da propriedade intelectual. Não há, por parte da grande maioria das empresas e principalmente dos pesquisadores, a preocupação em registrar e proteger suas idéias e projetos", enfatiza. "É preciso, portanto, mudar o comportamento dos agentes que estão envolvidos na produção do conhecimento e da tecnologia", completa Rita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião do diretor do CDT/UnB (Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília), Luis Afonso Bermúdez, é fundamental que as mudanças ultrapassem os limites comportamentais. "Para mudar o cenário brasileiro atual, precisa-se também que haja uma transformação nos paradigmas, tanto da academia quanto do setor empresarial", afirma. Ao mesmo tempo em que falta por parte de algumas empresas o reconhecimento de que a universidade pode ser uma parceira no incremento da sua competitividade, há também uma deficiência em certas instituições de ensino em abrir suas portas e tornar seus conhecimentos em inovações para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apontar o culpado para a situação brasileira não é o caminho. "O ideal é que as universidades e as empresas reconheçam o poder que podem ganhar se trabalharem juntas, ao invés de isoladas", recomenda Bermúdez. Enquanto as universidades devem colaborar com a formação de Recursos Humanos altamente capacitados e ainda com a produção do conhecimento, as empresas precisam transformar tais conhecimentos em produtos e, consequentemente, em inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeiros passos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o Brasil estar longe do cenário ideal e de alcançar os países em desenvolvimento, não se pode ignorar sua evolução em direção ao desenvolvimento da relação universidade e empresa. Uma interação que, segundo o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia), Guilherme Henrique Pereira, começou a dar seus primeiros passos com a criação da Lei de Inovação, em 2004. "A iniciativa, além de levar a discussão à tona em todo território nacional, fornece diretrizes tanto para as empresas quanto para as universidades, principalmente para as públicas, no que diz respeito à produção científica e tecnológica do país", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrícia, da Inova Unicamp, concorda com o secretário e acredita que a lei tenha sido uma mola propulsora para a promoção desse relacionamento entre setor acadêmico e produtivo e, consequentemente, para a impulsão do desenvolvimento científico e econômico brasileiro. "Essas normas aproximaram esses dois mundos. As iniciativas de interação entre eles, antes de 2004, eram isoladas. Mas o tabu que impedia esse relacionamento aos poucos está sendo quebrado, principalmente por conta da conscientização e do estimulo que a lei vem proporcionando aos dois lados", relata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma ação foi tomada pelo governo americano na década de 80. "Estamos vivendo o mesmo momento que os EUA viveram há 20 anos. A nossa Lei de Inovação foi, inclusive, inspirada pela legislação norte-americana. As mudanças que geraram lá no decorrer desse tempo, iniciam-se agora aqui", afirma Patrícia, que aponta esse atraso como uma das justificativas para as desigualdades científicas dos dois países. "Não se pode esquecer ainda que as universidades brasileiras são muito novas se comparadas às estrangeiras. Nossas instituições completam cinqüenta anos, enquanto outras já comemoram o centenário", completa Guimarães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aproximação entre as empresas e as universidades no Brasil tem acontecido fundamentalmente de quatro maneiras: criação de laboratórios cooperativos; desenvolvimento de projetos em parceria; incubação de empresas em desenvolvimento; e formação de recursos humanos capacitados. "A relação mais antiga e ainda a mais intensa continua sendo a última opção. Isso porque é esse o primeiro quesito em que as missões das empresas e das universidades se fundem. Enquanto a instituição tem o dever de formar profissionais altamente qualificados, o setor precisa dessa mão-de-obra para que o seu negócio possa caminhar", acredita Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário brasileiro tem se mostrado bastante propício para que os outros meios de interação também sejam contemplados. Segundo o diretor científico da Fapesp, a intensidade do relacionamento que algumas universidades brasileiras têm com o setor produtivo é comparável a muitos outros países. "As pesquisas das instituições de ensino financiadas por empresas nos Estados Unidos é de 6%. Na França, o percentual é de 4% e na Inglaterra, 6%. Aqui, esse índice varia de 4% a 7%. O problema é que há poucas companhias e universidades que seguem esse caminho", diz Cruz. Segundo dados do Bird, o investimento em inovação tecnológica está concentrado, principalmente, no setor público, que corresponde a aproximadamente 55% do total, realidade que difere de países desenvolvidos - nos EUA, esse número é de 30%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, com a Lei de Inovação, as universidades brasileiras, assim como os institutos de pesquisas, serão obrigadas a criar NIT's (Núcleos e Inovação Tecnológica e de Propriedade Intelectual). "Eles serão a ponte que faltava para uma maior aproximação", confessa Patrícia. De acordo com as novas regras, esses setores funcionarão como facilitadores do processo de negociação e de orientação para o licenciamento de tecnologias e o desenvolvimento de P&amp;amp;D conjunto entre empresas e instituições científicas e tecnológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda vários incentivos financeiros oferecidos pelo MCT, pela FINEP (Financiadora de Projetos), pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), pela Capes e até pelas FAPs (Fundações de Amparo a Pesquisa). Apoios que vão desde a concessão de bolsas, financiamentos, empréstimos com condições de pagamentos mais facilitadas e até isenções fiscais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das possibilidades é a Lei Rouanet, desenvolvida pelo MEC (Ministério da Educação) e organizada pela Capes. "A iniciativa vem complementar a Lei do Bem (nº 11.196) em um ponto extremamente importante: a aproximação da universidade com a empresa e um estímulo para o setor produtivo investir em inovação. As companhias interessadas poderão receber deduções de no mínimo metade e no máximo duas vezes e meia o valor do investimento", explica Guimarães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fapesp, de acordo com Cruz, também está direcionando parte de seus recursos nessa direção. "A Fundação mantém projetos de co-financiamento com empresas de diversos setores. As parceiras apontam suas necessidades, aí abrimos editais para a seleção de propostas relacionadas a elas. A instituição selecionada será financiada parte pela empresa e parte pela Fapesp", conta. O secretário do MCT cita ainda mais algumas iniciativas do FINEP e do CNPq para a formação de redes de pesquisas. "Que de certa forma, também propiciam essa relação universidade e empresa", alerta Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novos desafios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciativas como as descritas acima podem até ser um bom começo para o desenvolvimento de uma relação natural entre as universidades e as empresas, mas há ainda muito o que fazer. Para a coordenadora do INPI, o primeiro passo é esclarecer alguns pontos obscuros na Lei de Inovação. "Principalmente em relação ao uso do dinheiro público, que não está bem definido nas normas. Essa verba aplicada pelo governo pode e deve ser transferida pela indústria, mas é preciso entender todas as possibilidades da lei para facilitar o relacionamento universidade/empresa", cita Rita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os gargalos para essa interação, o diretor do CDT/UnB aponta a falta de autonomia da universidade na gestão dessas parcerias. "Um fator importante e imprescindível que não veio ainda. A instituição pública não tem definida a sua figura jurídica. Não pode contratar e decidir para onde seus recursos serão investidos. Isso emperra o processo de interação porque não é preciso trabalhar com a agilidade que as empresas precisam", diz Bermúdez. Segundo ele, é preciso também que haja uma mobilidade maior entre os agentes desse desenvolvimento científico e tecnológico. "É preciso que a universidade conheça o universo empresarial e o setor produtivo o universo acadêmico. E só existe esse intercâmbio a partir de vivências presenciais. Não são todos os conhecimentos que estão em livros", assegura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na opinião de Pereira, é preciso primeiramente consolidar todos os mecanismos que já existem e, ainda, explorar mais a Lei de Inovação. "Há muitas normas que ainda não utilizadas pelas empresas, tampouco pelas universidades. Uma delas, é a autorização de licença sem remuneração para pesquisadores que querem transformar seus projetos em inovação tecnológica", aponta o secretário. "O processo deve ser contínuo, não podemos parar por aqui. Porém precisamos avaliar o que está sendo implementado para aperfeiçoar e ampliar essas ações de acordo com as reais necessidades."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o presidente da Capes, não se pode esquecer dos avanços e das relações bem sucedidas que o país já consolidou. "O que precisamos fazer é consolidar essas parcerias que já trazem grandes resultados para o desenvolvimento cientifico e tecnológico brasileiro e criar novas iniciativas. Investimentos, recursos humanos de alta capacidade e potencial, o Brasil já têm. Basta caminharmos nessa direção", acredita Guimarães. "Claro que temos pressa, afinal somos ansiosos. Mas é preciso ter calma. Não dá para se transformar um país subdesenvolvido em um desenvolvido de um dia para o outro", completa Bermúdez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;a href="http://wharton.universia.net/index.cfm?fa=printArticle&amp;amp;ID=1577&amp;amp;language=Portuguese"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-2424372241113574062?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/2424372241113574062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=2424372241113574062&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2424372241113574062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2424372241113574062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/09/brasil-sofre-com-distncia-entre.html' title='Brasil sofre com distância entre universidade e empresa'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1435692260914452319</id><published>2008-09-16T17:00:00.004-03:00</published><updated>2008-09-16T17:09:00.473-03:00</updated><title type='text'>Consumidor brasileiro estima que computador básico custe até R$ 2 mil</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.infomoney.com.br/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a title="InfoMoney" href="http://www.infomoney.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;InfoMoney&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;16 setembro 2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;SÃO PAULO - Pesquisa elaborada pela Intel, fabricante mundial de processadores e outros componentes para computadores, mostra que a percepção do consumidor brasileiro quanto ao preço de um computador básico supõe uma média de R$1737. Como computador "básico", foi definido um equipamento capaz de desempenhar as funções mais importantes, com acesso à internet e um sistema operacional instalado.&lt;br /&gt;O estudo considera, ainda, a noção de preço que consumidores de diferentes classes sociais têm com relação aos computadores. Em todas as classes, a maioria supõe que o preço de um modelo básico, apenas com as funções essenciais, fique entre R$1001 e R$2000: 53% na classe A, 57% na classe B, 60% na C e 57% na D. No total, 58% dos entrevistados na pesquisa acreditam que os computadores mais simples estão nessa faixa de preço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;Renda reflete percepção&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os entrevistados de menor renda são a maioria entre os que estimam o preço do computador básico até R$1000. Nas classes C e D, essa valor é a opinião de 22% e 23%, respectivamente, dos consumidores. Os percentuais de consumidores das classes A e B a estimar um preço abaixo de R$1000 para a máquina em questão são 16% e 18%, respectivamente.&lt;br /&gt;O resultado inverte quando a estimativa passa a ser de que computadores mais simples custem entre R$2&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;001 e R$3000. Na classe A, 25% dos consumidores têm essa percepção do preço, enquanto que na classe B, a quantidade é de 19%. Nas classes C e D, 15% e 18% dos participantes da pesquisa, respectivamente, ficam com essa faixa de preço como suposição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;Portáteis&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Avaliação semelhante foi feita com o preço de notebooks. Na média, os entrevistados acreditam que um portátil básico, com internet e sistema operacional, custe R$2646. As maiores porcentagens de percepção de preço ficaram nos intervalos entre R$2001 e R$3000 e entre R$3001 e R$4000.&lt;br /&gt;A percepção de preço na faixa de R$2001 a R$3000 apresenta uma distribuição homogênea entre as classes, e compreende a maioria dos consumidores: classe A(39%), classe B(39%), classe C(38%) e classe D(31%).&lt;br /&gt;Outra grande parcela de entrevistados acredita que o preço de notebooks está entre R$1001 e R$2000: 35% da classe A,30% da B, 31% da C e 29% da D. Menos de 10% em cada classe supõe que um notebook básico custe entre R$4001 e R$5000, e menos de 5% imagina um preço superior a R$5000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=10386892"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1435692260914452319?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1435692260914452319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1435692260914452319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1435692260914452319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1435692260914452319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/09/consumidor-brasileiro-estima-que.html' title='Consumidor brasileiro estima que computador básico custe até R$ 2 mil'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4113640273865136585</id><published>2008-09-16T16:56:00.001-03:00</published><updated>2008-09-16T16:59:26.301-03:00</updated><title type='text'>Relação com a natureza, e com dinheiro: jovens podem ser divididos em cinco grupos</title><content type='html'>&lt;a title="InfoMoney" href="http://www.infomoney.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;InfoMoney&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;15 setembro 2008.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;SÃO PAULO - Os jovens brasileiros se diferenciam bastante quando o assunto é o consumo consciente, que visa agredir o mínimo possível a natureza. Enquanto alguns economizam água e energia, em prol do meio ambiente, e também do próprio bolso, outros estão totalmente alienados em relação à questão.&lt;br /&gt;A conclusão faz parte da pesquisa Dossiê Universo Jovem 2008, realizada pela MTV Brasil, com participação do Instituto Datafolha, e divulgada na quinta-feira (11). De acordo com os dados, é possível dividir os jovens brasileiros em cinco grupos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;Teóricos lideram&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A maior parcela dos jovens, ou 26% dos mais de 2,5 mil entrevistados, está no grupo dos "teóricos". Eles têm o maior conhecimento sobre atitudes que podem preservar o meio ambiente, são mais idealistas, mas pecam em suas atitudes.&lt;br /&gt;Os teóricos preocupam-se com o consumo consciente, pois economizam água, energia e ainda evitam o uso do carro. É o grupo mais elitizado em termos financeiros e de escolaridade. É o segundo grupo no ranking dos que valorizam as causas ambientais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;Guiados pela intuição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O segundo grupo que mais agrega jovens é o dos "intuitivos", com 21% dos entrevistados. Eles têm alguma atuação consciente, mas têm baixa formação e noção ecológica. Por isso, conclui-se que a prática deles é mais intuitiva.&lt;br /&gt;Esta intuição os leva a economizar água, energia e a incentivarem os amigos e parentes com a questão. Os intuitivos acreditam ter conhecimento ecológico, mas demonstram pouco domínio sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;Pouca ação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os dados da pesquisa revelaram que 20% dos jovens entrevistados estão no grupo dos "refratários", que são os que menos valorizam as práticas ambientais e os que mais concordam com a seguinte frase: na prática, não faço nada.&lt;br /&gt;Os jovens deste grupo têm conhecimento semelhante ao da população em relação à preservação do meio ambiente, mas são os que menos valorizam o assunto. "São menos idealistas: preferem trabalhar infelizes por dinheiro a trabalhar por prazer", diz o relatório.&lt;br /&gt;Muita atitude consciente&lt;br /&gt;O grupo que mais consome de maneira consciente infelizmente não é o que agrega a maior proporção de jovens. Os dados do estudo revelam que os "comprometidos" somam 17% do total. Eles conhecem, valorizam e agem de acordo com as causas ambientais.&lt;br /&gt;Para se ter uma idéia, eles aumentaram o consumo de produtos orgânicos e, junto com os "teóricos", são os mais atuantes quando o assunto é economizar água e energia, defendendo, inclusive, a aplicação de multa para casos de poluição.&lt;br /&gt;São contrários ao desmatamento para produção de alimentos e valorizam, mais do que os outros, as empresas e produtos ecologicamente corretos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;Alheios à situação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A menor parcela dos jovens, ou 16%, se enquadra no grupo dos "alienados". Eles possuem o menor conhecimento e são os que menos agem. Neste grupo, não foi identificada nenhuma mudança de ação no dia-a-dia em prol do meio ambiente.&lt;br /&gt;Talvez a explicação para isso esteja em casa. De acordo com os dados, os pais dos "alienados" são os que têm menor consciência ambiental e que mais resistem à reciclagem de lixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=10356430"&gt;http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4113640273865136585?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4113640273865136585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4113640273865136585&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4113640273865136585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4113640273865136585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/09/relao-com-natureza-e-com-dinheiro.html' title='Relação com a natureza, e com dinheiro: jovens podem ser divididos em cinco grupos'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-5218068577052224150</id><published>2008-09-05T08:19:00.004-03:00</published><updated>2008-09-05T08:34:51.691-03:00</updated><title type='text'>Custos com localização podem ser reduzidos à metade</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Informações disponíveis no mercado indicam que quando o processo de internacionalização é realizado de forma apropriada, os custos subseqüentes com a localização é reduzido, em média, em 50% e o tempo necessário para o processo, reduzido à metade. Outra maneira de se enxergar a questão é saber que, caso não se trate de algumas adaptações em produtos e serviços ainda na fase de internacionalização, a empresa terá que consertar as falhas posteriormente nas versões a serem localizadas. Um problema que teria custado 'x' para ser adaptado durante a fase de internacionalização, custará 20 'x' para ser consertado durante o processo de localização, e se essas modificações não forem realizadas na fonte, poderá custar mais 20 'x' da próxima vez que a empresa precisar de outra versão localizada do projeto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-5218068577052224150?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/5218068577052224150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=5218068577052224150&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5218068577052224150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5218068577052224150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/09/custos-com-localizao-podem-ser.html' title='Custos com localização podem ser reduzidos à metade'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4131237270559833973</id><published>2008-09-05T08:15:00.003-03:00</published><updated>2008-09-05T08:19:19.643-03:00</updated><title type='text'>Você sabe como trabalha o 'localizador'?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O localizador trabalha com:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;p&gt;1. A revisão dos mercados-alvo com o objetivo de identificar os requisitos lingüísticos e culturais locais;&lt;br /&gt;2. A análise completa dos projetos com o objetivo de determinar as áreas que necessitam ser adaptadas;&lt;br /&gt;3. Com a extração de textos (ou partes deles) e/ou de qualquer outro material visual ou sonoro que seja lingüística ou culturalmente sensível àquela situação de comunicação;&lt;br /&gt;4. A tradução e modificação dos elementos da mensagem;&lt;br /&gt;5. A reengenharia do projeto gráfico/ visual com o objetivo de (re) adequá-lo ao novo conteúdo mercadológico (ex.: redimensionamento de menus, barras de ferramentas ou botões com o objetivo de acomodar novos textos ou elementos visuais);&lt;br /&gt;6. O teste da nova versão (ou edição), direcionada ao novo mercado, com o objetivo de assegurar os mesmos padrões de qualidade da versão ‘original’.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4131237270559833973?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4131237270559833973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4131237270559833973&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4131237270559833973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4131237270559833973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/09/voc-sabe-como-trabalha-o-localizador.html' title='Você sabe como trabalha o &apos;localizador&apos;?'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4947079884392331280</id><published>2008-09-05T07:24:00.004-03:00</published><updated>2008-09-05T08:15:12.251-03:00</updated><title type='text'>Você sabe o que é... Localização?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Localização é a adaptação de produtos e serviços a um mercado e cultura específicos. As adaptações vão muito além da língua (tradução) e incluem mudanças em toda e qualquer informação que possa comprometer o entendimento que o consumidor venha e ter do produto ou serviço em questão. Moedas, gráficos, datas, endereços, números de telefone entre outros detalhes corriqueiros, podem representar uma grande dor-de-cabeça para empresas que se pretendam transnacionais. Não raras as vezes em que as necessidades de adaptações locais exigem mudanças físicas em fórmulas e embalagens de produtos. Caso as empresas não antecipem certos cuidados  em relação a seus produtos e serviços ainda na etapa de internacionalização, pode acontecer de a localização se tornar, posteriormente, um processo difícil, despendioso e demorado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4947079884392331280?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4947079884392331280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4947079884392331280&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4947079884392331280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4947079884392331280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/09/voc-sabe-o-que-localizao.html' title='Você sabe o que é... Localização?'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-2907372461136612351</id><published>2008-08-31T11:19:00.002-03:00</published><updated>2008-08-31T11:20:56.331-03:00</updated><title type='text'>Estudo pede mudanças nas campanhas contra pirataria</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;ELVIRA LOBATO da Folha de S.Paulo, em Brasília &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Estudo realizado pelo Instituto Akatu e patrocinado pela Microsoft aponta a necessidade de reformular as campanhas contra produtos falsificados no Brasil, a começar pelo menor uso da palavra pirataria. A nova abordagem vai apelar ao sentimento de ética e atacar o "jeitinho brasileiro" e a "cultura de permissividade".&lt;br /&gt;No estudo, os pesquisadores do Akatu constataram que as propagandas contra pirataria veiculadas hoje tendem a "cair no vazio" porque "responsabilizam o consumidor" e passam a idéia de que a sociedade "transfere responsabilidade".&lt;br /&gt;O diagnóstico, então, indica que o consumidor brasileiro compra produtos piratas mesmo sabendo que a atividade tem relação com o crime organizado e sonega tributos. A desconfiança dos consumidores com o destino dos impostos, a venda de produtos piratas à luz do dia e uma sensação de que a compra ajuda o camelô também são aspectos presentes entre as pessoas que compram itens falsificados.&lt;br /&gt;Como o ataque à pirataria em si não vem trazendo resultados, governo e empresários devem adotar campanhas focadas em ética e desigualdade. Uma das maneiras de conscientizar a população sobre o uso de produtos piratas será relacionar pequenos deslizes a grandes crimes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-2907372461136612351?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/2907372461136612351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=2907372461136612351&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2907372461136612351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/2907372461136612351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/estudo-pede-mudanas-nas-campanhas.html' title='Estudo pede mudanças nas campanhas contra pirataria'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1909526025015977793</id><published>2008-08-31T11:15:00.002-03:00</published><updated>2008-08-31T11:17:23.208-03:00</updated><title type='text'>Crianças brasileiras ficam mais de 19h na internet por mês</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;DANIELA ARRAIS da Folha de S.Paulo &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As crianças brasileiras passam cada vez mais tempo na internet. No último mês de julho, gastaram cerca de 19h28min na frente do computador, acessando, principalmente, redes sociais, mensageiros instantâneos e sites de jogos, segundo o Ibope/NetRatings.&lt;br /&gt;Pedro Teixeira Botelho, 6, faz parte desse grupo. Aos três anos, antes mesmo de se alfabetizar, o menino já possuía um computador, pelo qual acessava sites de jogos e desenhos.&lt;br /&gt;Alex Almeida/Folha Imagem&lt;br /&gt;Irmãos Paulo, 9, e Dora Galvão de França Amaral, 12, dividem o tempo no micro; crianças brasileiras ficaram 19h28min no PC&lt;br /&gt;Hoje, o aluno da primeira primeira série do ensino fundamental também usa o Skype para falar com amigos e família. "Para ele, a tecnologia é tão natural quanto uma geladeira. E isso é bom", diz o pai de Pedro, o analista de sistemas Marcelo Teixeira Botelho, 40. "Mas, ao mesmo tempo, o uso que ele faz da internet é muito intenso. Então temos que supervisionar e colocar algum freio."&lt;br /&gt;Números&lt;br /&gt;Cerca de 2,5 milhões de crianças de dois a 11 anos navegaram na internet residencial brasileira em julho deste ano --o número equivale a 10,6% do total de pessoas que acessaram a rede e representa um aumento de 2h02 minutos na navegação dos pequenos, em relação ao mesmo período do ano passado. Os meninos são os que passam mais tempo no micro, enquanto as meninas consomem mais páginas.&lt;br /&gt;Em comum, está o uso que os pequenos fazem da internet. "Eles costumam usar redes sociais, como o Orkut [cujo termo de uso afirma que o cadastro é para maiores de 18 anos], jogos de simulação de realidade e mensageiros instantâneos, além de fazer pesquisas", diz José Calazans, analista do Ibope/NetRatings.&lt;br /&gt;Atrás do Brasil, está o Japão, onde cada criança gasta cerca de 14 horas por mês com atividades on-line.&lt;br /&gt;"As crianças de hoje e as de antigamente são as mesmas, mas enfrentam realidades diferentes. Hoje elas são desterritorializadas, passam a viver em um ambiente simulado e aprendem a se socializar com a internet", diz Calazans.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1909526025015977793?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1909526025015977793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1909526025015977793&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1909526025015977793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1909526025015977793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/crianas-brasileiras-ficam-mais-de-19h.html' title='Crianças brasileiras ficam mais de 19h na internet por mês'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1512679860832613433</id><published>2008-08-28T15:06:00.004-03:00</published><updated>2008-08-28T15:37:26.943-03:00</updated><title type='text'>Um Mercado em Franca Expansão</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Texto e tradução: Patrícia Fanaya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O mercado de serviços lingüísticos (tradução/ localização) está atualmente estimado em &lt;strong&gt;US$12,1 bilhões&lt;/strong&gt;. Os analistas da empresa líder de mercado em localização, Common Sense Advisory, prevêem que este mercado valerá algo em torno de &lt;strong&gt;US$24 bilhões&lt;/strong&gt;, em 2012. Isso representa uma taxa de crescimento anual projetada de &lt;strong&gt;14,6%&lt;/strong&gt; para os próximos cinco anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A internet está aí para provar que as empresas não devem pensar apenas em seus mercados nacionais. O comércio online (e-commerce) já ultrapassou &lt;strong&gt;US$12,8 trilhões&lt;/strong&gt; e a população global online estimada para 2010 é de &lt;strong&gt;1,8 bilhões&lt;/strong&gt; de pessoas. Sete países, apenas, têm o inglês como língua oficial e representam pouco mais de &lt;strong&gt;5%&lt;/strong&gt; da população mundial. Dos usuários da web apenas &lt;strong&gt;30%&lt;/strong&gt; têm o inglês como primeira língua. A grande maioria dos &lt;strong&gt;6.900&lt;/strong&gt; grupos lingüísticos do mundo tem pouco conteúdo disponível na web em suas línguas-mãe. Pesquisas mostram que os consumidores estão 10 vezes mais propensos a comprar pela internet quando o website está em sua língua nativa. Existe muito potencial a ser desenvolvido em face a todas essas oportunidades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Fonte:Oxford Conversis Research Study&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1512679860832613433?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1512679860832613433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1512679860832613433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1512679860832613433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1512679860832613433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/um-mercado-em-franca-expanso.html' title='Um Mercado em Franca Expansão'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7940866815432965753</id><published>2008-08-28T14:42:00.004-03:00</published><updated>2008-08-28T14:47:20.797-03:00</updated><title type='text'>Acesso residencial à internet tem recorde de 23,7 milhões</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O número de brasileiros que acessaram a Internet a partir de suas casas cresceu &lt;strong&gt;28% em 12 meses&lt;/strong&gt;, passando de &lt;strong&gt;18,5 milhões&lt;/strong&gt; de usuários em julho de 2007 para &lt;strong&gt;23,7 milhões&lt;/strong&gt; de usuário no mês passado, segundo levantamento do Ibope//NetRatings divulgado nesta quarta-feira. Em relação a junho deste ano, o aumento foi de &lt;strong&gt;3,5%&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;A pesquisa mostrou ainda que os usuários residenciais também passaram mais tempo na Internet, com uma média de 24 horas e 54 minutos por pessoa por mês. No mês anterior, a média foi de 23 horas e 12 minutos.Tanto o número de internautas quanto o tempo de navegação foram os maiores registrados desde o começo da realização da pesquisa, em setembro de 2000.&lt;em&gt;"Tradicionalmente, o mês de julho, por ser férias escolares e por ser a Internet a principal atividade para parte dos jovens estudantes, mostra crescimento no tempo de consumo desta mídia"&lt;/em&gt;, disse em nota Alexandre Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings.O total de brasileiros com acesso à Internet em seus lares continua sendo de &lt;strong&gt;35,5 milhões&lt;/strong&gt; de pessoas, de acordo com a pesquisa. Em julho de 2004, &lt;strong&gt;19,3 milhões&lt;/strong&gt; de brasileiros tinham acesso à rede mundial de computadores em casa.A avaliação coloca que o internauta brasileiro continua sendo o que mais navegou na Internet de casa no mês, em comparação com nove países acompanhados pelo Ibope//NetRatings, seguido por Alemanha (com 21 horas e 06 minutos) e pelos Estados Unidos (com 20 horas e 50 minutos).De acordo com dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 do Global Internet Trends-GNetN, pouco mais de &lt;strong&gt;41 milhões&lt;/strong&gt; de brasileiros com 16 anos ou mais declaram ter acesso à Internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais).&lt;br /&gt;Fonte: Reuters &lt;a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/not_tec231582,0.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/tecnologia/not_tec231582,0.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7940866815432965753?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7940866815432965753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7940866815432965753&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7940866815432965753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7940866815432965753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/acesso-residencial-internet-tem-recorde.html' title='Acesso residencial à internet tem recorde de 23,7 milhões'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-6699130202616973344</id><published>2008-08-28T14:19:00.003-03:00</published><updated>2008-08-28T14:26:12.131-03:00</updated><title type='text'>No primeiro time</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O excelente desempenho da operação brasileira do Google levou a filial daqui a ganhar um novo status dentro da empresa. Confira alguns números:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Brasil tem o 2o. maior número de usuários do serviço de e-mail Gmail;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;No YouTube, o país é responsável pelo 2o. maior faturamento e pela 4a maior audiência;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Brasil tem, de longe, a maior base de usuários do Orkut em todo o mundo: 29 milhões de cadastros;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A operação brasileira do Google foi a 1a. do mundo em crescimento de receitas no ano passado;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O faturamento no país deve chegar a 500 milhões de dólares neste ano;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0924/tecnologia/m0165414.html"&gt;http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0924/tecnologia/m0165414.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-6699130202616973344?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/6699130202616973344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=6699130202616973344&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6699130202616973344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/6699130202616973344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/no-primeiro-time.html' title='No primeiro time'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1706668518144739584</id><published>2008-08-27T09:51:00.011-03:00</published><updated>2008-09-01T15:45:58.901-03:00</updated><title type='text'>Será que a Língua Influencia os Hábitos de Compra dos Consumidores?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Tradução e texto: Patrícia Fanaya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em meados de 2005, a &lt;strong&gt;Wordbank&lt;/strong&gt;, empresa global especialista em localização, divulgou os resultados de uma pesquisa sobre hábitos de consumo, realizada por meio de mais de &lt;strong&gt;1.250&lt;/strong&gt; entrevistas com consumidores na Europa, Ásia, América do Sul e Oriente Médio. O objetivo do estudo era descobrir mais sobre os impactos da língua no comportamento de compra dos consumidores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Alguns resultados interessantes foram encontrados:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;81%&lt;/strong&gt; dos entrevistados esperavam que as empresas que quisessem vender produtos e serviços em seus países se comunicassem com eles em suas línguas nativas;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quando confrontados com dois produtos similares, &lt;strong&gt;73%&lt;/strong&gt; dos entrevistados estariam mais propensos a escolher e comprar aquele que apresentasse informações em sua língua nativa;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;Sete entre dez&lt;/strong&gt; entrevistados concordaram que não comprariam um produto se não entendessem a embalagem;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os consumidores são negativamente influenciados pelas más traduções. &lt;strong&gt;61%&lt;/strong&gt; relutariam em comprar um produto que tivesse informações mal traduzidas para sua língua nativa;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;71%&lt;/strong&gt; dos entrevistados disseram estar mais propensos a comprar uma mesma marca de produto se o serviço de pós-venda fosse oferecido em sua língua-mãe;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Apenas &lt;strong&gt;43%&lt;/strong&gt; dos entrevistados responderam que comprariam uma marca global que não oferecesse informações em sua língua nativa em detrimento de uma marca relativamente menos conhecida que oferecesse informações em sua língua-mãe;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quando confrontados com a possibilidade de escolha entre dois produtos similares, apenas &lt;strong&gt;1/3&lt;/strong&gt; dos entrevistados disseram que comprariam o mais barato mesmo que este não trouxesse informações em sua língua nativa;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As três principais categorias de produtos/ serviços que os consumidores consideraram fundamental que se comunicassem com eles em suas línguas nativas foram: serviços bancários e financeiros &lt;strong&gt;(86%);&lt;/strong&gt; produtos farmacêuticos e de beleza &lt;strong&gt;(78%)&lt;/strong&gt; e eletrônicos &lt;strong&gt;(73%);&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Esses segmentos são seguidos de perto por: soluções empresarias &lt;strong&gt;(71%);&lt;/strong&gt; equipamentos domésticos de entretenimento &lt;strong&gt;(71%)&lt;/strong&gt; e &lt;em&gt;hardware&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(71%);&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Os segmentos nos quais os consumidores estão menos preocupados em terem informações fornecidas em suas próprias línguas foram: equipamentos esportivos e para exercícios &lt;strong&gt;(42%);&lt;/strong&gt; roupas vendidas por catálogo/ correio &lt;strong&gt;(46%);&lt;/strong&gt; atividades de lazer e entretenimento &lt;strong&gt;(49%);&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Das &lt;strong&gt;39 línguas&lt;/strong&gt; cobertas pelo estudo, informações e comunicação na língua nativa foram consideradas mais importantes para aqueles que falavam português, seguidos pelos que falavam espanhol e alemão;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Consumidores dos países Bálticos e Escandinavos foram os que pareceram se incomodar menos com a comunicação de produtos e serviços não realizada em suas línguas nativas;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quanto mais velho o consumidor, mais importante é que a comunicação seja realizada em sua língua nativa;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Existe uma correlação direta entre o conhecimento que o consumidor tem da língua inglesa e sua maior ou menor necessidade de se comunicar em sua própria língua. &lt;strong&gt;98%&lt;/strong&gt; daqueles que não conhecem a língua inglesa querem que a comunicação seja feita em sua própria língua, bem como &lt;strong&gt;3/4&lt;/strong&gt; daqueles que são fluentes em inglês.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É importante dizer ainda que &lt;strong&gt;82,4%&lt;/strong&gt; dos entrevistados tinham acesso à Internet; &lt;strong&gt;45%&lt;/strong&gt; eram homens e &lt;strong&gt;55%&lt;/strong&gt; mulheres; as idades variaram entre 25 a mais de 60 anos e &lt;strong&gt;32,7%&lt;/strong&gt; eram fluentes em inglês.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.wordbank.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;www.wordbank.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1706668518144739584?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1706668518144739584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1706668518144739584&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1706668518144739584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1706668518144739584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/ser-que-lngua-influencia-os-hbitos-de.html' title='Será que a Língua Influencia os Hábitos de Compra dos Consumidores?'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4584364275194908906</id><published>2008-08-26T09:55:00.002-03:00</published><updated>2008-08-26T10:13:13.884-03:00</updated><title type='text'>Uma lei polêmica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Texto do projeto que tipifica crimes de informática gera divergências sobre responsabilidades e punições. Veja alguns pontos polêmicos da nova lei:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;DETERMINAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;- Provedores devem repassar às autoridades todas as denúncias de crimes, além de pedofi lia e roubo de identidade;&lt;br /&gt;- Lei estabelece como crime a invasão de sistemas eletrônicos, desde que “protegidos por expressa restrição de acesso”;&lt;br /&gt;- Pontos públicos de acesso à internet, como redes em cafés, serão obrigados a identifi car todos os usuários conectados;&lt;br /&gt;- Provedores de acesso e até redes de empresas devem guardar por três anos data, horário e endereço IP dos usuários da web;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;CRÍTICA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;- A lei não é específica, o que faz com que os provedores devam delatar qualquer tipo de conduta suspeita;&lt;br /&gt;- O texto é vago. Quem deve explicitar o sistema de segurança: o dono da rede ou do computador em que estão as informações?&lt;br /&gt;- Essa nova obrigação deve desestimular o crescimento das redes sem fi o públicas e abertas, como nas cidades digitais;&lt;br /&gt;- Os custos de guardar e gerenciar os dados por tanto tempo são altos e podem prejudicar pequenas empresas e provedores de acesso; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0923/tecnologia/m0164541.html"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0923/tecnologia/m0164541.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4584364275194908906?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4584364275194908906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4584364275194908906&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4584364275194908906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4584364275194908906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/uma-lei-polmica.html' title='Uma lei polêmica'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-4072588023898521555</id><published>2008-08-24T21:22:00.010-03:00</published><updated>2008-08-24T22:33:07.693-03:00</updated><title type='text'>Prejuízo de empresas globais chega a US$1.6 bilhões</title><content type='html'>&lt;span style="color:#339999;"&gt;As empresas globais perdem, em média, o equivalente a &lt;strong&gt;US$1.6 bilhões&lt;/strong&gt; em participação de mercado, por ano, ou &lt;strong&gt;US$4,7 bilhões&lt;/strong&gt; num período de 3 anos em conseqüência das falhas na localização das informações de produtos e serviços. Um estudo conduzido com seis clientes globais, realizado pela empresa independente de pesquisa em tecnologia e mercado, Forrester Consulting, e patrocinado pela SDL, provedora líder de soluções de Global Information Management, demonstrou que as informações corretamente localizadas são uma fonte de vantagem competitiva quando do lançamento de produtos e serviços para o mercado global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sdl.com/tei"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;www.sdl.com/tei&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-4072588023898521555?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/4072588023898521555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=4072588023898521555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4072588023898521555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/4072588023898521555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/prejuzo-de-empresas-globais-chega-us16.html' title='Prejuízo de empresas globais chega a US$1.6 bilhões'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1264732713006167632</id><published>2008-08-23T12:24:00.002-03:00</published><updated>2008-08-23T12:40:55.547-03:00</updated><title type='text'>Um mercado de US$ 12 bilhões</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#339999;"&gt;De acordo com o estudo conduzido pela empresa de pesquisa e consultoria Common Sense Advisory (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.commonsenseadvisory.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#339999;"&gt;www.commonsenseadvisory.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#339999;"&gt;), apesar da desvalorização do dólar, as pressões da globalização continuam fazendo aumentar a demanda por serviços de tradução no mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#339999;"&gt;O mercado de traduções, atualmente, representa algo em torno de US$ 12 bilhões e há indicadores que demonstram que continuará mantendo um crescimento estável nos próximos anos - independentemente do fato de haver mudanças de posição das empresas no 'ranking' econômico global.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1264732713006167632?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1264732713006167632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1264732713006167632&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1264732713006167632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1264732713006167632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/um-mercado-de-us-12-bilhes.html' title='Um mercado de US$ 12 bilhões'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-7619882020700644833</id><published>2008-08-22T10:01:00.003-03:00</published><updated>2008-08-22T10:27:35.531-03:00</updated><title type='text'>Você sabe o que é... Glossário?</title><content type='html'>Um glossário é um dicionário especializado, em uma única língua, usado por tradutores que trabalham com textos difíceis e com terminologias específicas. Este tipo de dicionário inclui os termos e suas definições na língua-alvo da tradução. Para traduções muito específicas e/ou especializadas, muitas vezes o tradutor solicita que o cliente forneça um glossário - procedimento este que minimiza os enganos do tradutor e também garante que a tradução cumprirá o seu papel na comunicação desejada pelo cliente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-7619882020700644833?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/7619882020700644833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=7619882020700644833&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7619882020700644833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/7619882020700644833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/voc-sabe-o-que-glossrio.html' title='Você sabe o que é... Glossário?'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-1533549207906768855</id><published>2008-08-21T22:41:00.000-03:00</published><updated>2008-08-21T22:47:35.773-03:00</updated><title type='text'>Comunicação intercultural e a importância da tradução</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;font face="courier new"&gt;A comunicação intercultural se impõe como uma necessidade premente para a sobrevivência das sociedades contemporâneas. A globalização dos mercados, a intensificação do comércio internacional e o avanço das telecomunicações têm obrigado as empresas e as pessoas se comunicarem não apenas em diferentes línguas, mas, talvez o mais importante, com diferentes culturas.&lt;br /&gt;Lentamente vai- se consolidando a idéia de que a comunicação transnacional e intercultural, para ser eficiente precisa ir além da tradução propriamente dita de materiais pré-existentes -- ela precisa ser ‘localizada’. Mas o debate ainda está em aberto, e os defensores da estandardização global parecem não levar em consideração a relevância, o peso e a influência das diferenças culturais na comunicação.&lt;br /&gt;Os tradutores ligados à indústria da comunicação têm percebido que as exigências profissionais se estão modificando rapidamente. Espera-se que esses profissionais sejam capazes de lidar não só com a transferência de códigos lingüísticos, mas também com as diferenças entre contextos culturais e com conceitos específicos relacionados à cultura. Logo, uma nova abordagem das práticas profissionais se faz necessária: a tradução como representação cultural.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-1533549207906768855?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/1533549207906768855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=1533549207906768855&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1533549207906768855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/1533549207906768855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/comunicao-intercultural-e-importncia-da.html' title='Comunicação intercultural e a importância da tradução'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4897631014753108886.post-5662288552290241547</id><published>2008-08-21T11:59:00.002-03:00</published><updated>2008-08-21T12:01:26.184-03:00</updated><title type='text'>Comunicação e Tradução no Século XXI</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;O mundo está menor - ou assim parece - com a globalização. A grande explosão do comércio internacional e a mobilidade, impulsionados enormemente pelas novas tecnologias da informação e comunicação, têm imposto uma realidade a todas as sociedades: todos precisam aprender a se comunicar eficaz e instantaneamente.&lt;br /&gt;De acordo com um estudo conduzido pela União Européia, publicado em fevereiro de 2006, 56% dos cidadãos dos países membros disseram que são capazes de manter uma conversa em uma língua diferente da nativa. São nove pontos a mais do que foi levantado em 2001 entre os quinze estados membros da época. Em Luxemburgo, 99% dos cidadãos indicaram que falam pelo menos outra língua; na Eslováquia são 95%. O inglês permanece no posto de língua mais falada na Europa. 38% dos cidadãos da União Européia possuem habilidade suficiente para manter conversas em inglês. Em dezenove dos vinte e nove países pesquisados, o inglês é a língua mais conhecida excluindo-se a língua nativa. Esse é particularmente o caso da Suécia (89%), de Malta (88%) e da Holanda (87%).  &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;Em função da internacionalização dos mercados e da necessidade de alimentação dos meios convergentes de comunicação, milhares de mensagens e documentos de todos os tipos são traduzidos, por hora, em todo o mundo. Essa situação trouxe importantes e profundas mudanças para as áreas de comunicação e de tradução e, conseqüentemente para os profissionais que atuam nessas profissões.&lt;br /&gt;Estima-se que, em função da dominação tecnológica, que só faz crescer ano após ano, mais de 75% dos tradutores profissionais estejam ocupados com textos técnicos.  Além disso, nos últimos anos, novos e promissores campos de trabalho surgiram para os profissionais de tradução, dentre os quais se podem citar: gerenciamento de conteúdo multimídia e multimeios, documentação multilíngüe e localização de softwares.&lt;br /&gt;Ou seja, tradutores trabalham, muitas das vezes de forma invisível, aos milhares, para alimentar de informações os diferentes setores produtivos, reprodutivos e de comunicação, no mundo inteiro.&lt;br /&gt;A nova ordem mundial, em função principalmente dos riscos financeiros, sociais e ambientais, em escala global, transformou a comunicação em uma das mais importantes e fundamentais ferramentas estratégicas não só para empresas e setores, mas também nações. No mundo globalizado a tradução transformou-se em uma poderosa ferramenta de comunicação intercultural, estratégica e imprescindível.&lt;br /&gt;A necessidade de gerenciamento de mensagens múltiplas, em várias línguas, destinadas a várias culturas e públicos, meios e canais diferentes, vêm transformando, radicalmente, o entendimento do papel da comunicação e, conseqüentemente, da tradução.&lt;br /&gt;A convergência e a instantaneidade dos meios estão transformando completamente a forma de se fazer comunicação. As novas mídias requerem que a comunicação ocorra em tempo real e um de seus pressupostos é justamente que as informações/ mensagens possam ser vistas em qualquer parte do mundo, por qualquer pessoa, em qualquer cultura, bastando para isso que se tenha acesso a um celular ou à rede mundial de computadores. Além disso, muito mais do que em qualquer outra época, vivemos em um mundo intersemiótico, dado que os meios de comunicação lidam simultaneamente com textos, imagens, hipertextos, som, e o que mais a imaginação permitir.&lt;br /&gt;Em um mundo dominado pelos sistemas de comunicação em tempo real -- os quais determinam não só a estrutura das organizações, mas também a velocidade de resposta que elas devem dar ao mercado e à sociedade - pode-se afirmar que o meio é a mensagem como previu Marshall McLuhan&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt; no fim dos anos 60, do século passado. Portanto, a tradução no século XXI, na era das telecomunicações e da Internet, é processo dinâmico que pressupõe descontextualização e recontextualização de informações para que se obtenha uma retextualização culturalmente climatizada das mensagens transnacionais.&lt;br /&gt;Para finalizar, deve-se apontar que, a cultura, como processo de comunicação que é protagonizado por agentes interpretantes, subsiste porque um sistema de significação é estabelecido. Esse raciocínio fecha o círculo multidisciplinar que se desenha entre a comunicação e a tradução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt; Special Eurobarometer 243 / Wave 64.3 – TNS Opinion &amp;amp; Social - Europeans and their Languages -Fieldwork: November – December 2005 - Publication: February 2006&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4897631014753108886#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#666666;"&gt; Marshall McLuhan foi o criador da idéia de "aldeia global" e trouxe um novo enfoque à educação, baseado em suas teorias sobre comunicação. Também foi responsável pelos conceitos de impacto sensorial e o meio é a mensagem - como metáforas para a sociedade contemporânea&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4897631014753108886-5662288552290241547?l=patifanaya.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://patifanaya.blogspot.com/feeds/5662288552290241547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4897631014753108886&amp;postID=5662288552290241547&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5662288552290241547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4897631014753108886/posts/default/5662288552290241547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://patifanaya.blogspot.com/2008/08/comunicao-e-traduo-no-sculo-xxi.html' title='Comunicação e Tradução no Século XXI'/><author><name>Patricia</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_EOIxqCY0GHk/SqwbGAarl2I/AAAAAAAAAFM/V_HE9yfMKj8/S220/100_2124-+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
